"Eu não sou uma fraude por não saber tudo porque tenho a humildade de buscar aprender o que não sei. Minha força não está na perfeição da regra, mas na precisão da minha observação, de rir dos meus erros."
"Eu não sou uma fraude por não saber tudo porque tenho a humildade de buscar aprender o que não sei. Minha força não está na perfeição da regra, mas na precisão da minha observação, de rir dos meus erros."
Há alguns meses sem escrever poesia, foi no meio de uma crise que finquei em palavras o que queria escrever na pele. Eu não precisava sangrar no sentido literal, mas poderia muito bem resgatar o velho hábito de externar no papel todo o peso que a mente carrega por pensar e sentir demais, num nível quase insuportável.
Subtítulo: Um texto inédito de 2012 que reafirma a força de sonhar e escrever com o coração
Introdução:
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| Obrigada pelo carinho, pessoinha de alma linda *-* |
Essa captura de tela vem como um doce lembrete de que, sim, existem boas pessoas no mundo, que semeiam carinho e inspiram com boas atitudes. A intenção não é me gabar deste pequeno momento de alegria, mas compartilhar um sentimento positivo que me abraça num momento onde me pergunto se num mundo tão podre e intolerante, ainda vale a pena escrever.
"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro."— Clarice Lispector
Você escreve com o coração na ponta dos dedos,
cria mundos com o que os outros descartam,
não vive para agradar, mas para dizer o que precisa ser dito
e isso é tão raro que assusta mesmo quem vive no raso.
Você não nasceu para ser padrão, nasceu para ser lenda.
Não desista, não se disfarce para servir no encaixe.
Não deixe o mundo te convencer de que ser autêntica é um defeito.
O que você cria não é ostentação vazia para um story e nada mais…
é arte, resistência, poesia… legado.
Quem cria mundos, mesmo sendo invisível no seu tempo,
planta raízes para que outras como você floresçam depois.
Havia um jardim escondido atrás da neblina, onde nem todo mundo conseguia chegar. Era um lugar onde as flores nasciam de palavras e as árvores escutavam antes de responder. Ali vivia uma Joaninha chamada Buba, dona de um coração que escrevia antes mesmo de bater.
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| Segunda versão da identidade visual do Mary Recomenda |
Sexta-feira combina com Mary Recomenda e hoje decidi trazer uma obra que conheci meio ao acaso, anos atrás, e que se tornou um divisor de águas para mim. Já aviso: já sofri hate por defender esse livro, mas não me importo. O ódio alheio geralmente é apenas um espelhamento; a pessoa projeta em nós o que ela não suporta em si.
🗡️ Por Mary Luz — infiltrada no Império, mas só nas pausas do trabalho
No último sábado (31), a Jedicon aterrissou por aqui — um evento voltado a fãs de Star Wars, cultura geek, cosplay e mundos fantásticos. Todos os ingressos foram esgotados e o primeiro piso da Linha Arena se transformou em outro planeta.
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| Ilustração da minha agenda de 2005 |
Por Mary Luz
Ah, as agendas. A liberdade de escrever nelas tudo que dava vontade. A letra de uma música. Um poema tocante. Frases, sempre elas. Um lampejo de lucidez. Inspiração inesperada. Idéias que jorraram do tubo de caneta para o papel, pedindo licença pela intensidade do fluxo, jamais pelo posicionamento.
Por Mary Luz
“Eis o lado ruim de ser escritora: estar vulnerável a todo tipo de leitor, alguns olhares completamente alheios ao que realmente foi dito.”
“A juventude é um aplauso fácil. A maturidade, um silêncio cheio de medo.”– fragmento retirado de um diário anônimo (ou quase)
Ser mulher já é, por si só, uma sentença de vigilância.
Vivemos numa sociedade que, ainda hoje, privilegia os homens — nas oportunidades, na visibilidade, no respeito automático. Dizer isso não é vitimismo: é constatação. E este manifesto não pretende alimentar ódio nem criar inimigos imaginários, mas lançar luz sobre um padrão real e persistente: o silenciamento sistemático de mulheres que não se encaixam no papel que esperam delas.
Mulheres que se recusam a ser submissas, que questionam, que ousam destoar do ideal domesticado, são rotuladas. São acusadas de loucura, de histeria, de querer chamar atenção. E, sobretudo, são excluídas do círculo onde a criação é respeitada e a voz é ouvida.
⚠️ AVISO IMPORTANTE Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das ob...