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Feliz aniversário, Ezi! ✨🎂

 


Que alegria imensa poder comemorar mais um aniversário seu, querida amiga! É sério, parece que foi ontem o seu aniversário passado, que caiu num domingo de Páscoa, e até o retrasado, aquele em que você, a Carolzinha e eu fomos àquela exposição do Monet lá no Mueller, mas cá estamos, um ano de muitos mais que esperamos vê-la celebrar.

A vida adulta pesa consigo. São tantos compromissos, afazeres e prazos que o cansaço responde antes do corpo, porém as verdadeiras amizades não são taças de material frágil, a fortaleza delas é comparável aos troncos dos carvalhos e resistem àquelas fases em que a rotina parece sufocar a criatividade, desbotar as cores e ser cumprida de forma mecânica.

Nossos amigos são esses faróis que nos lembram de quem somos quando a tristeza tenta confundir os sentidos, mesmo quando pensamos estar sós. Cada reunião serve de bálsamo para acalmar o coração a respeito daquilo que não depende somente de nós, recarregar as energias e agradecer pelos momentos em que simplesmente deixamos a seriedade de lado e rir, brincar, sem ouvir as groselhas que a pressa se antecipa em dizer para pesar o clima.

Nunca terminamos um ano do mesmo jeito que começamos. Suas mudanças de visual delimitaram as várias fases de 2025. O resultado fica em segundo plano quando você para e reflete que ao menos você se permitiu mudar, arriscar, não deixou tudo só na promessa, esperando um dia perfeito que pode nunca vir.

Talvez você não sinta isso agora, mas se você olhar para trás, não deixe de sentir orgulho de si pelas inúmeras conquistas. Não abra mão da sua independência por nada, nem por ninguém. Você merece ser feliz e guardar espaço na alma para carregar os seus sonhos, não as críticas alheias, nem os pré-conceitos de ninguém.

Você não é um “tanto faz”, você merece ser amada por alguém que deseje estar ao seu lado, sem desculpas, sem joguinhos. Você merece um brinde no alto de uma cobertura, com alguém que segure na sua mão e veja o fulgor das estrelas no seu olhar, alguém que, ao te abraçar, sinta a responsabilidade de cuidar do seu mundo inteiro. Não aceite menos, nem quando a carência vier com conversinha mole.

Mas hoje o choro só está liberado se for de alegria e emoção. Lute com unhas e dentes pelos seus sonhos, seja uma leoa determinada, seja por você antes de qualquer outra pessoa. Sofrer na vida faz parte, porém, não se torture pelo que não depende de você e tenha a certeza de que o mesmo vento que arrasa tudo que vê pela frente também é aquele abraço gostoso num dia abafado.

Perdoa o textão e se eu viajei muito na maionese tentando “falar bonito”. Não sei me limitar às frases feitas, gosto de não colocar amor em tudo que faço, em cada palavra escolhida e pensada para fazer sentido daqui a muitos anos ou diversas outras versões suas — e não somente neles.

Saúde, alegria, paz, realizações, prosperidade, amor, coragem, determinação… ah, são tantos os pedidos. Que a luz do seu sobrenome te guie a cada escolha e essa mensagem te abrace caso eu não esteja por perto. Obrigada por existir.

Com carinho,

Mary =)

1000 cartas de amor | Dona do meu coração (março de 2017)

 


Era tão estranho pensar no primeiro parágrafo, ele era a base para os demais, mesmo porque não houve uma data estipulada para se desdobrar uma reflexão (conclusões me atordoam por demais), são pequenas constatações que me levam a falar de amor depois de tanto tempo. Desconfortável, por assim dizer. Não estava nos meus planos. As palavras não foram idealizadas, apenas se encaixam em prol da necessidade de dividir com mais alguém que já não sou mais a mesma e meu coração está cheio de desejo, alegria, paixão (no sentido de destemor, não de destempero).
A vontade crescente me arrebatou aos pouquinhos, sem escândalos, tencionava não passar de inspiração no meio da noite, a ânsia constante e inquieta por desaguar tantas ideias reprimidas num lugar onde elas não se voltassem contra mim. As teclas se moveram num gesto espontâneo, deixando tão claro que pela primeira vez na vida sinto-me em paz, feliz por estar onde estou; concentrada no presente e não mais olhando para trás a lamentar aquilo que não estava destinado a ser meu, ora por não me fazer bem, ora por não ser o “momento”. Cada época com o seu propósito.

