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Arquivo Malacubaca | Trolada pelos nutricionistas (2013)

 



Essa diva é boa de garfo, mas, quando quer entrar em forma, não mede esforços para fazer bonito. Vocês devem saber como é. Agenda lotada, muitos compromissos, a pressão para estar sempre enxuta. Uma diva acumula muitas responsabilidades; comigo não poderia ser diferente.

Eu tinha um casamento para ir e queria chamar mais atenção do que a noiva, se bem que eu já causo naturalmente graças aos meus atributos — valeu aí, mãe natureza! — que deixam as outras mordidas de inveja. No entanto, entre um sonho de goiaba e outro, perdi o controle e a balança reclamou. Não sendo lá muito fã de puxar peso, fazer caretas e nada que me faça suar, estava quebrando a cuca para fazer as pazes com o espelho (apesar de sermos best friends) sem sofrer muito.

Uma coisa bacana de ter uma amiga como a Lilly é que ela sempre conhece alguém que pode oferecer ótimos serviços cobrando uma pechincha.

— Se você precisa enxugar alguns quilinhos para fazer bonito com o vestido pink, recomendo que conheça os irmãos nutricionistas que só atendem divas — recomendou a Lilly, me ajudando a pintar as unhas.

— Eles só atendem divas?

— E com hora marcada — lembrou Lilly. — É bom se apressar porque a agenda deles é muito cheia.

— Eles são bons mesmo?

— Os melhores. Só trabalham com divas e ainda por cima fazem um preço camarada.

— Diva que é diva adora uma pechincha.

No final daquele mesmo dia, recebi um e-mail com um folder promocional dos NUTRICIONISTAS DAS DIVAS e entrei em contato imediatamente com a secretaria deles. Uma voz melíflua me atendeu, marcando uma consulta para dali a dois dias. Fiquei radiante! Pensei que seria o máximo e que logo estaria desfilando com o meu vestido pink, esbanjando elegância e deixando as falsianes da redação roxas de recalque.

Os profissionais atendiam num prédio comercial requintado no coração do Batel. Logo na recepção, percebi que o negócio era de alto nível. Poltronas de veludo, espelhos dourados e um perfume suave no ar que lembrava jasmim. Fui encaminhada para o consultório principal, onde dois homens elegantíssimos me esperavam, vestindo jalecos impecáveis com as iniciais gravadas em fio de ouro. Um deles tinha sotaque francês e o outro ostentava uma postura dinamarquesa irretocável. Senti que estava na elite da saúde!

Bonjour, Carmen Angélica. Vimos que o seu brio necessita de um realinhamento metabólico celular — disse o irmão francês, analisando-me com um carão clínico de milhões.

Eles prescreveram um "elixir da perfeição das divas", uma fórmula secreta importada diretamente de Copenhagen que, segundo eles, faria a gordura derreter na velocidade máxima de um contra-ataque. O único problema era o cheiro do bendito xarope: um aroma tridimensional que lembrava bueiro entupido em tarde de chuva no Rebouças. Mas diva que é diva sustenta o laquê e engole o que for preciso pelo manequim 36!

Para complementar, eles me encaminharam para uma aula experimental de aeróbica com um personal trainer da academia VIP do prédio. E adivinhem quem era o instrutor? O legítimo SÓSIA do Edu Meirelles! A mesma gola polo, o mesmo topete indestrutível e o mesmíssimo cinismo de catálogo! Eu odeio suar, odeio fazer careta levantando peso, mas ver o clone do Meirelles gritando comandos de posicionamento geométrico na pista me deu um brio tão monumental que pulei corda até o laquê derreter por completo!

No dia seguinte, na redação da Malacubaca, eu já estava pleníssima espalhando a fofoca. Joguei na cara da Bilu Valdez e do Edu que tinha perdido 8 kg em apenas três dias com o tratamento escandinavo. O Edu ficou possesso, achando que era bruxaria corporativa, e a Bilu quase caiu dura de tanto invejar o meu foco tático! Como sou uma colega prestativa, levei o frasco do elixir e servi o chá fedorento em copinhos de plástico para as meninas da redação, jurando que era a salvação da paróquia. O resultado? Meia hora depois, havia uma fila extraordinária de repórteres e produtoras interditando o banheiro da emissora com uma pane gastrointestinal histórica! Tarja preta total!

