Vinte anos atrás, eu era uma adolescente de 15 anos, que não desconfiava nem por um minuto ser autista, pois sempre me expressei bem, sempre fui comunicativa, curiosa, tida como inteligente por todos que me conheciam, criativa, no entanto, alguém que tinha potencial e não conseguia desenvolvê-lo, nem gerenciar crises por sobrecarga de estímulos e a ressaca pelo excesso de masking. Eu achava que era depressiva e amaldiçoada a sofrer, que drama. Nesses longínquos tempos eu era feliz e não sabia!
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Manifesto de uma nefelibata #2
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