Mostrando postagens com marcador rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rock. Mostrar todas as postagens

Terças com Tita | Simplesmente Tita, simplesmente emo

 

Quis ser muitas coisas nesta vida. Entre elas, ser cantora e líder de uma banda de rock. Como desafino cantando até "Parabéns a você", tentei escrever boas letras, as quais admito serem melhores do que muita coisa que toca nos top 50 dos aplicativos de streaming musical, mas isso é conversa para outro dia. 

Nunca consegui reunir pessoas suficientes para formar um grupo musical, como também nunca fundei um clubinho lá na tenra infância, porém, a inteligência artificial me permitiu realizar esse desejo de ver minhas letras transformadas em canções. 

Mary Recomenda | Se não eu, quem vai fazer você feliz? - Graziela Gonçalves

 

Joe Cool leu de óculos escuros porque os olhos dele suaram (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary)

Há 13 anos, 6 de março carrega consigo uma nuvem de dor, não é uma data que gostemos de lembrar… a propósito, queríamos que ela nunca tivesse existido. Infelizmente, Chorão se foi, deixando saudades, sonhos inacabados e sua obra que ainda hoje nos consola nos dias de luta e nos de glória também. 

A edição do Mary Recomenda de hoje presta um tributo mais do que merecido a Alexandre Magno Abrão, nosso querido e inesquecível Chorão, por isso escolheu indicar a obra Se não eu, quem vai fazer você feliz?, da autoria de Graziela Gonçalves, a querida e inesquecível Grazon, leitura indispensável.

Destrinchando a Letra | 25 anos de All that you can't leave behind

All that you can't leave behind comemora jubileu de prata 


Em outubro de 2000, a banda irlandesa U2 lançou seu décimo álbum de estúdio, All That You Can’t Leave Behind, marcando mais que um lançamento: um reencontro com sua essência. Produzido por Brian Eno e Daniel Lanois, o álbum representou uma volta ao rock melódico, após anos de experimentação sonora nos anos 90. 

Mary Recomenda | Só Garotos - Patti Smith

 

Hoje é dia de mais uma edição do quadro “Mary Recomenda”, aquele cantinho do blog onde compartilho uma leitura que me pegou pela mão — ou pelo estômago. E não precisa ser perfeita, nem fechada, nem “melhor livro da vida”. Basta ter me tocado de algum jeito.
O escolhido da vez é Só Garotos, de Patti Smith.

Destrinchando a Letra | I Love Rock 'n Roll – Joan Jett & the Blackhearts

Julho está chegando ao fim, mas para fechar o mês do rock com chave de ouro e muita atitude, o Destrinchando a Letra de hoje taca o pé na porta com Joan Jett & the Blackhearts. 
“I love rock 'n' roll / So put another dime in the jukebox, baby”
Aqui, a sofrência não tem vez. Aqui, é rock 'n roll, atitude, rebeldia. Aqui, não tem espaço para clean girls e sua paleta de bege-vômito a verde-cocô-de-barata, não tem submissão para macho escroto, é energia de mulher empoderada de verdade mandando a real… aqui, somos weird girls com orgulho, batom vermelho, estampas que não querem combinar, muito rock tocando na vitrola e amor, só se for de alguém que não tem receio da verdadeira energia feminina, a da mulher que subverte o sistema em vez de se moldar a ele.

Destrinchando a Letra | (I can't get no) Satisfaction

 🎙️ "I can’t get no satisfaction / 'Cause I try and I try and I try and I try..."

Lançada em 1965, “(I Can’t Get No) Satisfaction” é um hino de inconformismo que atravessou gerações. Os Rolling Stones, com sua aura provocadora e sexual, deram voz a uma juventude que já não se contentava com o que a sociedade vendia como “felicidade”.

No Destrinchando a Letra de hoje, mergulhamos na revolta de Mick Jagger e Keith Richards contra a padronização do consumo, a hipocrisia midiática e o vazio existencial de um mundo cada vez mais plástico. A música é mais do que um desabafo: é uma crítica enérgica à cultura de massas e aos padrões impostos — inclusive ao que se esperava dos próprios roqueiros.


