Manifesto de uma nefelibata #2
Observações astronômicas (12/6/2026)
Pode não parecer hoje, mas tudo vai ficar bem
Não gosto muito dessas frases genéricas de autoajuda, mas hoje decidi fazer um contraponto respeitoso sobre a ideia de que o amor romântico é o único válido e existente, só isso. Viver algo bonito e correspondido, quem não quer?
Amor romântico não é o único tipo de amor do mundo
Dia da Chatice aka Dia dos Namorados
Alguns amores nos machucam
Mary Recomenda | Fechado por motivos de futebol — Eduardo Galeano
Feliz aniversário, irmã!
Seu aniversário coincide com a cerimônia de abertura da Copa do Mundo deste ano, igualzinho a 2010 e também 1998. Além disso, nós duas nascemos em quintas-feiras de anos bissextos, com a Lua na fase crescente, em dias ímpares. Só não falei sobre o frio que faz (quase) todo ano porque ainda não cheguei a essa parte. É questão de tempo.
Observações astronômicas (9/6/2026)
| Retrato do céu de hoje à noite |
Observações astronômicas (7/6/2026)
| Júpiter e Vênus em conjunção (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Vênus e Júpiter em conjunção
5 de junho | Dia Mundial do Meio Ambiente
🌱 Uma viagem pelas raízes da consciência ambiental
Hoje, o blog Os Cadernos de Marisol convida você a fazer uma pausa — dessas que a alma precisa — para olhar com mais carinho o mundo ao redor. 🌍 Em 5 de junho, celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data que vai além de slogans: é um chamado à responsabilidade, à memória e ao futuro.
Fobos e Deimos: o futuro anel do planeta vermelho
Bem-vindo, junho
Arquivo Malacubaca | Trolada pelos nutricionistas (2013)
— E com hora marcada — lembrou Lilly. — É bom se apressar porque a agenda deles é muito cheia.
— Eles são bons mesmo?
— Os melhores. Só trabalham com divas e ainda por cima fazem um preço camarada.
— Diva que é diva adora uma pechincha.
Luz cinérea 🌙
A luz cinérea (ou Earthshine) é um fenômeno óptico que ocorre quando a porção obscurecida da Lua torna-se visível a olho nu, exibindo um brilho acinzentado e sutil. É o momento em que o disco lunar deixa de ser um recorte bidimensional no céu e revela sua volumetria completa, envolto em uma penumbra fantasmagórica.
Ou seja:
☀️ Sol → 🌍 Terra → 🌙 Lua → 👁️ nós
Terças com Tita | A epopeia da garota incompreendida (escrito em 2013)
As palavras já estiveram em lugares onde jamais sonhei em estar
Donkey Kong Country 3: Dixie's Double Trouble
O que isso tem a ver com Donkey Kong?
Mary Recomenda | Beleza oculta — Lucinda Riley
"Se olharmos para esse cenário desolador, a maior lição que fica é justamente o valor de proteger a dignidade humana. O maior bem-estar e a maior utilidade que podemos extrair ao entrar em contato com essas dores do passado é usar essa indignação como combustível para blindar o nosso presente contra qualquer intolerância. A memória dessas injustiças serve para que a gente nunca se esqueça de valorizar a vida, a liberdade e o respeito mútuo. Transformar esse ódio pelo que aconteceu em uma determinação firme de espalhar empatia e justiça no mundo de hoje é a melhor forma de gerar o máximo de bem coletivo."
Às vezes, o problema não é o livro
Vesta: a caçula do Cinturão
Se Juno abriu a porteira do cinturão, Vesta, descoberta em 1807 por Heinrich Olbers, chegou para fechar o quarteto original com chave de ouro. Ela é a "caçula" das quatro primeiras descobertas, mas, para a geologia, é o verdadeiro tesouro do Sistema Solar.
Terças com Tita | Manifesto de uma boa perdedora
Destrinchando a Letra | Já faz tempo que é noite (horas ou não mais)
Mary Recomenda | A vida mentirosa dos adultos - Elena Ferrante
É esse o ponto de partida do Mary Recomenda de hoje.
Juno: a espiã do Sistema Solar
![]() |
| Captura de Humo feita com o Stellarium. |
Houve um tempo em que o Sistema Solar tinha onze planetas e a imponente Juno ostentava sua coroa. Descoberta em 1804 por Karl Harding, ela ocupava a oitava posição nessa lista, logo após Ceres e Pallas. Ostentando um símbolo próprio e o status de divindade, Juno foi a terceira peça de um quebra-cabeça que acabaria por desmoronar a estrutura clássica do cosmos.