O meu verdadeiro calvário, contudo, foi o drama do sonho de goiaba. Os nutricionistas cortaram impiedosamente as minhas cotas da iguaria do Seu Getúlio. Passar de um estoque livre para apenas UM mísero sonho de goiaba por dia foi de uma crueldade digna de vilão de novela das nove. Eu ficava ali na calçada, namorando a barraca à distância, chorando no closet com o estômago roncando e olhando para aquelas fatias de bolo com o âmago arranhado. Quase uma mártir!

Na manhã seguinte, quando fui me pesar no banheiro para celebrar mais um quilo perdido, a balança estava de brincadeira comigo: GANHEI 5 KG POR COMER UM PEDAÇO DE BOLO.

Jaqueline parou em frente à porta entreaberta do banheiro:

— Qual é o drama agora?

— Drama? — choraminguei. — DRAMA?

— Deve ser consciência pesada, não é não? — Ela não iria perdoar o pedaço de bolo surrupiado da geladeira na noite anterior, sem deixar nem uma migalha para os cachorros dragas.

— Ninguém engorda 5 kg comendo um mísero pedaço de bolo — justifiquei-me, estarrecida, magoada, com o âmago arranhado. — Puxa vida! Eu estou me dedicando tanto, me sacrificando absurdamente...

— Quase uma mártir dos sonhos de goiaba...

— Nem me fale em sonhos de goiaba — cobri as mãos no rosto para romper em lágrimas.

Ficar sem sonhos de goiaba estava acabando comigo tanto quanto da vez em que eu passei uma semana numa cidade que não vendia sonho nem de nata. Não sei como sobrevivi a tamanha negligência. — Não me torture!

— A consciência pesada faz o resto do trabalho — argumentou a pestinha, saindo correndo para a cozinha.

— Consciência pesada, é?

Foi aí que os meus disquetes processaram a informação e eu descobri a falcatrua: a Jaqueline tinha adulterado as engrenagens da balança só para me sacanear! Eu não tinha emagrecido nem engordado um único miligrama. Os nutricionistas das divas eram uma fraude e a minha filha era uma sabotadora de dietas!

De qualquer maneira, cansei-me desse negócio de dieta. Eu estava ficando deprimida de namorar os sonhos de goiaba à distância, não sirvo para puxar ferro em academia e muito menos para fazer esses regimes malucos que deixam o sistema em frangalhos. Nada como uma bela cesta de sonhos de goiaba do Seu Getúlio para comemorar o fim do carma e o retorno triunfal da diva ao topo da passarela!

Coração de leão e sábados preguiçosos



"A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser" — Homer Simpson 

Tudo começou num dia qualquer, de frente para a televisão de tubo, sem nenhum prenúncio especialmente memorável. Primeiros parágrafos me intimidam, preciso sacudir a cartola de cabeça para baixo na esperança de encontrar algumas ideias razoáveis para não abandonar o texto. Porque é o que acontece quando o medo se torna uma estufa de acrílico e desencoraja riscos, mesmo os calculados. 
Eu teria de reencarnar dezenas de vezes para ser tão inteligente e articulada como a Lisa Simpson é no alto dos seus oito anos, mas a sede de conhecimento é uma constante. Só é sufocante tentar caber em definições tão obtusas; a caixinha não é um lugar legal para se morar. 

A vida continua injusta, mas o riso é livre



Tenho um pé atrás com continuações ou reencontros porque quase sempre eles não correspondem às expectativas. Se seu desejo é ler uma resenha acadêmica, técnica, detalhada e repleta de palavras difíceis, esse post não é para você. Quero conversar com aquela jovem que um dia eu fui, sem "higienizar" minha história porque fulana pode ficar chocada com as anedotas de alguns anos atrás, sem me envergonhar das páginas zoadas, dos tombos e até das referências que solidificaram a personalidade.

