![]() |
| Capa da edição do Instituto Ágora de Letras (Reprodução/Instituto Ágora de Letras) |
Mary Recomenda | O direito à preguiça — Paul Lafargue
Mary Recomenda | Artista da Fome - Franz Kafka
Mary Recomenda | Missão Amor - Milla Souza
Hoje é dia de matar a saudade das recomendações e por que não escolher um livro que decidi revisitar por estar à procura de uma história leve, bonita e ambientada em meio ao universo gamer?
Mary Recomenda | Estranho Terráqueo - borbol.E.T.rans E.T
Mary Recomenda | Se deus me chamar eu não vou — Mariana Salomão Carrara
Esse título aparecia bastante nas recomendações de leitura, mas outros passavam na frente dele. Decidi saciar a curiosidade e foi assim que fiquei cara a cara com Se deus me chamar eu não vou, de Mariana Salomão Carrara, a indicada do Mary Recomenda de hoje.
Mary Recomenda | Fechado por motivos de futebol — Eduardo Galeano
Às vezes, o problema não é o livro
Mary Recomenda | A vida mentirosa dos adultos - Elena Ferrante
É esse o ponto de partida do Mary Recomenda de hoje.
Mary Recomenda | Minha amiga Anne Frank — Hannah Pick-Goslar
![]() |
| Capa da edição brasileira de Minha amiga Anne Frank, publicado pela Buzz Editora |
Livros necessários nem sempre são fáceis de serem digeridos, sobretudo quando eles nos mostram uma realidade dura, penosa e inimaginável para nós, uma história que não devemos nos esquecer para não repeti-la. O Mary Recomenda de hoje é dedicado a discorrer sobre Minha amiga Anne Frank, de Hanna Pick-Goslar, a querida Hanneli, mencionada no diário de Anne Frank.
Terças com Tita | A farsa dos 500 anos
![]() |
Mary Recomenda | A face mais doce do azar - Vera Saad
![]() |
| Capa de A face mais doce do azar, publicado pela Editora Palimpsesto. |
Tem livros que não chegam até nós com barulho, mas que, uma vez lidos, não nos deixam mais. A Face Mais Doce do Azar, de Vera Saad, foi uma dessas descobertas silenciosas e arrebatadoras.
Terças com Tita | Simplesmente Tita, simplesmente emo
Quis ser muitas coisas nesta vida. Entre elas, ser cantora e líder de uma banda de rock. Como desafino cantando até "Parabéns a você", tentei escrever boas letras, as quais admito serem melhores do que muita coisa que toca nos top 50 dos aplicativos de streaming musical, mas isso é conversa para outro dia.
Nunca consegui reunir pessoas suficientes para formar um grupo musical, como também nunca fundei um clubinho lá na tenra infância; porém, a inteligência artificial me permitiu realizar esse desejo de ver minhas letras transformadas em canções.
Mary Recomenda | A Metamorfose - Frank Kafka
![]() |
| Capa da edição distribuída pela Ephemera Livros |
Mary Recomenda | Nós, Mulheres - Rosa Montero
Hoje o post é diferente. Neste 8 de março, decidi trazer uma obra que não apenas se lê, mas se sente como um ato de justiça. Se você, assim como eu, acredita que a história é feita de muitas vozes (e que muitas delas foram caladas), a recomendação de hoje é obrigatória: Nós, Mulheres, da brilhante Rosa Montero.
Mary Recomenda | Se não eu, quem vai fazer você feliz? - Graziela Gonçalves
![]() |
| Joe Cool leu de óculos escuros porque os olhos dele suaram (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Há 13 anos, 6 de março carrega consigo uma nuvem de dor, não é uma data que gostemos de lembrar… a propósito, queríamos que ela nunca tivesse existido. Infelizmente, Chorão se foi, deixando saudades, sonhos inacabados e sua obra que ainda hoje nos consola nos dias de luta e nos de glória também.