É possível viver sem AMIGOS? (nova versão)

Dizem ser impossível viver sem amigos. Numa fase de profunda descrença, escrevi um desabafo até um pouco amargurado para defender meu ponto de vista. Hoje, entretanto, o revisito para constatar que mudei de ideia. Mesmo assim, não posso mentir que não me sinto abandonada pelas pessoas que disseram que eu sempre poderia contar com elas, mas pode ser que eu não esteja enxergando algo na situação, nada além do meu desamparo, então, não me coloco como "dona da razão"; muito pelo contrário, me disponho inteiramente a escrever quantas versões forem necessárias se em cada uma delas eu puder me redimir.

Carnaval com serpentinas, pixels e cores vibrantes


Ontem foi aniversário de uma amiga muito querida e nós fomos celebrar a data, em clima de Carnaval. Foi um rolê entre amigas tão divertido e tão agradável que mal vimos a hora passar. Literalmente, só saímos quando até a praça de alimentação estava fechando, mas não fomos as únicas.

O Shopping Estação preparou uma programação especial para os pequenos nestes dias de folia, com direito até à Capivara Maquinista dando o ar da graça. Inclusive, quem entrar pela rua Rockefeller, que já acesso à Renner, bem pertinho está montado um palco bem colorido onde a mascote põe todo mundo para dançar.

No entanto, no segundo piso, está tendo uma feirinha para quem curte cultura pop, nerd e geek. Somente neste fim de semana. Para quem é de Curitiba e tiver interesse, a feira funcionará ao longo de todo o domingo (15) e a entrada é franca.

🎉 Um dia em 1995 🕹️🍌💿



Você acordou… em fevereiro de 1995. Sei, seu primeiro pensamento foi “deu ruim”. Na verdade, ninguém fala desse jeito. O vocabulário é outro: se algo é legal, dizemos que é “massa”; se alguém é chato, chamamos de “mala”.

No começo, dá um branco. Você pensa que teve um daqueles sonhos estranhos onde não consegue se mexer, no entanto, você nunca esteve tão bem, seus sentidos estão despertos e aguçados e todos os seus brinquedos estão na prateleira ou no baú, ou mesmo espalhados pelo recinto.

Sintonia

 

Após a chuva de verão (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary)

Escrito em janeiro de 2018, “Sintonia” nasceu de reflexões sobre as nuances das conexões humanas. Esses encontros — uns superficiais, outros profundos — carregam consigo uma beleza e complexidade que permanecem tão atuais quanto naquela época. Hoje, compartilho este texto com a esperança de que ele possa inspirar você a valorizar os instantes de verdadeira sintonia que encontramos ao longo da vida.

Perto dos quarenta, longe da tomada

 


Envelheci 20 anos nas duas últimas semanas ou, sem os óculos de sol que as ondas arrastaram, a realidade ganhou contornos de uma nitidez inquestionável? Olha eu tentando falar bonito e me pagar de cronista extraordinária, quando não passo de uma reles escrevinhadora, a apelar sem muita firmeza para a falsa modéstia, quando o que não tenho mais é tempo para depreciações.

Toda essa comoção sobre “2006 já fazer 20 anos” não é só papo de rede social. A Copa na Alemanha, de tão decepcionante desfecho, completa duas décadas. Era o primeiro passo de uma longa e insegura travessia, ninguém de nós sairia ileso dessas porradas que a vida dá, às vezes na surdina, sem motivo, só porque estar na chuva significa se molhar e arriscar perder tudo, até mesmo aquilo que nem se tem.