🎥 LIVE DO TINO: DIREITO DE RESPOSTA


⚠️ AVISO IMPORTANTE

Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das obras “O Falastrão” e “Memórias de uma Greve”. Qualquer semelhança com apresentadores reais, MBAs de procedência duvidosa ou berrantes desafinados é mera (e deliciosa) coincidência literária. O OCDM e a Mary Luz não se responsabilizam por egos feridos na vida real. É tudo ficção, galera! Mas que o sinal da ZYB 171 é instável, isso é. 😉🚩🎭

O Falastrão | S i n o p s e

 

No cenário vibrante e caótico de Balneário dos Anjos, o horário do meio-dia sempre teve um rosto. No entanto, num belo dia… só que não, um novo rosto surgiu nas telinhas, substituindo o antigo. Muitos dirão “rei morto, rei posto”, faz parte da dança das cadeiras, a verdadeira estrela é a notícia…

Sim, mas neste caso, o homem mordeu o cão. Tino Cavalli não quer apenas informar; quer brilhar mais do que os refletores do estúdio, os furos de reportagem e as notícias extraordinárias… nada pode chamar mais atenção do que seu sorriso treinado… ou não

O problema é que, na Malacubaca, as luzes costumam queimar quando o ego brilha demais… ou não.

O Falastrão é uma mergulho ácido nos bastidores de uma televisão onde tudo e mais um pouco podem acontecer… ou não… tudo bem, só para não perder o costume.

#BastidoresTV #HumorÁcido #NovelaOriginal #TinoCavalli #Malacubaca

Editorial OCDM | O preconceito de não seguir a onda:

 

Quando Pedro Bial se referia aos participantes do BBB como “nossos heróis”, a pergunta que surgia sempre era: heróis de quê? Eles estavam confinados em uma casa, vivendo suas experiências privadas, enquanto o mundo lá fora precisava de heróis reais: médicos, voluntários, pessoas que enfrentam guerras e desastres naturais. O heroísmo verdadeiro não aparece em reality shows, mas no trabalho invisível de auxiliar o próximo.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 7: Amigo oculto ou amigo da onça? (2013)

 

Parte 7: Amigo oculto ou amigo da onça?



Narrador: E voltamos! Voltamos com o Especial de Natal da Mão de Vaca… ops… da Malacubaca… ( resmungou baixinho) Estagiário folgado. Não, não, não quis dizer isso, quis dizer: o estagiário é o meu aliado. Tem alguém aqui que não seja eu? Se estiver, por favor, levanta a hashtag #amigoocultoMalacubaca…

William, com cara de poucos amigos, ensaboava os talheres de má vontade e Edu, ao lado dele, tomava conta dos copos. A pia ainda estava atulhada de louças sujas.

— Eu disse… Eu disse… O pior papel sempre é o meu! — choramingou William.
— Agradeça por não ser o anfitrião. — Edu deu uma piscadela marota para o melhor amigo: — Eu disse que minha casa estava em reforma. — deu de ombros. — Jogo de cintura, meu caro.
— Você, hein? Só me fala disso agora, pilantra?
— Vê lá, Will. Pilantra, não. O mundo é dos espertos, Will.
— O castigo vem a cavalo, malandro. Quer dar uma de esperto, mas vai se dar mal. Curioso isso, né? Desde que te conheci, sua casa está sempre em reformas, sua tia-avó já morreu umas duzentas vezes, seu sósia não se cansa de te colocar em encrencas e agora vem com esse caô de ser finalista do Prêmio Ratatouille.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 6: Quem cozinha não lava (2013)

 

Parte 6: Quem cozinha não lava

 



Mais nenhum convidado deu o ar da graça. Noviça, negando até o fim a vontade de cear, olhou as horas e solicitou a atenção de todos:

— Espero que tenham guardado lugar no estômago porque a ceia foi preparada para contemplar todos os gostos.

Todos comemoraram.

— Se houver mais alguém aqui que por costume não consuma carne animal, preparei alternativas vegetarianas… — anunciou a diva.
— Filipo agradece a consideração — manifestou-se Jaqueline.
— De novo esse troço de Filipo? — ralhou Noviça.
Quem é Filipo? É namoradinho? — perguntou Edu Meirelles.
— É um porco! — explicou Jaqueline.
— Mais que o Luís Carlos? — provocou Edu. — Porque para superar o Vacão tem que ser porco ao nível executivo.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 5: É pavê ou é pacumê? (2013)

 


Parte 5: É pavê ou é pacumê? 