Destrinchando a Letra | I Was Made for Lovin’ You — KISS

Na virada da década de 70 para os anos 80, o KISS ousou ao lançar uma canção que unia o peso do rock com os elementos dançantes da Disco Music. “I Was Made for Lovin’ You” não somente marcou uma das fases mais comerciais da banda, como também revelou que até o rock mais performático podia, sim, falar de amor — e falar bem.

Nas Lentes da Malacubaca | Dia Mundial do Rock: da rebeldia ao ringtone de operadora

 

Quando o grito virou trilha de comercial — e ainda assim, resistiu.

“13 de julho é Dia Mundial do Rock. Mas o que é o rock — e o que ele se tornou?”
“Entre guitarras distorcidas, censura, rebeldia de palco e figurinha em álbum teen, o rock foi da revolução à indústria.”


📺 Introdução

“Quem transformou o barulho em símbolo?”
“Como um gênero nascido na fúria virou trilha de propaganda de carro?”

No dia 13 de julho de 1985, o mundo assistia a um dos maiores festivais da história: Live Aid, evento simultâneo em Londres e na Filadélfia com lendas como Queen, U2, Led Zeppelin, David Bowie e The Who, transmitido para mais de 1 bilhão de pessoas.

A data ficou conhecida, com o tempo, como Dia Mundial do Rock — embora essa celebração só tenha pegado mesmo no Brasil.

E é aqui que a história fica mais interessante.


🗿 Origens e contracultura: quando o rock era revolução

Nascido da mistura entre blues, gospel e música negra nos Estados Unidos dos anos 1950, o rock foi, desde o início, um grito incômodo. Não era sobre técnica. Era sobre atitude.

Nos anos 60 e 70, o rock foi:

  • Motor do movimento hippie;

  • Trilha sonora contra a Guerra do Vietnã;

  • Expulsão do “bom gosto” da elite;

  • Sinônimo de juventude barulhenta, suada e pensante.

De Jimi Hendrix queimando guitarras a Raul Seixas pregando sociedade alternativa, o rock ainda não cabia em comerciais — mas cabia em corações indignados.


🇧🇷 O Brasil descobre o rock — e o censura

No Brasil, o rock chegou com Tim Maia, Roberto Carlos (sim!), Mutantes e Raul. Mas logo foi vigiado, censurado, perseguido. As bandas que sobreviveram nos anos 70 e 80 o fizeram com resistência criativa.

Com o fim da ditadura, o rock BR explodiu nos anos 80: Legião, Titãs, Barão, Plebe, Ultraje, Paralamas — todos colocando o dedo nas feridas abertas do país.

E então chegou o Live Aid… e mais tarde o Rock in Rio.
E mais tarde… a MTV.
E mais tarde… as boybands, o emo, o rock de FM.


📻 O rock em 2001

No ano da novela Os Desencontros do Cupido, o rock já vivia um novo ciclo:

  • A explosão de bandas como Linkin Park, Evanescence, Nickelback, The Strokes;

  • O boom do emo/screamo alternativo no underground;

  • No Brasil, CPM 22, Detonautas, Pitty e Charlie Brown Jr. ganhavam força;

  • O rock voltava a ser “coisa de jovem” — mas agora disputando espaço com o pop pasteurizado.

Muitos diziam: “o rock morreu.”
Mas, na verdade, ele só havia mudado de roupa — e de gravadora.


🎧 Reflexão final

O rock não acabou. Ele só não está mais nas paradas — está nos porões, nos fanzines, nas playlists caseiras e nos gritos abafados.

“Enquanto houver injustiça, haverá alguém escrevendo uma música de três acordes para enfrentá-la.”

O rock pode não salvar o mundo. Mas sempre terá um microfone ligado para quem quer gritar.


📚 Referências (ABNT)

  1. NAPOLITANO, Marcos. Seguindo a canção: engajamento político e indústria cultural na MPB (1959-1969). São Paulo: Annablume, 2001.

