Infelizmente, nem meu hercúleo esforço para acordar muito cedo para acompanhar o eclipse foi páreo para a realidade: empolgada, esqueci-me de verificar que a Lua se poria em Curitiba por volta das 6h da manhã. Não deu ruim porque a vista compensou tudo, mas vou precisar aguardar uma combinação de estar no lugar certo e com as condições climáticas apropriadas.
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| Registro feito às 5h16 da madrugada da terça-feira (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Dormi bem pouco, pois aquela inquietação do eclipse me fez ter uns lapsos de estar vendo duas luas, outros eclipses, até misturar tudo no inconsciente. Por volta das 4 da manhã, não consegui mais pregar os olhos e tinha, diante da janela, a mais bela compensação.
A Lua resplandecia ao oeste e o tempo foi bem favorável porque essa linha de nuvens não atrapalhou nem um pouco na visualização, muito pelo contrário, até conferiu aquele charme poético que torna cada observação única.
Fiz alguns modestos registros com a câmera do celular… o único recurso utilizado foi a redução da exposição para a luz amarelada não ficar “estourada”.
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| Quem vive em regiões sem tantos arranha-céus pode apreciar a lua por mais alguns minutinhos. |
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| A Lua se pôs por aqui antes de o espetáculo iniciar-se. |
Esse modesto vídeo também quis registrar aquela quietude da madrugada, esses minutos de transição entre o sono reparador e o canto dos pássaros, o cheirinho de café fresquinho e a expectativa de um novo dia impulsionando nosso despertar. A Lua se pôs pouco antes das 6h da manhã e ficou escondidinha atrás dos prédios porque resido em uma zona extremamente urbanizada, então essas construções emolduram o horizonte e “limitam” um pouco a vista.
Terei de aguardar mais para assistir a um eclipse como este, mas prometo trazer os detalhes aqui no OCDM. Por ora, fiquem com as simplórias imagens dos “bastidores” do eclipse.
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