Todo dia é dia do rock, bebê
Destrinchando a Letra | I Love Rock 'n Roll – Joan Jett & the Blackhearts
“I love rock 'n' roll / So put another dime in the jukebox, baby”
Terças com Tita | Quando eu era só semente, ninguém me regou
Terças com Tita | Manifesto de uma mulher que se recusa a se encaixar
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Manifesto de uma mulher que se recusa a se encaixar
Por Tita | Os Cadernos de Marisol
Sinto, dia após dia, o olhar enviesado de quem espera que eu me encaixe.
Porque não suporto blazer que me aperta, salto que me cala, nem a obrigação de parecer adulta para satisfazer expectativas alheias. Gosto de roupas que contam quem sou, não desses figurinos pensados para agradar o LinkedIn dos outros. Julgar meu profissionalismo pelo que visto é uma das formas mais escancaradas de misoginia estrutural.
A régua da maturidade é torta. E pesa só para um lado.
Converse All Star – Um Século de Estilo, Rebeldia e Memória
| Ilustração inspirada em uma imagem real, adaptada para anime do Studio Ghibli (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary/Chat GPT) |
Do basquete à contracultura, do pé da sua mãe ao seu: a história afetiva do tênis mais querido do mundo.
Por Mary Luz
Bonito? Sem dúvidas.
Confortável? Com certeza.
Estiloso? Modéstia à parte, sua permanência já é uma resposta!
Mais do que uma moda passageira, o Converse All Star ultrapassa gerações, se estabelece como ícone da cultura pop e, não menos importante, conta a minha própria história.
Você sabia que esse tênis tão presente nos pés e nas memórias afetivas de milhões tem mais de 100 anos de existência?
A equipe do OCDM viajou pela história para descobrir por que o tênis mais querido do mundo se tornou um fenômeno atemporal, rebelde e afetivo.
Não há maior declaração de amor igualável à iniciativa
17 de julho de 2004
Vinte anos atrás, eu era uma adolescente de 15 anos, que não desconfiava nem por um minuto ser autista, pois sempre me expressei bem, sempre fui comunicativa, curiosa, tida como inteligente por todos que me conheciam, criativa, no entanto, alguém que tinha potencial e não conseguia desenvolvê-lo, nem gerenciar crises por sobrecarga de estímulos e a ressaca pelo excesso de masking. Eu achava que era depressiva e amaldiçoada a sofrer, que drama. Nesses longínquos tempos eu era feliz e não sabia!
Destrinchando a Letra | Moments of Love — Cathy Dennis
Depois de revisitar uma das músicas mais marcantes de Confissões de Laly na última edição do Destrinchando a Letra , resolvi aproveitar o e...
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