A edição do Mary Recomenda de hoje presta um tributo mais do que merecido a Alexandre Magno Abrão, nosso querido e inesquecível Chorão, por isso escolheu indicar a obra Se não eu, quem vai fazer você feliz?, da autoria de Graziela Gonçalves, a querida e inesquecível Grazon, leitura indispensável.
Mary Recomenda | O diário de Anne Frank - Anne Frank
Reler (ou comentar) Anne Frank é sempre um exercício de humildade. Em um mundo onde as pessoas gritam por atenção nas redes sociais, o diário de uma menina escondida em um anexo secreto em Amsterdã continua sendo uma das vozes mais potentes da história. Mas não se engane: o valor deste livro não está apenas na tragédia que o encerra, mas na vida que transborda de cada página.
O que mais me impressiona em Anne não é a sua condição de perseguida, mas a sua qualidade como escritora. Ela não estava apenas relatando fatos; ela estava fazendo literatura de si mesma. Anne era perspicaz, muitas vezes ácida ao descrever os outros moradores do anexo, e tinha uma honestidade cortante sobre as próprias falhas e desejos.
Ao ler Anne, a gente percebe que a maior resistência dela não foi apenas se esconder, mas se recusar a deixar que o medo apagasse sua identidade. Ela escreve sobre o desabrochar do corpo, sobre o conflito com a mãe, sobre as descobertas do amor e, acima de tudo, sobre a sua ambição de ser jornalista e escritora.
É devastador pensar que o mundo perdeu a mulher que Anne se tornaria, mas é reconfortante saber que ela conseguiu o que mais queria: “continuar vivendo depois da morte”. Seu diário é a prova de que a sensibilidade e a verdade são as únicas coisas que o autoritarismo não consegue enterrar.
Minhas impressões: Muitas vezes evitamos o Diário por medo da dor que ele causa, mas a leitura nos entrega algo muito diferente: uma vontade imensa de viver. Anne nos ensina que, mesmo no lugar mais apertado e escuro do mundo, o pensamento pode ser livre. É um livro que exige escuta, entrega, empatia.
Mary Recomenda | Todo mundo tem mãe, Catarina — Carla Guerson
Simplesmente Tita 15 anos | O baú de memórias (e o Bonde das Groselhas)
No finalzinho do mês completam-se 15 anos da primeira versão de Simplesmente Tita, tal como a conhecemos hoje. Entre fevereiro e março de 2008, escrevi uma versão da novela dela, mas totalmente diferente do que é hoje. Tenho o rascunho guardado no Word em algum lugar.
Muitas páginas, revisões e aventuras depois, venho agradecer a participação de todas as pessoas que colaboraram, seja lendo, comentando, divulgando, que já fizeram capas e desenhos para a Tita, para leitores que se converteram em amigos.
Mesmo aqueles que em algum momento abandonaram a leitura, não tem problema; venham quando estiverem se sentindo bem e se a leitura tocar o coração. Ninguém aqui é obrigado a nada.
Demonstrações de carinho recebi muitas, mas como nada nessa vida é perfeito, vou listar algumas groselhas de haters que até tentaram me desmotivar ao longo desses anos e vão virar o que sempre foram, piadas, muito embora sem graça…
Mary Recomenda | O terno tanto faz como tanto fez — Sylvia Plath
Existe um tipo de dor que só quem já se sentiu “fora do lugar” consegue entender. Em “O terno tanto faz, como tanto fez”, um conto curto, mas cirúrgico de Sylvia Plath, somos apresentados a uma peça de roupa que é, na verdade, uma herança de silêncios.
Mary Recomenda | Vidas Secas — Graciliano Ramos
os sinais estavam claros desde antes da explosão
Sempre prometo não me envolver, mas quebro meu próprio juramento quando o preço do silêncio me chama à realidade. Injustiças me tiram do s...
-
Capa de A face mais doce do azar, publicado pela Editora Palimpsesto. Tem livros que não chegam até nós com barulho, mas que, uma vez lido...
-
A palavra de ordem do momento é encolher. Com a insatisfação no centro das atenções, cresce a ânsia doentia de se apequenar para caber n...










