Mary Recomenda | Todo mundo tem mãe, Catarina — Carla Guerson

A recomendação de hoje expõe as distintas nuances da maternidade, sem romantizar nada, entrelaçando três gerações tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão iguais. Se você busca uma leitura que mergulhe nas complexidades do "ser filha" e do "ser mãe", prepare o coração: vamos falar de Todo mundo tem mãe, Catarina, de Carla Guerson.

a maior liberdade é viver para superar nossos próprios medos, não as expectativas dos outros


Ao longo da vida, aprendi que não devemos viver com o peso de provar quem somos a quem não está disposto a ouvir. Gostos, crenças e preferências são escolhas profundamente pessoais, que não precisam ser validadas ou justificadas. Seja gostar de Chaves, fofurices, usar allstar, preferir rock ao sertanejo, ou mesmo não gostar de algumas coisas. Seja acreditar em Deus sem seguir uma religião ou apreciar a literatura com a liberdade que ela propõe, tudo isso faz parte da autenticidade de cada um.

É curioso como, em tempos de tanta informação, ainda haja indivíduos incomodados com personagens fictícios, submetendo-os a rigorosos julgamentos como se fossem reais, condenando-os segundo os critérios do moralismo de fachada. Segundo Roland Barthes, a literatura nos atribui o privilégio da licença poética, aquele espaço onde os personagens existem além do moralismo da realidade, como espelhos de nossas complexidades. Criticar ou sentir inveja de uma personagem literária é um reflexo de quem observa, não de quem escreve.

Por que, então, continuamos presos à necessidade de agradar ou convencer? A resposta, talvez, esteja no valor que damos à opinião alheia, quando, na verdade, a maior liberdade é viver para superar nossos próprios medos, não as expectativas dos outros.

Aos que ainda gastam energia tentando colocar etiquetas na vida dos outros, um lembrete: viver com autenticidade é um ato revolucionário. E para aqueles que insistem em condenar o que nem existe, talvez seja hora de refletir — não sobre quem apontam o dedo, mas o incômodo projetado no reflexo da ficção.

A vida é curta demais para dar palco ao que não agrega. Que possamos seguir caminhando com nossos próprios sapatos, sem nos preocupar com os calçados dos outros.

13 de fevereiro | Dia Mundial do Rádio

 


Dia Mundial do Rádio: a voz que conecta o mundo

No dia 13 de fevereiro, celebramos o Dia Mundial do Rádio, uma data instituída pela UNESCO para reconhecer a importância de um dos meios de comunicação mais duradouros e democráticos da história.

Sexta-feira 13: mitos e curiosidades

 

Hoje é 13 de fevereiro, sexta-feira de Carnaval e também sexta-feira 13. Sendo você do time dos supersticiosos ou não, tenho mais uma notícia para dar: só em 2026 teremos mais duas sextas-feiras 13, em março e em novembro.

Enquanto uns estão preocupados com o glitter e a fantasia, outros já estão cruzando os dedos e evitando passar debaixo da escada. Afinal, não é todo dia que o Rei Momo divide o palco com o azar! Mas você já parou para pensar de onde vem esse calafrio que sobe a espinha quando olhamos o calendário? 

E se fosse o inverso?

Pouco após terminar o post original, que já estava há muito tempo nos rascunhos, me ocorreu o inverso. Imagine alguém que foi dormir em 1995 e acordou agora… bem, a ficção já trabalhou com essa ideia na novela Andando nas Nuvens (1999), quando o personagem central acorda em 1999 e encontra um mundo bem diferente daquele que deixou, pouco antes de entrar em coma.

(talvez eu atualize esse post, se pintar alguma ideia bacana)

Acho que essa pessoa precisaria de ajudinha para sobreviver no nosso mundo atual, não?
E ela nos reservaria algumas surpresas também... =)

🎉 Um dia em 1995 🕹️🍌💿



Você acordou… em fevereiro de 1995. Sei, seu primeiro pensamento foi “deu ruim”. Na verdade, ninguém fala desse jeito. O vocabulário é outro: se algo é legal, dizemos que é “massa”; se alguém é chato, chamamos de “mala”.

No começo, dá um branco. Você pensa que teve um daqueles sonhos estranhos onde não consegue se mexer, no entanto, você nunca esteve tão bem, seus sentidos estão despertos e aguçados e todos os seus brinquedos estão na prateleira ou no baú, ou mesmo espalhados pelo recinto.

11 de fevereiro | Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

 

Hoje, 11 de fevereiro, celebramos o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. À primeira vista, pode parecer um tema distante do universo literário onde costumo mergulhar, mas a verdade é que escrever e investigar são faces da mesma moeda: a curiosidade.

Mary Recomenda | Todo mundo tem mãe, Catarina — Carla Guerson

A recomendação de hoje expõe as distintas nuances da maternidade, sem romantizar nada, entrelaçando três gerações tão diferentes e, ao mesmo...