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| Captura de tela do The Sims 4 (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
A vida universitária corrobora uma teoria que eu queria veementemente ter refutado: os idiotas também chegam ao ensino superior.
Se em tempos em que a inteligência artificial faz muitos pensarem que a criatividade morreu, ela também nos lembra que a busca pela perfeição não pode e nem deve apagar a nossa essência.
Percebo também que, mesmo tentando fugir, me reencontro cada vez mais nos sonhos de menina, nesses que pensei já não passarem de cinzas, me esquecendo de que, tal como a Fênix, sei ressurgir das cinzas.
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| Aquela capa feita no PhotoScape |
Bem, bem antes de o primeiro capítulo de Confissões de Laly ser publicado em um site fundamental para estar aqui hoje, eu já fui uma menina de 13 anos sonhando acordada, ouvindo música, pintando os cabelos loiros das Barbies com o tubo da canetinha, acompanhada de sonhos, curtindo as férias de julho e com saudades da Copa que rendeu o pentacampeonato ao Brasil.
Selecionar fotos para publicar e honrar este dia como ele merece só parece uma tarefa simples. Sendo Laly uma figura solar, destemida, intensa e carismática, ela detestaria uma estética monocromática, polida, forjada para ser correta e agradar ao algoritmo. Porque quem desde muito cedo lutou pelo direito de existir não desiste ao encontrar uma pedra no caminho.
Captura de tela do The Sims 4 (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) A vida universitária corrobora uma teoria que eu queria veementemente t...