Que venham os 40

 

Ilustração de Júlia Mirella Menezes Gutierrez Carrasco criada por Inteligência Artificial

Aquele era meu primeiro dia na escola nova. Tudo que eu queria era esquecer o que aconteceu antes, tudo que você soube depois e não soltou a minha mão. Você chegava ao lado da Deh, com os cabelos pretos, longos e esvoaçantes, a bolsa lateral de barbantes balançando junto, parecendo tão animada para começar tudo de novo. Seu sorriso foi a ponte que rompeu quaisquer silêncios que pudessem formar um muro entre nós. Esse é o nosso clichê de amizade, não posso reescrever diferente disso.

A cultura pop nos “ensina” que meninas bonitas com tendência à liderança geralmente são perversas, mas você quebrou todos esses paradigmas, bem como quebrou muitos outros. O mais importante deles inspira esta homenagem. Superamos os tempos de escola, os dramas de jovem adulta, crises políticas, pandemias (desinformação também conta) e rumamos para um jubileu de prata especialíssimo, que será devidamente celebrado em fevereiro próximo.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 8: Fim de festa? (2013)

 

Parte 8: Fim de festa? 

— Minha amiga oculta — anunciou Edu, segurando um embrulho cor-de-rosa com detalhes de patinhas: — É... Ela é... Bom… Ela é... Ela gosta de cachorrinhos…
 
Jaqueline sorriu e levantou-se do sofá para receber o presente.

— Eu não vim com discurso pronto, sabe como é… não sou muito bom em discursar como o nosso amigo Luís Carlos, mas quem sabe faz ao vivo. — Edu brincou com a amiga oculta: — Eu havia pensado em comprar o cd da Anitta, mas… acho que disso você fará mais proveito.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 7: Amigo oculto ou amigo da onça? (2013)

 

Parte 7: Amigo oculto ou amigo da onça?



Narrador: E voltamos! Voltamos com o Especial de Natal da Mão de Vaca… ops… da Malacubaca… ( resmungou baixinho) Estagiário folgado. Não, não, não quis dizer isso, quis dizer: o estagiário é o meu aliado. Tem alguém aqui que não seja eu? Se estiver, por favor, levanta a hashtag #amigoocultoMalacubaca…

William, com cara de poucos amigos, ensaboava os talheres de má vontade e Edu, ao lado dele, tomava conta dos copos. A pia ainda estava atulhada de louças sujas.

— Eu disse… Eu disse… O pior papel sempre é o meu! — choramingou William.
— Agradeça por não ser o anfitrião. — Edu deu uma piscadela marota para o melhor amigo: — Eu disse que minha casa estava em reforma. — deu de ombros. — Jogo de cintura, meu caro.
— Você, hein? Só me fala disso agora, pilantra?
— Vê lá, Will. Pilantra, não. O mundo é dos espertos, Will.
— O castigo vem a cavalo, malandro. Quer dar uma de esperto, mas vai se dar mal. Curioso isso, né? Desde que te conheci, sua casa está sempre em reformas, sua tia-avó já morreu umas duzentas vezes, seu sósia não se cansa de te colocar em encrencas e agora vem com esse caô de ser finalista do Prêmio Ratatouille.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 6: Quem cozinha não lava (2013)

 

Parte 6: Quem cozinha não lava

 



Mais nenhum convidado deu o ar da graça. Noviça, negando até o fim a vontade de cear, olhou as horas e solicitou a atenção de todos:

— Espero que tenham guardado lugar no estômago porque a ceia foi preparada para contemplar todos os gostos.

Todos comemoraram.

— Se houver mais alguém aqui que por costume não consuma carne animal, preparei alternativas vegetarianas… — anunciou a diva.
— Filipo agradece a consideração — manifestou-se Jaqueline.
— De novo esse troço de Filipo? — ralhou Noviça.
Quem é Filipo? É namoradinho? — perguntou Edu Meirelles.
— É um porco! — explicou Jaqueline.
— Mais que o Luís Carlos? — provocou Edu. — Porque para superar o Vacão tem que ser porco ao nível executivo.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 5: É pavê ou é pacumê? (2013)

 


Parte 5: É pavê ou é pacumê? 


