Mostrando postagens com marcador empoderamento feminino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empoderamento feminino. Mostrar todas as postagens

Mary Recomenda | Nós, Mulheres - Rosa Montero

 


Hoje o post é diferente. Neste 8 de março, decidi trazer uma obra que não apenas se lê, mas se sente como um ato de justiça. Se você, assim como eu, acredita que a história é feita de muitas vozes (e que muitas delas foram caladas), a recomendação de hoje é obrigatória: Nós, Mulheres, da brilhante Rosa Montero.

11 de fevereiro | Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

 

Hoje, 11 de fevereiro, celebramos o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. À primeira vista, pode parecer um tema distante do universo literário onde costumo mergulhar, mas a verdade é que escrever e investigar são faces da mesma moeda: a curiosidade.

Destrinchando a Letra | Flowers – Miley Cyrus

Alguns poderão dizer que agosto é o mês do desgosto, mas não aqui no OCDM. Prova disso é a escolha do primeiro Destrinchando a Letra, nada menos do que um hit de Miley Cyrus, que pode muito bem servir para embalar o Dia do Solteiro, celebrado no próximo dia 15, além de nos lembrar que, às vezes, a melhor declaração de amor é saber deixar alguém ir.

Destrinchando a Letra | I Love Rock 'n Roll – Joan Jett & the Blackhearts

Julho está chegando ao fim, mas para fechar o mês do rock com chave de ouro e muita atitude, o Destrinchando a Letra de hoje taca o pé na porta com Joan Jett & the Blackhearts. 
“I love rock 'n' roll / So put another dime in the jukebox, baby”
Aqui, a sofrência não tem vez. Aqui, é rock 'n roll, atitude, rebeldia. Aqui, não tem espaço para clean girls e sua paleta de bege-vômito a verde-cocô-de-barata, não tem submissão para macho escroto, é energia de mulher empoderada de verdade mandando a real… aqui, somos weird girls com orgulho, batom vermelho, estampas que não querem combinar, muito rock tocando na vitrola e amor, só se for de alguém que não tem receio da verdadeira energia feminina, a da mulher que subverte o sistema em vez de se moldar a ele.

10 de maio | Dia da Cozinheira 👩‍🍳

 


🍲 Com Amor, Temperos e Memória

10 de maio — Celebrando a Cozinheira do Cotidiano

Cozinhar nunca foi apenas seguir uma receita. É um ato de cuidado, uma dança entre tempo, fogo e alma. No Dia da Cozinheira, celebrado em 10 de maio, homenageamos aquelas mãos que, longe das câmeras e das panelas de cobre de programas gourmet, alimentam o mundo com afeto, paciência e criatividade.

👩‍🍳 Quem é a cozinheira do cotidiano?

É a mãe que faz a marmita, a avó que não mede ingredientes, a tia da escola que serve com um sorriso, a funcionária do hospital que aprendeu a cozinhar com o que tinha, e a mulher do restaurante simples que sustenta a casa vendendo marmitas às pressas.
É quem cozinha até cansar — e ainda pergunta se está bom de sal.

🍛 Cozinhar é mais do que alimentar

Cozinhar é resistir à pressa.
É lembrar o cheiro da infância.
É ensinar sem falar, é transformar o ordinário em extraordinário.
É cuidar de quem se ama mesmo quando se está exausta.

Em muitos lares, cozinhar é o único momento de trégua.


📝 Memórias à mesa

  • O arroz com feijão da infância, sempre com pedacinhos dourados.

  • O bolo simples que salvava aniversários improvisados.

  • A panela grande de sopa que reunia os vizinhos.

  • A farofa feita com amor, e não com regras.

  • O café coado na hora certa, com cheiro de casa.

A comida carrega vozes, histórias, saudades. E a cozinheira é a guardiã de tudo isso.


💪 A cozinha como espaço de empoderamento

Por muito tempo, a cozinha foi vista como prisão doméstica.
Mas também pode ser trono, palco e trincheira.
Muitas mulheres encontraram na culinária uma forma de renda, independência e criação artística.

Da marmita ao banquete, da quentinha ao bufê: cozinhar pode ser libertação.


💬 Frase para compartilhar:

“Toda cozinheira é, no fundo, uma contadora de histórias. Cada receita carrega alguém que a ensinou, alguém que a provou, alguém que jamais esqueceu.”


Cinco anos sem você, vó

Não parecia um autêntico sábado de verão. Mal começou e ficou suspenso num tempo indefinido entre tudo que acabou e tudo que jamais voltará ...