Muito, muito antes de Noviça ser a primeira-dama das viradas de ano da Malacubaca, a então estação de rádio não deixava os últimos suspiros do ano passarem em branco. Orgulhosamente, direto dos bastidores da Rádio Malacubaca, a cobertura especial de um réveillon inesquecível. 🌟
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Mary Entrevista | A mais influente do ano: quem é a mulher por trás da lenda? (2012)
NOTA DA AUTORA: Esta entrevista possui caráter fictício. Quaisquer semelhanças com a realidade são mera coincidência. No mais, divirtam-se.
Ela não passa despercebida. Mais estabanada, só um clone. Supersticiosa, dramática e fã confessa de sonhos de goiaba, Carmen Angélica Esteves — para o grande público, simplesmente Noviça — transformou tropeços em marca registrada e carisma em patrimônio cultural. Diva das viradas de ano, foi eleita pela revista Forguis uma das 100 mulheres mais influentes de 2012.
Com mais de 20 milhões de seguidores somente no Twitter, onde compartilha rotina, dramas, bastidores, opiniões polêmicas e premonições questionáveis, tornou-se um fenômeno midiático incontornável.
Arquivo Malacubaca | Noviça e o ET de Varginha (1996)
🛑 ADVERTÊNCIA DA MALACUBACA
Atenção, pais e responsáveis: tirem as crianças do sofá. A Malacubaca não se responsabiliza por vindouros casos de hilaridade fatal. O conteúdo a seguir contém traços de jornalismo gonzo, magnetismo duvidoso e verdades que o sistema tentou desmagnetizar.
Prossiga por sua conta e risco (ou pelo brilho das luvas amarelas).
BOLETIM EXTRAORDINÁRIO | ROUBO AO MUSEU DO LOUVRE
Arquivo Malacubaca | Guarda essa tralha (2019)
Apesar de 2019 estar sendo marcado por grandes tragédias, a Malacubaca acertou precisamente ao estrear Os Versos Calados de Soraya logo após os festejos de Carnaval. A novela está repercutindo intensamente na web e na audiência, colocando o nome de Luciana Andrade no centro das atenções. E era exatamente isso que ela queria: ser o foco de todos os holofotes.
Não é que Soraya não esteja conquistando o público, mas a vilã Isaura, interpretada por Luciana, é a prova viva de que a atriz ainda tem muito fôlego para surpreender e encantar.
Hoje, um dos vídeos mais assistidos no canal da Lulu é o icônico protesto de 2017 contra o ex-presidente Michel Temer. Fazia tempo que ela não atualizava seu canal no YouTube, principalmente devido aos inúmeros compromissos e à polêmica participação no reality show Puxadinho do Rubão.
Luciana, trajando um biquíni fio dental verde e amarelo que reluzia sob a luz da manhã fria, ajustava a bandeira do Brasil sobre os ombros como se fosse uma capa de heroína. Ela estava determinada a transformar a rua de seu bairro em um cenário épico para sua live ao vivo no YouTube. A bandeira tremulava com o vento gelado, enquanto os gritos dela ecoavam pelas casas vizinhas, que estavam adornadas com roupas secando nos varais e cachorros espiando curiosamente pelos portões de ferro. Era um cenário típico de subúrbio, mas, para Lulu, parecia o palco de sua revolução.
— FORA TEMEEEEEEEERRRRRRRR! — berrou Luciana, erguendo os braços e girando dramaticamente, como se estivesse discursando para uma multidão imaginária. Atrás dela, o namorado Epaminondas — ou somente Papá, como ela o chamava com afeto — assistia à cena com um olhar dividido entre resignação e incredulidade. Ele usava um moletom cinza e pantufas, simbolizando perfeitamente sua vibe caseira e tranquila.
Ao fundo, a porta da casa estava entreaberta, revelando um corredor decorado com pôsteres vintages de novelas antigas e uma cômoda entulhada de miniaturas de prêmios que Lulu dizia merecer.
— Lulu, minha querida… — começou Papá, cruzando os braços e encostando-se à porta. — Você precisa mesmo fazer isso agora? Está frio e você nem terminou o café da manhã…
Luciana virou-se para encará-lo, com as mãos na cintura e o semblante inflamado de indignação teatral.
— Meu amor, o Brasil precisa de mim! Sou a Joana D'Arc dos caminhoneiros, a voz da resistência! Como você pode querer que eu fique quieta diante de tanta injustiça?
Papá coçou a cabeça e olhou para os vizinhos, claramente se divertindo com a atuação dela. Uma senhora de casaco grosso e bobs no cabelo observava tudo da calçada, segurando um cachorro no colo, enquanto tentava conter uma risada.
