No domingo (14) e na segunda-feira (15), as condições climáticas estiveram desfavoráveis para acompanhar o céu, mas hoje o Sol saiu e tive a alegria de registrar momentos do céu que mais pareciam uma pintura em movimento.
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| Precisava compartilhar 💕 |
| Retrato do céu de hoje à noite |
| Júpiter e Vênus em conjunção (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
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| Joe Cool leu de óculos escuros porque os olhos dele suaram (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Há 13 anos, 6 de março carrega consigo uma nuvem de dor, não é uma data que gostemos de lembrar… a propósito, queríamos que ela nunca tivesse existido. Infelizmente, Chorão se foi, deixando saudades, sonhos inacabados e sua obra que ainda hoje nos consola nos dias de luta e nos de glória também.
A edição do Mary Recomenda de hoje presta um tributo mais do que merecido a Alexandre Magno Abrão, nosso querido e inesquecível Chorão, por isso escolheu indicar a obra Se não eu, quem vai fazer você feliz?, da autoria de Graziela Gonçalves, a querida e inesquecível Grazon, leitura indispensável.
A temporada de eclipses de 2026 começou em 17 de fevereiro, porém o fenômeno só pôde ser visto na Antártida e partes da Oceania. Entretanto, nesta terça-feira (3), se as condições climáticas colaborarem, o Eclipse Lunar Total será visível em todo lugar onde a Lua estiver acima do horizonte.
Diferente do eclipse solar de duas semanas atrás, onde a Lua bloqueou o Sol, aqui é a Terra que se coloca entre os dois. A Lua entra na sombra do nosso planeta (Umbra).
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| Joaninha no fim de tarde (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
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| Obrigada pelo carinho, pessoinha de alma linda *-* |
Essa captura de tela vem como um doce lembrete de que, sim, existem boas pessoas no mundo, que semeiam carinho e inspiram com boas atitudes. A intenção não é me gabar deste pequeno momento de alegria, mas compartilhar um sentimento positivo que me abraça num momento onde me pergunto se num mundo tão podre e intolerante, ainda vale a pena escrever.
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| Espero que valha a intenção (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Nesta madrugada, o céu foi iluminado por uma lua cheia com um nome poético e intrigante: Strawberry Moon, ou Lua de Morango.
Ao contrário do que o nome sugere, ela não tem cor rosada nem sabor adocicado — o que ela oferece é uma energia especial, marcada por encerramentos, introspecção e colheitas simbólicas.
Entretanto, nos últimos tempos, acabo não fazendo mais aquela observação atenta como fazia antes. A rotina rouba o brilho do olhar. As preocupações se multiplicam como estrelas, e às vezes nem a contemplação mais pura dá conta de acalmar o coração.
Tem um fenômeno que me puxa de volta.
Quando estamos vivendo o que os meteorologistas chamam de veranico, eu percebo: vai mudar. Sinto pelo vento. Tenho vista para o oeste, e é de lá que ele vem — o vento que me avisa. O tal do sudoeste.
Depois de revisitar uma das músicas mais marcantes de Confissões de Laly na última edição do Destrinchando a Letra , resolvi aproveitar o e...