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🍕 10 de julho | Dia da Pizza


Venha, pode entrar! Não tem bolo, mas nossa cantina está cheirando a massa assando, queijo derretido e manjericão fresco, porque a ocasião pede. Sextou, e sextou combina com pizza.

Se você chegou até aqui atraído pelo cheiro de queijo derretido que está escapando da cantina da Malacubaca, fique à vontade. Hoje ninguém está contando calorias; a Noviça já pediu uma pizza inteira só para ela, o Vivaldo jurou que conhece a verdadeira origem da marguerita e o Luís Carlos está prestes a iniciar uma discussão completamente desnecessária sobre colocar ou não ketchup na pizza.

Enquanto a turma debate assuntos de extrema importância gastronômica, aproveite para descobrir como uma receita criada há séculos atravessou oceanos, conquistou o Brasil e acabou virando presença obrigatória nas noites de sexta-feira.

Malacubaca na Copa 2026 | Pé-frio ou coincidência desastrosa?

 

A fama de pé-frio de Noviça no futebol foi vista como um alento aos internautas, sobretudo porque a própria diva parece levar a brincadeira toda na esportiva e compartilhar as postagens mais engraçadas nas suas redes sociais. Foi assim que teve início a campanha para ela declarar torcida para a Argentina contra o Egito. 

Para quem esteve distante ou acaba de chegar aos babados da Copa, vale recapitular o histórico da Noviça desde o início do torneio.

Malacubaca na Copa 2026 | Uma quase análise com quase craques (é o que nosso orçamento permite)


Com o adiamento de México e Inglaterra por uma hora devido às tempestades na Cidade do México, o pós-jogo da Malacubaca continuou repercutindo a vexatória eliminação do Brasil diante da Noruega.

Malacubaca na Copa 2026 | Secador às avessas


— Por que você está ouvindo Mick Jagger? — pergunta Renata ao entrar na sala e encontrar Edu batucando animado no tampo da mesa dele.
— Estou aquecendo os tamborins para o Dia do Rock — responde Eduardo. — Acabando o São João, tem o Dia do Rock. Eu quero é rock, bebê!

Malacubaca na Copa 2026 | O retorno dos que nunca foram

 

Uma partida foi suspensa devido às fortes chuvas na Filadélfia. Com isso, a Malacubaca trabalha dobrado para responder às indagações dos espectadores sobre a carreira de Vivaldo, o tetracampeão. 

Figurinha carimbada nos jogos da Seleção, imortalizou o bordão "Pra ganhar tem que fazer gol. Sem gol não tem vitória. Sem vitória não tem taça. Sem taça não tem festa." Ninguém sabe muito bem como ele foi parar na Malacubaca, mas esse agregado — diga-se de passagem — foi ficando, ficando... Parece que sempre esteve ali.

Malacubaca na Copa 2026 | Os segredos de um quase craque


Eduardo Meirelles pode até não ser o mascote da Copa, mas está sempre na boca do povo. Que ele é o artilheiro do time dos jornalistas da emissora, ninguém contesta. O ego, no entanto, ultrapassa o tamanho do Maracanã. Se duvidar, não está conformado até agora de não ter sido convocado para defender a Seleção.

Malacubaca na Copa 2026 | Teorias da conspiração na calada da noite


A televisão falava sozinha na sala escura. Na poltrona, Luís Carlos roncava, alheio aos comentários de Rubão na mesa-redonda pós-jogo. Lilly cochilava refestelada no sofá... até o celular vibrar ruidosamente.
Apavorados, os irmãos videntes charlatões tropeçaram na escuridão tentando identificar de onde vinha o som, se não estavam delirando ou dentro de um sonho daqueles bem esquisitos.
— Você ativou o despertador pra assistir ao jogo do Paraguai? — ralhou Lilly. — Quase me matou do coração, hein?