Narrador da Malacubaca: Voltamos com esse Especial de Natal… Se é que do outro lado existe alguma pessoa nos vendo. Marcianos, alô. Se estiverem nos assistindo, deem um sinal, qualquer que seja ele… Ok, OK. Falando sozinho ou não, o Natal continua… E os convidados aos poucos estão chegando. Vocês sabem, festa em família tem as figuras lendárias: você, ao centro, aquela pessoa que se descabelou, pechinchou, suou em frente ao forno e mal tem tempo de se arrumar porque já tem que recepcionar a todos. No mais, torça para ser divertido, no fim das contas…

******

Edu Meirelles, em pessoa, desceu do carro.

— E não é que ele veio? — espantou-se Jaqueline.

Música: Oh Yeah — Yello.

— Mais cuidado com os meus presentes, se não for pedir muito! — pediu Edu a William.
— Nem pense em vir com aquelas piadinhas do tempo que se amarrava cachorro com linguiça — recomendou Gladys.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? (2013)

Parte 4: Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? 

Música: uma trilha instrumental natalina, desde que não seja depressiva.


Alternando com a mensagem do narrador, imagens de belos natais em cidades do hemisfério norte e o funcionamento da Malacubaca, a movimentação da redação, dos funcionários…

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 1: Ilustre convidado (2013)

 


Parte 1: Ilustre convidado 


Anfitriã das festas de fim de ano na Malacubaca, Carmen Angélica Esteves decretou que as gravações do amigo oculto deste ano seriam realizadas na casa dela. Atarefada com os preparativos do jantar natalino mais icônico da televisão, a primeira-dama da emissora fazia mistério sobre o que poderíamos esperar na grande noite.

No Natal de 2012, a festa foi marcada por alguns imprevistos: piriri, calorão, briga devido à uva-passa no pudim, e até barraco na troca de presentes, já que o evento contou com mais convidados do que o habitual. Determinada a evitar qualquer caos neste ano, a diva planejava um evento mais classudo, sem brigas e sem muito formalismo, mas repleto de calor humano.

Malacubaca | Noviça se pronuncia sobre sua fama de pé-frio na copa

 

Por Noviça

(A Inteligência Artificial precisará comer muito feijão com arroz para alcançar o mindinho do meu lindo pé direito. Aí, sim, a gente conversa!)

Malacubaca | Edu Meirelles fala sobre o tetracampeonato do Flamengo na Libertadores


 

Por Edu Meirelles

(ele garante que mesmo sem ser um cronista de mão cheia, não utilizou nenhum software de Inteligência Artificial para redigir este modesto texto)

Arquivo Malacubaca | Noviça quebra o silêncio sobre o momento mais épico da televisão (2025)

Noviça tem recebido altas mensagens em suas mídias sociais desde que o vídeo do Boletim Extraordinário em Varginha foi publicado. Alguns internautas relembram o caso como uma farsa, outros se divertem e há quem corrobore ter havido censura ao vivo. No entanto, somente a repórter pode ou não solucionar esses e muitos outros mistérios, apesar de ainda não ter respostas para a pergunta que inquieta o Brasil há três décadas.

Arquivo Malacubaca | PÔ PAI - CASOS DE FAMÍLIA: EU SÓ POSSO TER FUNDADO A TERRA DO NUNCA (2012)

 (um oferecimento do Arquivo Malacubaca)

Beto colocava o despertador para tocar pouco antes de começar Bob Esponja na TV. Era sagrado. Mas mal pisava fora do quarto, dava de cara com o pai, Augusto, que não escondia a decepção ao vê-lo em casa em plena manhã de dia útil.

— O senhor não devia estar na aula, Roberto? — perguntou o médico, com a sobrancelha arqueada.

— Pô, pai... Que é isso? Hoje eu não tive as duas últimas aulas...

— Ontem você também não teve.

— Cheguei atrasado porque choveu forte.

— Se não fosse eu te cutucar, você nem saía daquela cama.

— Pô, pai. Eu não ia à aula com chuva.

— Hoje não está chovendo. Por que não está na aula?

— Porque eu já disse... O ‘fessor’ de Física faltou.

Augusto cruzou os braços, desconfiado.

— Que raio de cursinho é esse em que os professores vivem faltando? O que dirá dos alunos? Se não é professor que falta, é porque a matéria não cai no vestibular, ou é semana do saco cheio... Uma beleza. E assim nosso país vai pra frente.

26 de junho | Dia Internacional de Combate às Drogas

 


💔 Mel era linda, inteligente, cheia de futuro. Mas bastou uma porta errada se abrir para que tudo virasse neblina.