— Lulu, você não acha que está exagerando um pouquinho? — insistiu Papá, ainda tentando manter a paciência.
— Exagerando? — Ela colocou a mão no peito, ofendida. — Sou uma atriz engajada, estou cumprindo minha missão de fazer a diferença no mundo! E hoje é um dia histórico, Mozão, a prisão do Temer é um marco!
Papá suspirou, percebendo que qualquer tentativa de argumentar seria inútil. Ele apontou para a câmera equilibrada em um tripé instável, cercada por sacolas plásticas dançando ao vento.
— Pelo menos termina logo a sua live… e coloca um casaco, pelo amor de Deus.
— Eu não preciso de casaco! — retrucou Luciana, jogando os cabelos para trás. — O calor da revolução me aquece!
Luciana, com a bandeira ainda firme nas costas e o cabelo impecavelmente preso em um coque alto, posicionou-se no centro da rua, criando seu palco particular. O vento frio balançava as sacolas que rodeavam o tripé da câmera, enquanto ela se preparava para apresentar sua obra-prima musical: Pagodão do Sarcófago.
Segurando uma colher de pau como microfone, Lulu começou a cantar, intercalando passos desajeitados de samba com movimentos de pura expressão dramática.
— A polícia invadiu o sarcófago
O Drácula saiu da tumba
E recebeu voz de prisão
Despenteado e sem capa
Foi parar no camburão!
O ritmo pegava, e Lulu dava o seu melhor nos passos. Papá, agora usando uma manta para se proteger do frio, observava de longe, com as mãos nos bolsos e um sorriso quase resignado.
— Esperei o hexa,
ele não chegou
Mas hoje meus fogos vou soltar
Laiá laiá
Animação por aqui não vai faltar
Laiá laiá
A cada “laiá laiá”, Lulu gesticulava com fervor, apontando para os vizinhos que ainda observavam atônitos e divertidos. Os comentários no seu canal explodiam com emojis e frases como “Lulu 2026 é realidade!” e “Rainha do pagode e da revolução!”
— O GIGANTE ACORDOU, O GIGANTE ACORDOU! — gritava Lulu entre os versos, batendo palmas com intensidade teatral. Ela gesticulava como se estivesse convocando a audiência digital para uma marcha patriótica ao som do pagode.
Papá, finalmente se aproximando, tentou intervir: — Lulu, por favor… você já marcou sua presença, mas está muito frio… vamos para dentro, meu bem.
— Eu não posso parar agora, Mozão! — retrucou ela, com olhos brilhando de emoção. — O Brasil precisa de mim, e o meu público está esperando o gran finale!
Papá, agora visivelmente incomodado com os gritos e gestos dramáticos de Lulu, cruzou os braços e tentou mais uma vez chamar sua atenção:
— Lulu, meu bem, não faz sentido continuar… Está frio e você já está ao vivo há horas!
Luciana girou em direção ao namorado, com uma expressão exageradamente ferida, como se ele tivesse acabado de insultar todo o seu legado artístico.
— Não faz sentido? Você está dizendo que a minha luta patriótica não faz sentido? Papá, eu não posso acreditar nisso!
— Eu só estou tentando dizer que… — Papá começou, mas foi interrompido por Luciana, que jogou os braços ao céu em puro drama.
— Sabe de uma coisa? Você não me apoia! Você devia ser meu maior fã, mas nem isso você consegue fazer direito!
A bandeira tremulou atrás dela enquanto Lulu entrava na casa a passos largos, suas sandálias batendo ruidosamente no chão de madeira. Papá, exasperado, seguiu atrás, tentando acalmar a situação:
— Lulu, não é isso! Você sabe que eu te amo e que quero o melhor para você, mas…
— Ah, então agora quer me dar lição de moral? — disse ela, parando na porta do closet e se virando dramaticamente para encará-lo. — Muito obrigada, mas eu não preciso disso!
E assim começou o clássico “vai e vem” do casal, onde Lulu disparava declarações inflamadas e Papá tentava manter a calma, claramente sem conseguir acompanhar o ritmo da estrela em ascensão. No final, ela trancou a porta do closet e gritou:
— Vou dormir aqui hoje! E pode esquecer de pedir desculpas, porque eu não quero ouvir!
Dentro do closet, Lulu montava sua “fortaleza de revolução”. As roupas penduradas viraram cortinas simbólicas, enquanto uma pilha de almofadas e um tapete fofo se tornavam seu “trono”. Com a câmera do celular estrategicamente posicionada sobre uma pilha de caixas de sapato, ela iniciou outro discurso fervoroso para sua audiência:
— Pessoal, eu estou aqui, no meu bunker patriótico, porque as pessoas às vezes não entendem o meu propósito! Mas eu não desisto! Vou seguir lutando pelo Brasil, mesmo que incompreendida até em minha própria casa.