Malacubaca na Copa 2026 | Enquanto você lia essas desventuras, eles erraram mais uma previsão


Quando ela chega, não tem jeito. A gente se envolve. Uns mais, outros menos. Quem não gosta não entende que o significado vai além de 22 homens atrás de uma bola... 
É o frio na barriga, a tradição em campo, a televisão sintonizada na Malacubaca, o bolão da família, o animal vidente, as promessas, o ressoar das vuvuzelas, o cheirinho de pipoca com manteiga, do churrasco na brasa, o grito de gol que vem lá do fundo da garganta, do fundo da alma, que grita tudo que está engasgado, que até esquece um pouco dos problemas e das mágoas. 
Num abraço apertado, pula-se e festeja-se como se a torcida estivesse ali pertinho, vibrando a vitória, o entusiasmo e a bem-vinda injeção de ânimo que não vem em melhor hora.
Mas a festa não se faz sozinha...

Arquivo Malacubaca | Trolada pelos nutricionistas (2013)

 



Essa diva é boa de garfo, mas, quando quer entrar em forma, não mede esforços para fazer bonito. Vocês devem saber como é. Agenda lotada, muitos compromissos, a pressão para estar sempre enxuta. Uma diva acumula muitas responsabilidades; comigo não poderia ser diferente.

Eu tinha um casamento para ir e queria chamar mais atenção do que a noiva, se bem que eu já causo naturalmente graças aos meus atributos — valeu aí, mãe natureza! — que deixam as outras mordidas de inveja. No entanto, entre um sonho de goiaba e outro, perdi o controle e a balança reclamou. Não sendo lá muito fã de puxar peso, fazer caretas e nada que me faça suar, estava quebrando a cuca para fazer as pazes com o espelho (apesar de sermos best friends) sem sofrer muito.

Uma coisa bacana de ter uma amiga como a Lilly é que ela sempre conhece alguém que pode oferecer ótimos serviços cobrando uma pechincha.

— Se você precisa enxugar alguns quilinhos para fazer bonito com o vestido pink, recomendo que conheça os irmãos nutricionistas que só atendem divas — recomendou a Lilly, me ajudando a pintar as unhas.

— Eles só atendem divas?

— E com hora marcada — lembrou Lilly. — É bom se apressar porque a agenda deles é muito cheia.

— Eles são bons mesmo?

— Os melhores. Só trabalham com divas e ainda por cima fazem um preço camarada.

— Diva que é diva adora uma pechincha.

No final daquele mesmo dia, recebi um e-mail com um folder promocional dos NUTRICIONISTAS DAS DIVAS e entrei em contato imediatamente com a secretaria deles. Uma voz melíflua me atendeu, marcando uma consulta para dali a dois dias. Fiquei radiante! Pensei que seria o máximo e que logo estaria desfilando com o meu vestido pink, esbanjando elegância e deixando as falsianes da redação roxas de recalque.

Os profissionais atendiam num prédio comercial requintado no coração do Batel. Logo na recepção, percebi que o negócio era de alto nível. Poltronas de veludo, espelhos dourados e um perfume suave no ar que lembrava jasmim. Fui encaminhada para o consultório principal, onde dois homens elegantíssimos me esperavam, vestindo jalecos impecáveis com as iniciais gravadas em fio de ouro. Um deles tinha sotaque francês e o outro ostentava uma postura dinamarquesa irretocável. Senti que estava na elite da saúde!

Bonjour, Carmen Angélica. Vimos que o seu brio necessita de um realinhamento metabólico celular — disse o irmão francês, analisando-me com um carão clínico de milhões.

Eles prescreveram um "elixir da perfeição das divas", uma fórmula secreta importada diretamente de Copenhagen que, segundo eles, faria a gordura derreter na velocidade máxima de um contra-ataque. O único problema era o cheiro do bendito xarope: um aroma tridimensional que lembrava bueiro entupido em tarde de chuva no Rebouças. Mas diva que é diva sustenta o laquê e engole o que for preciso pelo manequim 36!