Mary Recomenda | Minha amiga Anne Frank — Hannah Pick-Goslar
![]() |
| Capa da edição brasileira de Minha amiga Anne Frank, publicado pela Buzz Editora |
Livros necessários nem sempre são fáceis de serem digeridos, sobretudo quando eles nos mostram uma realidade dura, penosa e inimaginável para nós, uma história que não devemos nos esquecer para não repeti-la. O Mary Recomenda de hoje é dedicado a discorrer sobre Minha amiga Anne Frank, de Hanna Pick-Goslar, a querida Hanneli, mencionada no diário de Anne Frank.
Danke Schön, Milka
![]() |
| Presente de aniversário Milka (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Esta história começou há dois séculos, em Neuchâtel, na Suíça ocidental, quando o confeiteiro Philippe Suchard abriu sua primeira confeitaria. Naquela época, o chocolate era algo rústico, granulado, difícil de mastigar e caríssimo.
Visionário, Suchard inventou o mélangeur, uma máquina que misturava o açúcar e o cacau por horas até transformá-lo em uma pasta lisa. O grande desafio consistia em conseguir misturar o leite ao chocolate sem que ele estragasse ou ficasse com textura.
Cinco anos sem você, vó
Não parecia um autêntico sábado de verão. Mal começou e ficou suspenso num tempo indefinido entre tudo que acabou e tudo que jamais voltará ao lugar.
Foi a partir daquele dia que você começou a morrer um pouquinho.
Teve um domingo muito estranho algum tempo depois. Cinzento, frio, longo e suspenso. As paredes frias testemunharam os seus últimos momentos, mas esse trecho da história sofreu diversas alterações, a depender de que o narrava. Porque o desfecho era óbvio, não haveria um último milagre para fazê-la levantar daquela cama e testemunhar uma cura que faria a medicina duvidar das próprias convicções.
Dizem que seu último suspiro foi perto da meia-noite. Suas mãos soltaram a corda esgarçada pela luta desleal contra um inimigo que devorou as páginas em branco restantes no livro da vida e se apresentou num estágio avançado demais para uma remissão. Chegava a hora de dar os primeiros passos rumo a um lugar muito melhor do que aqui, distante da nossa visão, do entendimento e do toque.
Naquela manhã de segunda-feira eu não mensurava a dimensão da sua partida. No fundo, eu ainda esperava por um telefonema que desmentiria a realidade e devolveria aos dias um senso de normalidade.
Foi algum tempo depois que olhei para as fotos que tirei da última vez que a visitei e ficou muito claro o ensaio improvisado de uma despedida não tão anunciada.
A casa ainda era a mesma, mas havia um silêncio dolorido naquele relógio parado às sete horas, no piso frio que cobria os cômodos, no amarelo desbotado das paredes. O último café não parecia o último, a mesa posta tinha gosto de reencontro. Álbuns de fotografias espalhados pelo chão, a voz embargada com uma lembrança que veio de repente, droga de pandemia.
Você acenou para nós até o carro dobrar a esquina, costumava ser o nosso "até sempre". Foi numa madrugada insone que escrevi sobre o assunto pela primeira vez, com um nó na garganta, porque resumiram seu funeral a lavação de roupa suja de quem deixou a mágoa e o rancor falarem mais alto do que a dor que nos igualava a todos.
O inventário mais importante não eram os eletrodomésticos, nem o carro, nem a propriedade, era a sua bondade de ajudar a quem precisasse, a determinação de uma mulher que ficou sozinha no mundo e lutou por tudo que quis, as histórias que cada um viveu ao seu lado e poderá guardar para sempre.
Esse lar ainda existe no mundo dos sonhos. Não tem tumor nenhum, nem joelho estourado, nem coração quebrado, nem protocolos sanitários a impedir visitas e abraços. A saudade acaba assim que avisto o canteiro de flores perto do portão e a rampa que dava na garagem porque sempre tem um abraço cheiroso pedindo desculpas pela bagunça — inexistente — e agradecendo a visita.
Tiraram a plaquinha dos geladinhos que ficava no poste, mudaram a cor do portão, tem outro veículo estacionado na garagem, parece que tantos anos passaram mais rápido do que um suspiro. Tem uma pessoa a menos orando por mim e pelos meus, nunca mais apareceu seu telefone no identificador de chamadas nos aniversários e no Natal.