  2. TRINDADE, Fábio. A história do rock brasileiro. São Paulo: Panda Books, 2007.

  3. WIKIPÉDIA. Dia Mundial do Rock. Wikipédia: a enciclopédia livre, 2024. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_do_Rock. Acesso em: 15 jun. 2025.

Destrinchando a Letra | War Pigs – Black Sabbath

O grito anti-guerra que moldou o heavy metal

Imagine um campo de batalha em chamas. Sirenes ecoando como lamentos. O céu cinza de fumaça e medo. Agora troque as armas por guitarras e a submissão por denúncia. É nesse terreno que o Black Sabbath finca os pés para compor War Pigs, talvez uma das maiores críticas musicais à guerra já escritas.

Lançada em 1970, a música não só escancara os horrores da guerra do Vietnã, como também constrói uma narrativa política densa — onde os verdadeiros vilões vestem terno e assinam decretos de morte no conforto de gabinetes. Aqui não se canta por cantar: se canta para gritar.

Destrinchando a Letra | Walking on the moon - The Police

Julho é o mês do Rock “n” Roll, bebê. E aqui no OCDM é julho o ano inteiro, então nem venha com sofrência e autotune que aqui amamos solos de guitarra, coturnos, letras atemporais e metáforas etéreas.
Neste mês, o Destrinchando a Letra será totalmente dedicado ao rock. Para iniciar com estilo e tradição, a escolha de hoje é Walking on the moon, do The Police.

Destrinchando a Letra | The little things you give away - Linkin Park

 


"The Little Things You Give Away" do Linkin Park, como muitas das suas canções, tem um toque pessoal e profundo. O processo criativo da letra de Mike Shinoda e Chester Bennington reflete um olhar sobre as pequenas coisas da vida que, muitas vezes, negligenciamos, mas que, no final, são as mais significativas. 

Destrinchando a Letra | Time the avenger - The Pretenders

 


"Time the Avenger" é uma canção do álbum Learning to Crawl (1984) da banda Pretenders, liderada por Chrissie Hynde. A música é uma balada com uma sonoridade intensa e poética, marcada pelo estilo único da banda, que mescla elementos de rock, new wave e até uma certa melancolia no tom das letras.

Converse All Star – Um Século de Estilo, Rebeldia e Memória

 

Ilustração inspirada em uma imagem real, adaptada para anime do Studio Ghibli (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary/Chat GPT)

Do basquete à contracultura, do pé da sua mãe ao seu: a história afetiva do tênis mais querido do mundo.

Por Mary Luz 

Bonito? Sem dúvidas.
Confortável? Com certeza.
Estiloso? Modéstia à parte, sua permanência já é uma resposta!

Mais do que uma moda passageira, o Converse All Star ultrapassa gerações, se estabelece como ícone da cultura pop e, não menos importante, conta a minha própria história.

Você sabia que esse tênis tão presente nos pés e nas memórias afetivas de milhões tem mais de 100 anos de existência?

A equipe do OCDM viajou pela história para descobrir por que o tênis mais querido do mundo se tornou um fenômeno atemporal, rebelde e afetivo.

Destrinchando a Letra | Life is simple in the moonlight - The Strokes

 


"Life Is Simple in the Moonlight", faixa que fecha o álbum Angles (2011) dos The Strokes, é uma verdadeira contemplação sobre a vida, a inocência perdida e a luta interna para manter a simplicidade num mundo cada vez mais complicado.

Essa música foi composta em um momento em que a própria banda enfrentava conflitos internos, e isso se reflete no tom de certa melancolia, mas também de aceitação serena que permeia a canção.

hoje é dia do rock!








 hoje é dia de rock, bebê.
rock é minha filosofia de vida, minha expressão, minha atitude, minha poesia, meu ser, meu amor. não é modinha efêmera, é o todo. é só amor.

Cinco anos sem você, vó

Não parecia um autêntico sábado de verão. Mal começou e ficou suspenso num tempo indefinido entre tudo que acabou e tudo que jamais voltará ...