Vesta: a caçula do Cinturão


Se Juno abriu a porteira do cinturão, Vesta, descoberta em 1807 por Heinrich Olbers, chegou para fechar o quarteto original com chave de ouro. Ela é a "caçula" das quatro primeiras descobertas, mas, para a geologia, é o verdadeiro tesouro do Sistema Solar.

Terças com Tita | Manifesto de uma boa perdedora

não sou e não quero ser referência de nada.
zero vocação para encarnar a heroína sofredora. 
sem um pingo de paciência para lição de moral aplaudida.
 

Destrinchando a Letra | Já faz tempo que é noite (horas ou não mais)

Já faz tempo que o Destrinchando a Letra dá o ar da graça na programação do OCDM, mas antes tarde do que mais tarde, temos uma edição extraordinária. O motivo: um sonho. Se você aceitar café com bolo, posso detalhar melhor essa aventura.

Mary Recomenda | A vida mentirosa dos adultos - Elena Ferrante

 

Existem frases que mudam o curso de uma vida. Para Giovanna, essa frase foi ouvida por acaso: "Ela está ficando com a cara da tia Vittoria". Ainda mais quando ela estava entrando na adolescência. Em um ambiente de classe média intelectualizada de Nápoles, onde a beleza e a cultura são moedas de troca, ser comparada à tia "feia, pobre e maldita" é como receber uma sentença de morte social.

É esse o ponto de partida do Mary Recomenda de hoje.

Juno: a espiã do Sistema Solar

Captura de Humo feita com o Stellarium.


Houve um tempo em que o Sistema Solar tinha onze planetas e a imponente Juno ostentava sua coroa. Descoberta em 1804 por Karl Harding, ela ocupava a oitava posição nessa lista, logo após Ceres e Pallas. Ostentando um símbolo próprio e o status de divindade, Juno foi a terceira peça de um quebra-cabeça que acabaria por desmoronar a estrutura clássica do cosmos. 

Foi a sua presença — e o brilho intenso que refletia — que forçou os cientistas a admitirem que o espaço entre Marte e Júpiter não era um vazio, mas uma vizinhança congestionada. Após viajarmos para desvendar os mistérios de Ceres e Pallas, chegou a vez de conhecer Juno. Aperte os cintos e boa viagem!

Mary Recomenda | Minha amiga Anne Frank — Hannah Pick-Goslar

Capa da edição brasileira de Minha amiga Anne Frank, publicado pela Buzz Editora 


Livros necessários nem sempre são fáceis de serem digeridos, sobretudo quando eles nos mostram uma realidade dura, penosa e inimaginável para nós, uma história que não devemos nos esquecer para não repeti-la. O Mary Recomenda de hoje é dedicado a discorrer sobre Minha amiga Anne Frank, de Hanna Pick-Goslar, a querida Hanneli, mencionada no diário de Anne Frank.

Danke Schön, Milka

 

Presente de aniversário Milka (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary)

Esta história começou há dois séculos, em Neuchâtel, na Suíça ocidental, quando o confeiteiro Philippe Suchard abriu sua primeira confeitaria. Naquela época, o chocolate era algo rústico, granulado, difícil de mastigar e caríssimo.

Visionário, Suchard inventou o mélangeur, uma máquina que misturava o açúcar e o cacau por horas até transformá-lo em uma pasta lisa. O grande desafio consistia em conseguir misturar o leite ao chocolate sem que ele estragasse ou ficasse com textura.

Vesta: a caçula do Cinturão

Se Juno abriu a porteira do cinturão, Vesta , descoberta em 1807 por Heinrich Olbers, chegou para fechar o quarteto original com chave de ou...