Do lado de fora, Papá estava encostado na parede do corredor, massageando as têmporas enquanto conversava com a empregada que segurava o celular e fazia comentários baixinho:
— O senhor é muito paciente, viu, seu Papá? Parece até santo…
— Isso porque você não viu como ela estava ontem. — Papá balançou a cabeça com um meio sorriso.
Finalmente, ele decidiu intervir.
— Lulu… Vamos resolver isso como adultos? Abre a porta, por favor.
— Papá! — ecoou de dentro, abafado pelas roupas. — Não adianta bater! Aqui só entra quem acredita na revolução!
Papá suspirou e se abaixou para falar com mais clareza:
— Lulu, minha revolução é te convencer de que esse closet não é um palácio presidencial, e que sua saúde é mais importante. Vamos tomar um chá e conversar.
A porta rangeu lentamente, revelando Lulu com uma tiara de brilhantes que pegara de uma de suas caixas.
— Chá? — Ela fez uma pausa, refletindo com drama. — Só se for com torradas e geleia.
Papá sorriu, percebendo haver vencido dessa vez. Ele estendeu a mão, ajudando Lulu a sair de sua “fortaleza”.
— Torradas e geleia, com certeza. E uma pausa para você respirar, minha Joana D'Arc do closet.
Arquivo Malacubaca | A estréia de Noviça (1984)
Boletim Extraordinário
Direto do Túnel do Tempo - 21 de Abril de 1984
Foi nesse dia estranho que a jovem repórter Carmen Angélica Esteves, recém-contratada da Malacubaca, entrou no ar pela primeira vez. Conhecida como Noviça — apelido que ainda era motivo de cochichos nos bastidores da redação —, ela foi escalada para cobrir o expediente do feriado de Tiradentes enquanto os colegas mais experientes descansavam nas praias do litoral sul.
O plantão, que prometia ser monótono, virou um turbilhão: três óbitos consecutivos no mesmo endereço, uma velha pensão do centro de Balneário dos Anjos , abalaram o noticiário e colocaram a cidade em estado de alerta.
As vítimas
- 01h32: O senhor Isaías Porto, relojoeiro aposentado, foi encontrado sem vida em seu quarto. Suspeita inicial: ataque cardíaco.
- 04h15: A jovem Mirtes Maria, datilógrafa de 24 anos, apareceu morta na lavanderia da pensão. Suspeita: queda acidental.
- 07h00: A dona da pensão, Raimunda das Dores, 63 anos, foi encontrada sem sinais vitais na sala de estar. Suspeita: envenenamento.
"Coincidência demais?" — indagou Noviça
Em sua cobertura dramática, a repórter não se contentou com os laudos iniciais e lançou hipóteses ao vivo sobre a existência de uma possível maldição na casa, ou mesmo de um assassino silencioso agindo na madrugada. Seus trechos narrados com voz embargada e olhos arregalados marcariam o estilo da jornalista dali em diante.
“Quem se beneficia com a morte da proprietária da pensão?” — perguntou, em tom conspiratório. “E o que une essas três vítimas? Seria um caso de vingança antiga, ou apenas o destino zombando de nós?”
O principal suspeito
A Noviça apontou o inquilino do quarto 8, o misterioso Seu Reinaldo, como possível elo entre as três vítimas. Ele havia discutido com Isaías dias antes, era ex-namorado de Mirtes e devia dinheiro a Dona Raimunda. Fugiu da cidade naquela manhã e nunca foi encontrado.
O desfecho do caso
As autoridades arquivaram o inquérito como coincidência trágica, mas a cobertura de Carmen Angélica virou lenda interna na Malacubaca. Com três enterros cobertos em menos de 12 horas, ela ganhou fama de "repórter do além" e passou a cobrir casos cada vez mais macabros.
Anos depois, transformaria sua voz e sua verve mórbida no programa Madrugada Animada, onde contava contos da cripta, histórias de amor fadadas ao fracasso e especulações cósmicas envolvendo OVNIs e perfumes vencidos.
Arquivo Malacubaca | PÔ PAI - CASOS DE FAMÍLIA: EU SÓ POSSO TER FUNDADO A TERRA DO NUNCA (2012)
(um oferecimento do Arquivo Malacubaca)
Beto colocava o despertador para tocar pouco antes de começar Bob Esponja na TV. Era sagrado. Mas mal pisava fora do quarto, dava de cara com o pai, Augusto, que não escondia a decepção ao vê-lo em casa em plena manhã de dia útil.