Narrador da Malacubaca: Voltamos com esse Especial de Natal… Se é que do outro lado existe alguma pessoa nos vendo. Marcianos, alô. Se estiverem nos assistindo, deem um sinal, qualquer que seja ele… Ok, OK. Falando sozinho ou não, o Natal continua… E os convidados aos poucos estão chegando. Vocês sabem, festa em família tem as figuras lendárias: você, ao centro, aquela pessoa que se descabelou, pechinchou, suou em frente ao forno e mal tem tempo de se arrumar porque já tem que recepcionar a todos. No mais, torça para ser divertido, no fim das contas…

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Edu Meirelles, em pessoa, desceu do carro.

— E não é que ele veio? — espantou-se Jaqueline.

Música: Oh Yeah — Yello.

— Mais cuidado com os meus presentes, se não for pedir muito! — pediu Edu a William.
— Nem pense em vir com aquelas piadinhas do tempo que se amarrava cachorro com linguiça — recomendou Gladys.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? (2013)

Parte 4: Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? 

Música: uma trilha instrumental natalina, desde que não seja depressiva.


Alternando com a mensagem do narrador, imagens de belos natais em cidades do hemisfério norte e o funcionamento da Malacubaca, a movimentação da redação, dos funcionários…

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 3: Habemus Grinch (2013)

 


Parte 3: Habemus Grinch



Para receber as visitas na casa, a diva teve muito trabalho para deixar tudo limpo e não esteve sozinha. Gravou de antemão as edições referentes ao Natal e ao ano-novo do programa e desde manhã cedo ocupava-se em faxinar, contando com a ajuda de Lilly, Luís Carlos e Jaqueline, embora nosso querido “energúmeno” não gostasse muito de varrer debaixo das camas, contornos, quinas e fosse estabanado por natureza.

— Nem. Pense. — advertiu Noviça, entredentes. Não por menos, Luís Carlos quase varreu os pés dela. — Ouse fazer isso e será expulso para sempre de qualquer celebração da Malacubaca.
— Foi mal.
— Foi mal — arremedou Noviça.

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Nada animado para ir, Eduardo Meirelles precisou apelar para o Google a fim de descobrir alguma desculpa esfarrapada o bastante para Noviça acreditar. Listou algumas “simpatias infalíveis” para praticar, mas não sem antes recorrer à Renata, ainda se recuperando de uma complexa cirurgia nas costas.

— Vou tentar colocar azeite no umbigo. Dizem que isso afasta compromissos indesejados.
— Onde você leu isso?
— No site dos videntes L&L.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 2: Popstar do Hortifrúti (2013)

 


Parte 2: Popstar do hortifrúti 



Convidado por livre e espontânea pressão, Edu Meirelles prometeu comparecer. Não fazia questão da ceia, mas praga de diva pega, é um mau negócio e recomenda-se não pagar para ver.

Chegou a hora de fazer as compras para a ceia de Natal. Noviça já estabeleceu os pratos a serem servidos, contemplando os gostos de cada um. Aconselharia de antemão a tirar o escorpião do bolso porque, como de praxe em todos os anos, o preço do peru subiu 20,15%.

— Que cara amarrada é essa, Jaqueline? Estamos nos preparando para o Natal, não para um velório! Anime-se, filhota. Entre neste mercado e dê uma olhadinha para a câmera com aquele olhar 43, para mostrar quem manda.
— Mostrar quem manda?
— Ora, vamos alegrar aqueles que trabalham o dia todo com câmeras de vigilância.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 1: Ilustre convidado (2013)

 


Parte 1: Ilustre convidado 


Anfitriã das festas de fim de ano na Malacubaca, Carmen Angélica Esteves decretou que as gravações do amigo oculto deste ano seriam realizadas na casa dela. Atarefada com os preparativos do jantar natalino mais icônico da televisão, a primeira-dama da emissora fazia mistério sobre o que poderíamos esperar na grande noite.