Reconheço ser tarde para lamentar tudo que não fiz por você, pelas visitas que ficaram na promessa, pelo ponto final que mudou tudo para sempre. Remoer arrependimentos por não ter aproveitado certos momentos ciente da brevidade de nossas existências não acalma meu coração, porque por um bom tempo eu te tinha como uma mulher forte e longeva, que veria meus filhos crescerem, reunindo novamente quatro gerações no mesmo aposento, que nem naquele dia em que estávamos a bisa, você, a minha mãe, a minha irmã e eu.
São cinco anos de muitos outros que ainda virão. O mundo seguiu em frente, nós também seguimos para algum lugar. Com um vazio impossível de preencher com nada que não seja a sua memória e a certeza de que quando eu publicar aquele livro o qual você queria tanto ter lido, o mundo haverá de conhecer o seu nome.
Infelizmente, nem todos os contratos são respeitados e uma editora pegou aquele dinheiro que você com tanto carinho deu para ver o livro ser publicado. Nunca consegui te contar que pessoas inescrupulosas agiram de má-fé, deixando de cumprir o que prometeram até reconhecendo firma, porém a lembrança mais bonita tem a ver com a sua generosidade em acreditar em mim mais do que eu mesma já acreditei.
Talvez você olhe por mim aí do plano superior e a gente se encontre um dia desses, quando a primavera voltar. Enquanto isso, eu escrevo.
Insurgente
Joaninhas e piscinas 🐞
Não era uma tarde comum de outono, nem tão quente, mas a piscina da estância estava cheia de gente. Mergulhar de cabeça é parte da aventura para quem escolhe dar as mãos ao medo e descer o tobogã azul em espiral. Passar vergonha encabeça a lista de coisas que deixo de fazer para não ser assunto pelos motivos "errados".
espelho quebrado | o manifesto da dismorfia (2020)
Terças com Tita | A farsa dos 500 anos
![]() |
Coração de leão e sábados preguiçosos
"A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser" — Homer Simpson
Feliz aniversário, Ezi! ✨🎂
Que alegria imensa poder comemorar mais um aniversário seu, querida amiga! É sério, parece que foi ontem o seu aniversário passado, que caiu num domingo de Páscoa, e até o retrasado, aquele em que você, a Carolzinha e eu fomos àquela exposição do Monet lá no Mueller, mas cá estamos, um ano de muitos mais que esperamos vê-la celebrar.
A vida adulta pesa consigo. São tantos compromissos, afazeres e prazos que o cansaço responde antes do corpo, porém as verdadeiras amizades não são taças de material frágil, a fortaleza delas é comparável aos troncos dos carvalhos e resistem àquelas fases em que a rotina parece sufocar a criatividade, desbotar as cores e ser cumprida de forma mecânica.
Nossos amigos são esses faróis que nos lembram de quem somos quando a tristeza tenta confundir os sentidos, mesmo quando pensamos estar sós. Cada reunião serve de bálsamo para acalmar o coração a respeito daquilo que não depende somente de nós, recarregar as energias e agradecer pelos momentos em que simplesmente deixamos a seriedade de lado e rir, brincar, sem ouvir as groselhas que a pressa se antecipa em dizer para pesar o clima.
Nunca terminamos um ano do mesmo jeito que começamos. Suas mudanças de visual delimitaram as várias fases de 2025. O resultado fica em segundo plano quando você para e reflete que ao menos você se permitiu mudar, arriscar, não deixou tudo só na promessa, esperando um dia perfeito que pode nunca vir.
Talvez você não sinta isso agora, mas se você olhar para trás, não deixe de sentir orgulho de si pelas inúmeras conquistas. Não abra mão da sua independência por nada, nem por ninguém. Você merece ser feliz e guardar espaço na alma para carregar os seus sonhos, não as críticas alheias, nem os pré-conceitos de ninguém.
Você não é um “tanto faz”, você merece ser amada por alguém que deseje estar ao seu lado, sem desculpas, sem joguinhos. Você merece um brinde no alto de uma cobertura, com alguém que segure na sua mão e veja o fulgor das estrelas no seu olhar, alguém que, ao te abraçar, sinta a responsabilidade de cuidar do seu mundo inteiro. Não aceite menos, nem quando a carência vier com conversinha mole.
Mas hoje o choro só está liberado se for de alegria e emoção. Lute com unhas e dentes pelos seus sonhos, seja uma leoa determinada, seja por você antes de qualquer outra pessoa. Sofrer na vida faz parte, porém, não se torture pelo que não depende de você e tenha a certeza de que o mesmo vento que arrasa tudo que vê pela frente também é aquele abraço gostoso num dia abafado.