Para complementar, eles me encaminharam para uma aula experimental de aeróbica com um personal trainer da academia VIP do prédio. E adivinhem quem era o instrutor? O legítimo SÓSIA do Edu Meirelles! A mesma gola polo, o mesmo topete indestrutível e o mesmíssimo cinismo de catálogo! Eu odeio suar, odeio fazer careta levantando peso, mas ver o clone do Meirelles gritando comandos de posicionamento geométrico na pista me deu um brio tão monumental que pulei corda até o laquê derreter por completo!

No dia seguinte, na redação da Malacubaca, eu já estava pleníssima espalhando a fofoca. Joguei na cara da Bilu Valdez e do Edu que tinha perdido 8 kg em apenas três dias com o tratamento escandinavo. O Edu ficou possesso, achando que era bruxaria corporativa, e a Bilu quase caiu dura de tanto invejar o meu foco tático! Como sou uma colega prestativa, levei o frasco do elixir e servi o chá fedorento em copinhos de plástico para as meninas da redação, jurando que era a salvação da paróquia. O resultado? Meia hora depois, havia uma fila extraordinária de repórteres e produtoras interditando o banheiro da emissora com uma pane gastrointestinal histórica! Tarja preta total!

O meu verdadeiro calvário, contudo, foi o drama do sonho de goiaba. Os nutricionistas cortaram impiedosamente as minhas cotas da iguaria do Seu Getúlio. Passar de um estoque livre para apenas UM mísero sonho de goiaba por dia foi de uma crueldade digna de vilão de novela das nove. Eu ficava ali na calçada, namorando a barraca à distância, chorando no closet com o estômago roncando e olhando para aquelas fatias de bolo com o âmago arranhado. Quase uma mártir!

Na manhã seguinte, quando fui me pesar no banheiro para celebrar mais um quilo perdido, a balança estava de brincadeira comigo: GANHEI 5 KG POR COMER UM PEDAÇO DE BOLO.

Jaqueline parou em frente à porta entreaberta do banheiro:

— Qual é o drama agora?

— Drama? — choraminguei. — DRAMA?

— Deve ser consciência pesada, não é não? — Ela não iria perdoar o pedaço de bolo surrupiado da geladeira na noite anterior, sem deixar nem uma migalha para os cachorros dragas.

— Ninguém engorda 5 kg comendo um mísero pedaço de bolo — justifiquei-me, estarrecida, magoada, com o âmago arranhado. — Puxa vida! Eu estou me dedicando tanto, me sacrificando absurdamente...

— Quase uma mártir dos sonhos de goiaba...

— Nem me fale em sonhos de goiaba — cobri as mãos no rosto para romper em lágrimas.

Ficar sem sonhos de goiaba estava acabando comigo tanto quanto da vez em que eu passei uma semana numa cidade que não vendia sonho nem de nata. Não sei como sobrevivi a tamanha negligência. — Não me torture!

— A consciência pesada faz o resto do trabalho — argumentou a pestinha, saindo correndo para a cozinha.

— Consciência pesada, é?

Foi aí que os meus disquetes processaram a informação e eu descobri a falcatrua: a Jaqueline tinha adulterado as engrenagens da balança só para me sacanear! Eu não tinha emagrecido nem engordado um único miligrama. Os nutricionistas das divas eram uma fraude e a minha filha era uma sabotadora de dietas!

De qualquer maneira, cansei-me desse negócio de dieta. Eu estava ficando deprimida de namorar os sonhos de goiaba à distância, não sirvo para puxar ferro em academia e muito menos para fazer esses regimes malucos que deixam o sistema em frangalhos. Nada como uma bela cesta de sonhos de goiaba do Seu Getúlio para comemorar o fim do carma e o retorno triunfal da diva ao topo da passarela!

Malacubaca | Em time que está ganhando não se mexe?

 

Ilustração autoral do Zecão, o mascote futebolístico da Malacubaca (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary)

A quem interessar possa, este texto foi avaliado com rigor técnico pela equipe da Malacubaca/OCDM. Não foram encontrados indícios de Inteligência Artificial. Edu Meirelles também afirma não ter um ghostwriter. Enquanto isso, divirtam-se... ou revoltem-se!