— O senhor não devia estar na aula, Roberto? — perguntou o médico, com a sobrancelha arqueada.
— Pô, pai... Que é isso? Hoje eu não tive as duas últimas aulas...
— Ontem você também não teve.
— Cheguei atrasado porque choveu forte.
— Se não fosse eu te cutucar, você nem saía daquela cama.
— Pô, pai. Eu não ia à aula com chuva.
— Hoje não está chovendo. Por que não está na aula?
— Porque eu já disse... O ‘fessor’ de Física faltou.
Augusto cruzou os braços, desconfiado.
— Que raio de cursinho é esse em que os professores vivem faltando? O que dirá dos alunos? Se não é professor que falta, é porque a matéria não cai no vestibular, ou é semana do saco cheio... Uma beleza. E assim nosso país vai pra frente.
Arquivo Malacubaca 🎥 | Lulu, a mártir dos caminhoneiros/Cobertura especial da Malacubaca (2018)
Arquivo Malacubaca | A televisão que lia pensamentos (2020)
Por Marisol de Moura
Eu sempre gostei de ir com o meu pai até a emissora, principalmente quando ele estava no ar com o boletim do tempo. Às vezes, passava o dia inteiro por lá e, quando não estava com ele, ficava acompanhando os jornalistas ou ouvindo histórias engraçadas. A Noviça, por exemplo, sempre tinha alguma coisa inusitada para contar. Foi ela quem me apresentou à Jaqueline, a filha dela, que também andava por lá de vez em quando.
Uma vez, depois de um dia de gravação, a Jaque me levou ao fliperama para conversar, e foi lá que ela me contou uma história tão doida, mas tão engraçada, que eu não consegui parar de rir. Ela falou sobre a televisão da mãe dela, que tinha um chip japonês que lia pensamentos!
Eu sei, parece coisa de filme, mas a Jacky falou sério. Disse que a mãe dela cobria a TV com um pano à noite, porque achava que os asiáticos poderiam ver tudo o que acontecia na casa e até ouvir o que ela pensava.
Quando contei essa história para a Fabiana e para a Duda, elas se divertiram tanto, que comecei a pensar que seria uma boa ideia escrever sobre isso. Fui tão inspirada por aquelas risadas que, no dia seguinte, peguei meu caderninho e comecei a escrever uma história sobre duas irmãs que ficam presas dentro de uma televisão. Elas começam a viver dentro de todos os canais e, no final, conseguem se salvar. Tudo isso, claro, por causa da tal TV que “lê pensamentos”.
Não sei por que, mas me deu uma sensação boa escrever sobre isso, como se, de alguma forma, fosse a minha própria aventura também.
Arquivo Malacubaca | O feriado dos Boletins Extraordinários (1998)
Abril de 1998. Um feriado prolongado que prometia ser pacato virou um verdadeiro turbilhão de notícias para a redação da emissora fictícia mais dramática do universo: a Malacubaca.
E quem ficou de plantão? Claro que ela, Carmen Angélica Esteves, nossa gloriosa repórter conhecida como Noviça, que trocou a folga de Tiradentes pela Páscoa e acabou amargando a escolha — e no ar, várias vezes ao dia!
Frases mememoráveis... ou não | Pérolas de Sabedoria, por Lulu
💡 Nota da autora: Gente, a Lulu é minha musa fictícia, uma máquina de gafes e pérolas que vive em um universo onde exagero e sarcasmo reinam, ou melhor, na Malacubaca. Ela não tem compromisso com a realidade — muito menos com física, economia ou pandas na varanda! Então, antes de ligar para o IBAMA ou mandar uma carta para Clarice, lembrem-se: é tudo brincadeira. Afinal, rir um pouco é sempre bom, né?
Com sua habilidade única de transformar qualquer conversa em uma mistura de comédia e confusão, Lulu, a filósofa não-oficial de Malacubaca, voltou com suas frases mais memoráveis. Prepare-se para reflexões que desafiam a lógica e arrancam risadas: porque na mente da Lulu, qualquer coisa faz sentido, desde Aristóteles até a pirâmide do Egito!
🎥 LIVE DO TINO: DIREITO DE RESPOSTA
⚠️ AVISO IMPORTANTE Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das ob...
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"Eu não sou uma fraude por não saber tudo porque tenho a humildade de buscar aprender o que não sei. Minha força não está na perfeiçã...
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Sandy Leah muito bem cantou sobre ter grandes sonhos, as costas doerem, ser jovem demais para ser velha e velha demais para ser jovem. Há an...





