— E com hora marcada — lembrou Lilly. — É bom se apressar porque a agenda deles é muito cheia.
— Eles são bons mesmo?
— Os melhores. Só trabalham com divas e ainda por cima fazem um preço camarada.
— Diva que é diva adora uma pechincha.
"A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser" — Homer Simpson
Tenho um pé atrás com continuações ou reencontros porque quase sempre eles não correspondem às expectativas. Se seu desejo é ler uma resenha acadêmica, técnica, detalhada e repleta de palavras difíceis, esse post não é para você. Quero conversar com aquela jovem que um dia eu fui, sem "higienizar" minha história porque fulana pode ficar chocada com as anedotas de alguns anos atrás, sem me envergonhar das páginas zoadas, dos tombos e até das referências que solidificaram a personalidade.
⚠️ AVISO IMPORTANTE
No cenário vibrante e caótico de Balneário dos Anjos, o horário do meio-dia sempre teve um rosto. No entanto, num belo dia… só que não, um novo rosto surgiu nas telinhas, substituindo o antigo. Muitos dirão “rei morto, rei posto”, faz parte da dança das cadeiras, a verdadeira estrela é a notícia…
Sim, mas neste caso, o homem mordeu o cão. Tino Cavalli não quer apenas informar; quer brilhar mais do que os refletores do estúdio, os furos de reportagem e as notícias extraordinárias… nada pode chamar mais atenção do que seu sorriso treinado… ou não…
O problema é que, na Malacubaca, as luzes costumam queimar quando o ego brilha demais… ou não.
O Falastrão é uma mergulho ácido nos bastidores de uma televisão onde tudo e mais um pouco podem acontecer… ou não… tudo bem, só para não perder o costume.
#BastidoresTV #HumorÁcido #NovelaOriginal #TinoCavalli #Malacubaca
Quando Pedro Bial se referia aos participantes do BBB como “nossos heróis”, a pergunta que surgia sempre era: heróis de quê? Eles estavam confinados em uma casa, vivendo suas experiências privadas, enquanto o mundo lá fora precisava de heróis reais: médicos, voluntários, pessoas que enfrentam guerras e desastres naturais. O heroísmo verdadeiro não aparece em reality shows, mas no trabalho invisível de auxiliar o próximo.
Parte 6: Quem cozinha não lava
Por Noviça
(A Inteligência Artificial precisará comer muito feijão com arroz para alcançar o mindinho do meu lindo pé direito. Aí, sim, a gente conversa!)
Por Edu Meirelles
(ele garante que mesmo sem ser um cronista de mão cheia, não utilizou nenhum software de Inteligência Artificial para redigir este modesto texto)
(um oferecimento do Arquivo Malacubaca)
Beto colocava o despertador para tocar pouco antes de começar Bob Esponja na TV. Era sagrado. Mas mal pisava fora do quarto, dava de cara com o pai, Augusto, que não escondia a decepção ao vê-lo em casa em plena manhã de dia útil.
— O senhor não devia estar na aula, Roberto? — perguntou o médico, com a sobrancelha arqueada.
— Pô, pai... Que é isso? Hoje eu não tive as duas últimas aulas...
— Ontem você também não teve.
— Cheguei atrasado porque choveu forte.
— Se não fosse eu te cutucar, você nem saía daquela cama.
— Pô, pai. Eu não ia à aula com chuva.
— Hoje não está chovendo. Por que não está na aula?
— Porque eu já disse... O ‘fessor’ de Física faltou.
Augusto cruzou os braços, desconfiado.
— Que raio de cursinho é esse em que os professores vivem faltando? O que dirá dos alunos? Se não é professor que falta, é porque a matéria não cai no vestibular, ou é semana do saco cheio... Uma beleza. E assim nosso país vai pra frente.
💔 Mel era linda, inteligente, cheia de futuro. Mas bastou uma porta errada se abrir para que tudo virasse neblina.
📺 Em O Clone (2001), muitos brasileiros viram pela primeira vez a dependência química ser tratada com verdade emocional na TV aberta. Mas ao contrário do que os resumos de novela podem sugerir, a trajetória da Mel (Débora Falabella) não começou nas drogas — começou na tristeza que ninguém viu.
👨👩👧 Lucas, o pai, era mocorongo e alheio, mais preocupado em reviver a adolescência perdida. Maysa, a mãe, no início era mais preocupada com aparências do que com presenças. E foi com Dalva, a empregada, que Mel encontrava o afeto real — aquele que vem com escuta, com cuidado, com colo.
🖤 Mel já era uma menina depressiva, sufocada pelas cobranças, pela ausência emocional dos pais e pela angústia de não conseguir ser o que esperavam. As drogas entraram como válvula de escape. O colapso foi só a consequência.
📣 Mel não queria morrer. Queria parar de doer.
Com Carmen Angélica Esteves, correspondente especial da Malacubaca
“O que acontece quando falta luz em um país que já anda no escuro há muito tempo?”
“Como o Brasil, a maior potência elétrica da América do Sul, precisou racionar energia em pleno século XXI?”
Nesta edição de Nas Lentes da Malacubaca, voltamos ao ano de 2001 para entender como o Brasil mergulhou em um apagão histórico — e como milhões de brasileiros adaptaram suas rotinas para viver com o mínimo.
Dos chuveiros desligados às velas na sala de estar, foi um tempo de economia forçada, mas também de engenhosidade popular.
Uma crise que revelou não só a fragilidade do sistema energético, mas também a força — e a paciência — de um povo inteiro.
📺 No capítulo anterior…
Enquanto Eduardo fugia do amor com óculos escuros e ironias, havia corações femininos batendo forte nos bastidores da Malacubaca. Era hora de conhecer as outras vozes por trás da notícia.
Nem todas as boas histórias começam com "era uma vez", suspeito que as primeiras páginas contem sobre paredes rabiscad...