Deveria ser uma verdade autoevidente e possível de ser comprovada mediante retrospecto. Entretanto, na calada da noite, não só os gatos são pardos, como também existe uma teimosia em subverter o axioma por certo deleite na própria estupidez.

O Falastrão | S i n o p s e

 

No cenário vibrante e caótico de Balneário dos Anjos, o horário do meio-dia sempre teve um rosto. No entanto, num belo dia… só que não, um novo rosto surgiu nas telinhas, substituindo o antigo. Muitos dirão “rei morto, rei posto”, faz parte da dança das cadeiras, a verdadeira estrela é a notícia…

Sim, mas neste caso, o homem mordeu o cão. Tino Cavalli não quer apenas informar; quer brilhar mais do que os refletores do estúdio, os furos de reportagem e as notícias extraordinárias… nada pode chamar mais atenção do que seu sorriso treinado… ou não

O problema é que, na Malacubaca, as luzes costumam queimar quando o ego brilha demais… ou não.

O Falastrão é uma mergulho ácido nos bastidores de uma televisão onde tudo e mais um pouco podem acontecer… ou não… tudo bem, só para não perder o costume.

#BastidoresTV #HumorÁcido #NovelaOriginal #TinoCavalli #Malacubaca

Arquivo Malacubaca | Nas ondas da Malacubaca, especial de réveillon (1938)

 Muito, muito antes de Noviça ser a primeira-dama das viradas de ano da Malacubaca, a então estação de rádio não deixava os últimos suspiros do ano passarem em branco. Orgulhosamente, direto dos bastidores da Rádio Malacubaca, a cobertura especial de um réveillon inesquecível. 🌟

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 8: Fim de festa? (2013)

 

Parte 8: Fim de festa? 

— Minha amiga oculta — anunciou Edu, segurando um embrulho cor-de-rosa com detalhes de patinhas: — É... Ela é... Bom… Ela é... Ela gosta de cachorrinhos…
 
Jaqueline sorriu e levantou-se do sofá para receber o presente.

— Eu não vim com discurso pronto, sabe como é… não sou muito bom em discursar como o nosso amigo Luís Carlos, mas quem sabe faz ao vivo. — Edu brincou com a amiga oculta: — Eu havia pensado em comprar o cd da Anitta, mas… acho que disso você fará mais proveito.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 7: Amigo oculto ou amigo da onça? (2013)

 

Parte 7: Amigo oculto ou amigo da onça?



Narrador: E voltamos! Voltamos com o Especial de Natal da Mão de Vaca… ops… da Malacubaca… ( resmungou baixinho) Estagiário folgado. Não, não, não quis dizer isso, quis dizer: o estagiário é o meu aliado. Tem alguém aqui que não seja eu? Se estiver, por favor, levanta a hashtag #amigoocultoMalacubaca…

William, com cara de poucos amigos, ensaboava os talheres de má vontade e Edu, ao lado dele, tomava conta dos copos. A pia ainda estava atulhada de louças sujas.

— Eu disse… Eu disse… O pior papel sempre é o meu! — choramingou William.
— Agradeça por não ser o anfitrião. — Edu deu uma piscadela marota para o melhor amigo: — Eu disse que minha casa estava em reforma. — deu de ombros. — Jogo de cintura, meu caro.
— Você, hein? Só me fala disso agora, pilantra?
— Vê lá, Will. Pilantra, não. O mundo é dos espertos, Will.
— O castigo vem a cavalo, malandro. Quer dar uma de esperto, mas vai se dar mal. Curioso isso, né? Desde que te conheci, sua casa está sempre em reformas, sua tia-avó já morreu umas duzentas vezes, seu sósia não se cansa de te colocar em encrencas e agora vem com esse caô de ser finalista do Prêmio Ratatouille.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 6: Quem cozinha não lava (2013)

 

Parte 6: Quem cozinha não lava

 



Mais nenhum convidado deu o ar da graça. Noviça, negando até o fim a vontade de cear, olhou as horas e solicitou a atenção de todos:

— Espero que tenham guardado lugar no estômago porque a ceia foi preparada para contemplar todos os gostos.

