Do sofrimento da ostra nasce a pérola.
O arco-íris é a inesquecível promessa que vem dos céus.
A Lua cresce e diminui todo dia um bocadinho.
Para continuar a ler, é preciso virar a página.
A borracha apaga as marcas do grafite quando a conta não bate.
Parece contraditório defender a ideia de que podemos ouvir nosso coração no silêncio, mas fechar os ouvidos para a verdade dói numa dimensão quase insuportável.
Quero me convencer de que há um propósito para tudo e todos, carregar este fardo com a resignação que agora me falta.
Falar sobre a angústia de nunca ser ouvida.
Escrever, nem que seja em poucas palavras, o que não cabe nas linhas, o que excede...
E deixar o dito pelo não dito para quem não faz questão de entender...
Antes fosse concentrar o foco no que falta, há tantas demandas, pedras do tamanho de montanhas atravancando o caminho.
Meus pés estão cansados desses atalhos ingratos que sempre me devolvem para o abismo.
Em queda livre...