No Natal de 2012, a festa foi marcada por alguns imprevistos: piriri, calorão, briga devido à uva-passa no pudim, e até barraco na troca de presentes, já que o evento contou com mais convidados do que o habitual. Determinada a evitar qualquer caos neste ano, a diva planejava um evento mais classudo, sem brigas e sem muito formalismo, mas repleto de calor humano.

Bolinho

Bolinho, 8/7/2025 — 1º/12/2025 (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary)


Bolinho foi pequena apenas no tamanho. No resto, ela sempre foi gigante: na coragem, na doçura, na inteligência e na capacidade quase humana de amar, ou melhor, que muitos humanos jamais desenvolvem.
Chegou à vida da família como chegam as coisas boas: discretamente, miudinha, com aquele jeito curioso de hamster que primeiro cheira, depois observa e só então se entrega. No entanto, quando se entregou, entregou tudo. Transformou prateleiras em grandes aventuras, rolinhos de papel em moradinhas especiais e o cuidado diário em rituais de afeto.

💌 Para quem um dia me leu e talvez ainda lembre de mim

Às vezes me pego pensando se alguém, em algum canto da internet, ainda lembra dos meus textos.
Das novelas, das personagens, das histórias que nasceram quando o mundo parecia mais leve.
Se alguém ainda lembra da Tita, da Governanta, da Noviça… ou de mim, escrevendo tudo isso com o coração nas mãos.

Os anos passaram, a vida mudou, e por um tempo eu me escondi. Entretanto, nunca deixei de escrever. Nem quando doía, nem quando parecia não haver ninguém do outro lado da tela.

Talvez você tenha crescido, mudado de cidade, esquecido os endereços antigos…
Mas se por acaso cruzar este texto, saiba que eu continuo aqui.
Ainda acredito na força das palavras, na beleza da saudade e naqueles laços invisíveis que o tempo não desfaz.

Se você um dia me leu — se riu ou chorou comigo, se comentou ou só leu em silêncio — obrigada.
De verdade.
Você foi parte de uma fase que me formou e, de algum modo, ainda vive em mim.

20 de julho | Dia do Amigo

 


💌 Amigo de verdade não precisa de filtro, nem de ocasião. Ele aparece nas entrelinhas da vida: num bilhete dobrado no meio do caderno, numa gargalhada que só vocês entendem, numa mensagem às 2 da manhã dizendo “só queria te ouvir”.

🌎 O Dia do Amigo é comemorado em 20 de julho porque foi nessa data, em 1969, que o homem pisou na Lua — um símbolo de que tudo é possível quando há cooperação e confiança. Desde então, a data virou uma forma de celebrar os afetos que escolhemos, os vínculos que não vêm do sangue, mas do cuidado.


🤝 Nem sempre a amizade é perfeita. Mas pode ser o mais perto que a gente chega do amor incondicional.
Amigo é quem te conhece sem legenda.
É quem te defende quando você não está.
É quem te dá bronca, mas também te dá colo.
É quem não te larga, mesmo quando o mundo parece querer fazer isso.

📎 Às vezes a amizade vem da infância. Às vezes de um curso, de uma crise, de um comentário no blog. Às vezes vem de onde a gente menos espera — mas muda tudo.


🎙️ E se você tem uma amiga que te chama de exagerada, te ajuda a terminar um texto, e ainda te apoia quando todo mundo sumiu… escreva para ela hoje. Diga que ela é um lugar seguro no mundo. Porque isso vale mais do que qualquer presente.

📌 Com gratidão, dos Cadernos de Marisol.


Nossos momentos (meu amor é meu abrigo)




Chove lá fora. Bem, bem forte. Constante. Num ritmo interminável e úmido. O contar das horas se dá lentamente. O vento bate nas janelas e arrasta tudo que encontra pela frente. Não vejo as estrelas, mas a noite dá as caras mesmo ao raiar do dia.

Cinco anos sem você, vó

Não parecia um autêntico sábado de verão. Mal começou e ficou suspenso num tempo indefinido entre tudo que acabou e tudo que jamais voltará ...