Todos comemoraram.

— Se houver mais alguém aqui que por costume não consuma carne animal, preparei alternativas vegetarianas… — anunciou a diva.
— Filipo agradece a consideração — manifestou-se Jaqueline.
— De novo esse troço de Filipo? — ralhou Noviça.
Quem é Filipo? É namoradinho? — perguntou Edu Meirelles.
— É um porco! — explicou Jaqueline.
— Mais que o Luís Carlos? — provocou Edu. — Porque para superar o Vacão tem que ser porco ao nível executivo.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 5: É pavê ou é pacumê? (2013)

 


Parte 5: É pavê ou é pacumê? 


Narrador da Malacubaca: Voltamos com esse Especial de Natal… Se é que do outro lado existe alguma pessoa nos vendo. Marcianos, alô. Se estiverem nos assistindo, deem um sinal, qualquer que seja ele… Ok, OK. Falando sozinho ou não, o Natal continua… E os convidados aos poucos estão chegando. Vocês sabem, festa em família tem as figuras lendárias: você, ao centro, aquela pessoa que se descabelou, pechinchou, suou em frente ao forno e mal tem tempo de se arrumar porque já tem que recepcionar a todos. No mais, torça para ser divertido, no fim das contas…

******

Edu Meirelles, em pessoa, desceu do carro.

— E não é que ele veio? — espantou-se Jaqueline.

Música: Oh Yeah — Yello.

— Mais cuidado com os meus presentes, se não for pedir muito! — pediu Edu a William.
— Nem pense em vir com aquelas piadinhas do tempo que se amarrava cachorro com linguiça — recomendou Gladys.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? (2013)

Parte 4: Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? 

Música: uma trilha instrumental natalina, desde que não seja depressiva.


Alternando com a mensagem do narrador, imagens de belos natais em cidades do hemisfério norte e o funcionamento da Malacubaca, a movimentação da redação, dos funcionários…

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 3: Habemus Grinch (2013)

 


Parte 3: Habemus Grinch



Para receber as visitas na casa, a diva teve muito trabalho para deixar tudo limpo e não esteve sozinha. Gravou de antemão as edições referentes ao Natal e ao ano-novo do programa e desde manhã cedo ocupava-se em faxinar, contando com a ajuda de Lilly, Luís Carlos e Jaqueline, embora nosso querido “energúmeno” não gostasse muito de varrer debaixo das camas, contornos, quinas e fosse estabanado por natureza.

— Nem. Pense. — advertiu Noviça, entredentes. Não por menos, Luís Carlos quase varreu os pés dela. — Ouse fazer isso e será expulso para sempre de qualquer celebração da Malacubaca.
— Foi mal.
— Foi mal — arremedou Noviça.

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Nada animado para ir, Eduardo Meirelles precisou apelar para o Google a fim de descobrir alguma desculpa esfarrapada o bastante para Noviça acreditar. Listou algumas “simpatias infalíveis” para praticar, mas não sem antes recorrer à Renata, ainda se recuperando de uma complexa cirurgia nas costas.

— Vou tentar colocar azeite no umbigo. Dizem que isso afasta compromissos indesejados.
— Onde você leu isso?
— No site dos videntes L&L.

Malacubaca | Edu Meirelles foi ou não foi trolado pelos gatos videntes?


Por Edu Meirelles

Agora aguenta ser a chacota da redação, Eduardo Meirelles. 😶

Não dá para vencer todas, mas flamenguista tem gana de vencer até no par ou ímpar. Errou quem acha que vou desativar as redes sociais, ainda mais quem pensa que vim fazer o jogo do contente… não é fácil suportar as zoações dos anti sem surtar, no entanto, é sempre bom recordar que o Palmeiras não tem mundial!

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