1000 cartas de amor | Dona do meu coração (março de 2017)
Mary Recomenda | Conversas entre amigos - Sally Rooney
Quando o afeto não cabe nas definições — e nem sempre no final esperado
Autora: Sally Rooney
Gênero: Romance contemporâneo, drama psicológico
Páginas: 336
Editora: Companhia das Letras
✍️ Sinopse emocional
🎭 O que me tocou (e o que me incomodou)
🧠 Forma e estilo
A escrita de Rooney não é poética.
É visual, quase como um roteiro cinematográfico, o que explica a adaptação fácil para o audiovisual.
Poucos grandes acontecimentos, muitas camadas internas.
Para quem procura ritmo e clímax, pode parecer arrastado.
Para quem aceita a lentidão da dor e do afeto real, é uma experiência silenciosamente marcante.
🪞 Frances é uma jovem de 21 anos — e isso é importante
Frances é madura demais em alguns pontos e absurdamente perdida em outros.
Mas é coerente: ela tem 21 anos.
✨ Avaliação pessoal
17 de maio | Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia
Um chamado à empatia, ao respeito e à dignidade humana
Por Mary Luz
"O que o preconceito afasta, o respeito une."
— lema que ecoa nas vozes de quem luta por um mundo mais justo e inclusivo.
sempre foi um poema de amor 💞
o amor não prende-se a falidas convenções,
ama-se sem medidas, sem impor condições.
reconheço o amor na essência de quem amo,
tampouco amo um em detrimento de outro.
cada sentimento corresponde ao que se vive.
com cada pessoa, cada vez mais aprendo a amar.
a isso os moralistas chamam de libertinagem,
eu, por minha vez, entendo por liberdade.
— sempre foi um poema de amor 🪻
Orgulho 🌈
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| homofóbicos NÃO PASSARÃO |
Hoje meu pai estava assistindo ao discurso de um deputado e o político, em certa altura, criticou a Parada do Orgulho LGBTQIA+, utilizando a falaciosa desculpa de que "as criancinhas podem ser mal influenciadas pelos LGBTS".
Nesse ínterim, minha mãe, mulher de outra geração, discordou do deputado porque considerou o discurso dele LGBTfóbico. Esse coraçãozinho aqui foi tomado de alegria e ternura porque minha batalha não foi, não é e não será em vão.
O deputado tem o direito de se expressar dentro e fora do plenário, no entanto, da mesma forma temos o direito de discordar e desde que a troca de ideias mantenha-se dentro das quatro linhas da legalidade, tudo certo.
A questão mais determinante é sobre quando o discurso coloca vidas em risco, oprime e invisibiliza a existência de outrem porque temos liberdade (ou acreditamos ter) para sermos quem somos, no entanto, seria insano pensar que iremos agradar a todos os públicos, nem nós gostamos de todo mundo.
Ninguém está nem aí se você concorda e ninguém aqui quer ler versículo bíblico jogado fora de contexto para sustentar a falsa santidade, a questão é respeitar. Se o seu deus é aquele que só pune, odeia, castiga e condena, sinto muito, mas ele não é o meu. E que bom.
Por outro lado, ver minha jornalista favorita se assumir em rede nacional enche o coração de ternura, nos lembra que temos de nos posicionar, ser para os outros as referências que não tivemos, não permitir que ninguém se aproprie do nosso lugar de fala, nem que ninguém nos diga o que é ou não preconceito.
Há pessoas que temem aquilo que não conhecem e não compreendem muito bem, logo, é preciso ter carinho e respeitar o espaço de cada pessoa da mesma forma que reivindicamos nosso respeito e nosso espaço por meio das artes, das políticas de inclusão e da força de vontade de cada um todos os dias para ser quem se é, para que deixemos de integrar estatísticas nefastas.
Sou quem eu sou, seja quem você é. Com muito orgulho. 🌈
fetiches
afáveis e cálidos braços envolvem-me
respirações entrecortadas,
o olhar cúmplice depois do beijo,
as continuações,
as roupas vão ficando pelo chão,
seus dedos tocam uma canção,
sou apenas sua.
estamos em casa.
se nuvens derramam lágrimas furibundas
e ventos tempestuosos prenunciam perigos, não tememos.
nós já protagonizamos esta cena diversas vezes,
no entanto, nossos personagens tinham nomes distintos,
os cenários de outrora são nossas
"saudades do que afirmamos nunca ter vivido".
estamos em casa.
se nós sempre nos reconhecemos
em meio ao turbilhão de deveres mundanos,
sabe-se que o esquecimento nunca apagou as impressões
que nos reconectam àquela parte da nossa essência
— tão necessária para que o ritmo do processo de evolução não enfraqueça —,
tampouco o apreço responsável
por tão memoráveis encontros de almas, corpos e intenções.
estamos em casa.
toques sagram reencontros e sanam tão doloridas ausências,
fecho os olhos e continuo sonhando,
após uma vida de tombos e desencontros
eis o sim para o sonho que hoje faz da realidade a poesia
porque ela é a sensível ilustradora
dessa história que nunca terá fim,
apenas breves intervalos entre os atos.
estamos em casa.
- fetiches
Curitiba, 06 de julho de 2022.
consentimento 💕
as regras devem ser claras
Reflexões de Ceci | Quando amar também é se reencontrar
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Ceci Paternostro escreve com a alma de quem já sentiu demais — e agora tenta, com cuidado, sentir certo.
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Diga que me ama - por Ceci
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