Eclipse Lunar Total | 16 de maio de 2022
🌒 Eclipse Lunar Total | 3 de março de 2026
A temporada de eclipses de 2026 começou em 17 de fevereiro, porém o fenômeno só pôde ser visto na Antártida e partes da Oceania. Entretanto, nesta terça-feira (3), se as condições climáticas colaborarem, o Eclipse Lunar Total será visível em todo lugar onde a Lua estiver acima do horizonte.
Diferente do eclipse solar de duas semanas atrás, onde a Lua bloqueou o Sol, aqui é a Terra que se coloca entre os dois. A Lua entra na sombra do nosso planeta (Umbra).
Terças com Tita (sim, na segunda!) | O farol dos sonhos loucos e uma página rasgada no livro da vida
Mesmo que eu já não saiba mais sonhar
Sonhadora era um adjetivo bem comum para as pessoas se referirem a mim no passado. Eu era aquela pessoa que sabia o que queria e conhecia os caminhos para “chegar lá”. Tudo parecia estar escrito. No entanto, essa “certeza” me acomodou e eu não soube encarar as intempéries com a serenidade exigida para padecer, para não me tornar a personificação ambulante da amargura.
Ceres: o gigante discreto do cinturão
Você sabia que, por quase 50 anos, os livros escolares ensinavam que Ceres era o oitavo planeta do Sistema Solar?
Muito antes da descoberta de Netuno e da polêmica de Plutão, o “Rei do Cinturão” já brilhava nos almanaques e o OCDM te convida para uma viagem pelo tempo (e pelo universo também) para mergulhar numa história repleta de reviravoltas de deixar o sol de queixo caído.
Mary Recomenda | O diário de Anne Frank - Anne Frank
Reler (ou comentar) Anne Frank é sempre um exercício de humildade. Em um mundo onde as pessoas gritam por atenção nas redes sociais, o diário de uma menina escondida em um anexo secreto em Amsterdã continua sendo uma das vozes mais potentes da história. Mas não se engane: o valor deste livro não está apenas na tragédia que o encerra, mas na vida que transborda de cada página.
O que mais me impressiona em Anne não é a sua condição de perseguida, mas a sua qualidade como escritora. Ela não estava apenas relatando fatos; ela estava fazendo literatura de si mesma. Anne era perspicaz, muitas vezes ácida ao descrever os outros moradores do anexo, e tinha uma honestidade cortante sobre as próprias falhas e desejos.
Ao ler Anne, a gente percebe que a maior resistência dela não foi apenas se esconder, mas se recusar a deixar que o medo apagasse sua identidade. Ela escreve sobre o desabrochar do corpo, sobre o conflito com a mãe, sobre as descobertas do amor e, acima de tudo, sobre a sua ambição de ser jornalista e escritora.
É devastador pensar que o mundo perdeu a mulher que Anne se tornaria, mas é reconfortante saber que ela conseguiu o que mais queria: “continuar vivendo depois da morte”. Seu diário é a prova de que a sensibilidade e a verdade são as únicas coisas que o autoritarismo não consegue enterrar.
Minhas impressões: Muitas vezes evitamos o Diário por medo da dor que ele causa, mas a leitura nos entrega algo muito diferente: uma vontade imensa de viver. Anne nos ensina que, mesmo no lugar mais apertado e escuro do mundo, o pensamento pode ser livre. É um livro que exige escuta, entrega, empatia.
Como surgiram os calendários: da antiguidade à atualidade 📆
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