📺 Em O Clone (2001), muitos brasileiros viram pela primeira vez a dependência química ser tratada com verdade emocional na TV aberta. Mas ao contrário do que os resumos de novela podem sugerir, a trajetória da Mel (Débora Falabella) não começou nas drogas — começou na tristeza que ninguém viu.

👨‍👩‍👧 Lucas, o pai, era mocorongo e alheio, mais preocupado em reviver a adolescência perdida. Maysa, a mãe, no início era mais preocupada com aparências do que com presenças. E foi com Dalva, a empregada, que Mel encontrava o afeto real — aquele que vem com escuta, com cuidado, com colo.

🖤 Mel já era uma menina depressiva, sufocada pelas cobranças, pela ausência emocional dos pais e pela angústia de não conseguir ser o que esperavam. As drogas entraram como válvula de escape. O colapso foi só a consequência.

📣 Mel não queria morrer. Queria parar de doer.

Nas Lentes da Malacubaca | Apagão 2001: o Brasil às escuras

 

Apagão 2001: o Brasil às escuras

Com Carmen Angélica Esteves, correspondente especial da Malacubaca

“O que acontece quando falta luz em um país que já anda no escuro há muito tempo?”

“Como o Brasil, a maior potência elétrica da América do Sul, precisou racionar energia em pleno século XXI?”

Nesta edição de Nas Lentes da Malacubaca, voltamos ao ano de 2001 para entender como o Brasil mergulhou em um apagão histórico — e como milhões de brasileiros adaptaram suas rotinas para viver com o mínimo.

Dos chuveiros desligados às velas na sala de estar, foi um tempo de economia forçada, mas também de engenhosidade popular.

Uma crise que revelou não só a fragilidade do sistema energético, mas também a força — e a paciência — de um povo inteiro.

Mary Recomenda | Rede Manchete: aconteceu, virou história - Elmo Francfort 📺


Se você cresceu entre os anos 80 e 90, a logomarca da Rede Manchete não é apenas um desenho; é um gatilho de memória. Para mim, essa lembrança é um pouco embaçada. Eu tinha quase sete anos quando o sinal da emissora sumiu da minha cidade. 
O Sistema Sul de Comunicação (SSC), hoje RIC, deixou de transmitir o sinal da Manchete, exibindo, no lugar, a programação da Record. No entanto, a curiosidade sobre aquele “M” prateado e imponente nunca me deixou e desde quando as redes sociais ainda eram “mato”, venho descobrindo relíquias e curiosidades. 
Dia desses, conversando com um amigo dez anos mais velho, que conheceu e se tornou fã de vários animes pela Rede Manchete, esse livro veio de sugestão e “atropelou” a minha lista de leitura ou tbr (to be read, em inglês).

Arquivo Malacubaca 🎥 | Lulu, a mártir dos caminhoneiros/Cobertura especial da Malacubaca (2018)



A casa da Lulu é um reflexo perfeito de sua personalidade extravagante e cheia de atitude. A fachada exibe cores vibrantes, com um mural pintado por um artista local que mistura elementos tropicais e uma caricatura da própria Lulu em pose de diva. O jardim da frente é decorado com estátuas chamativas, incluindo uma réplica de si mesma segurando uma bandeira do Brasil. Plantas tropicais e flores coloridas circundam o espaço, com luzes de LED estrategicamente posicionadas para brilhar à noite.

Por dentro, é uma explosão de glamour e humor. A sala de estar tem móveis de cores intensas, tapetes felpudos e quadros com fotos icônicas de Lulu, como seu “ensaio patriótico” na greve. Paredes decoradas com prêmios e manchetes marcantes de sua carreira contrastam com acessórios aleatórios, como uma cafeteira customizada com glitter dourado. O toque final é a presença de seus cães de pequeno porte, sempre vestidos a caráter para os eventos que Lulu transmite ao vivo.

Os Desencontros do Cupido | Segundo capítulo

📺 No capítulo anterior…
Enquanto Eduardo fugia do amor com óculos escuros e ironias, havia corações femininos batendo forte nos bastidores da Malacubaca. Era hora de conhecer as outras vozes por trás da notícia.


Manifesto de uma nefelibata #2

Nem todas as boas histórias começam com "era uma vez", suspeito que as primeiras páginas contem sobre paredes rabiscad...