Perdoa o textão e se eu viajei muito na maionese tentando “falar bonito”. Não sei me limitar às frases feitas, gosto de não colocar amor em tudo que faço, em cada palavra escolhida e pensada para fazer sentido daqui a muitos anos ou diversas outras versões suas — e não somente neles.
Saúde, alegria, paz, realizações, prosperidade, amor, coragem, determinação… ah, são tantos os pedidos. Que a luz do seu sobrenome te guie a cada escolha e essa mensagem te abrace caso eu não esteja por perto. Obrigada por existir.
Com carinho,
Mary =)
A vida continua injusta, mas o riso é livre
Tenho um pé atrás com continuações ou reencontros porque quase sempre eles não correspondem às expectativas. Se seu desejo é ler uma resenha acadêmica, técnica, detalhada e repleta de palavras difíceis, esse post não é para você. Quero conversar com aquela jovem que um dia eu fui, sem "higienizar" minha história porque fulana pode ficar chocada com as anedotas de alguns anos atrás, sem me envergonhar das páginas zoadas, dos tombos e até das referências que solidificaram a personalidade.
Depois dos 25 | O oásis não passa de outra ilusão
Terças com Tita | O refresco do algoritmo
Sabe por que o mundo se tornou tão careta?
Porque foi o preço a ser pago para entrar na caixinha, apesar de sempre termos escutado aquela máxima sobre pensar fora dela, ousar, abraçar a coragem, celebrar as diferenças e saber quando e como discordar. Uma leitura maniqueísta e tendenciosa poderia incorrer numa captura de tela distorcida e replicada à exaustão, colocando na minha boca palavras que eu nunca falei, ignorando o contexto e o chamado à autocrítica que tanto faz bem à sociedade e nunca cai de moda.
Depois dos 25 | Ponto de não-retorno
Se já escrevi, não lembro quando, mas não é a primeira vez que me questiono o porquê de a nostalgia Y2K resgatar e reciclar o que tinha de mais abjeto naquela longa década. Permaneci alguns segundos dramáticos fitando a tela, tentada a apagar essas ideias ridículas e pelo menos tentar seguir o tal fluxo, abraçar a nostalgia e ignorar a podridão varrida para debaixo do tapete.
13 de abril | Dia do Jovem
🌱 A Energia do Amanhã: Celebrando o Dia do Jovem
13 de abril — Dia do Jovem
Juventude é mais do que uma fase da vida: é potência. É inquietação, brilho nos olhos, coragem para tentar e a teimosia bonita de quem ainda acredita que pode mudar o mundo — e muitas vezes muda. O Dia do Jovem, celebrado em 13 de abril, é um convite para ouvir quem vive o presente com um pé no futuro.
✨ Por que celebrar o jovem?
Porque são eles que:
-
carregam ideias novas nas mochilas;
-
levantam cartazes nas ruas e hashtags nas redes;
-
enfrentam o cinismo do mundo com um fone de ouvido no ouvido e uma esperança no peito;
-
acreditam, sonham e recomeçam, mesmo sem apoio.
🧠 Como os jovens podem transformar ideias em ações?
🔹 Sonhe com os pés no chão — Trace metas e se organize, mesmo que aos poucos.
🔹 Se informe — Conhecimento é poder. Leia, ouça, converse.
🔹 Conecte-se com causas — Participe de grupos, projetos ou crie o seu.
🔹 Não subestime sua voz — Jovens mudaram regimes, criaram tecnologias e escreveram livros que ainda lemos.
🔹 Permita-se mudar de ideia — Evoluir é parte do caminho.
🪴 Como apoiar os jovens de verdade?
🌻 Escute sem desdenhar.
🌻 Incentive sem impor.
🌻 Corrija sem ridicularizar.
🌻 Esteja por perto sem sufocar.
🌻 Acredite — porque eles já lidam com muitos que duvidam.
🧑🏽🎓 Jovens que fizeram história
11 de abril | Dia do Fondue de Queijo 🫕
Na última sexta-feira (11 de abril), foi celebrado o Dia do Fondue de Queijo, uma data que pode parecer só mais uma curiosidade gastronômica, mas que, na verdade, carrega história, tradição e afeto. Uma data para aquecer os dias mais frios, reunir as pessoas queridas em volta da panelinha e transformar o simples ato de comer em ritual.
📜 Um pouco de história… e uma pitada de charme
A palavra “fondue” vem do francês fondre, que significa derreter. E foi justamente essa necessidade que originou a receita: nas montanhas da Suíça, durante os invernos rigorosos, camponeses aqueciam os restos de queijo duro com vinho branco e mergulhavam pedaços de pão velho para criar uma refeição nutritiva e compartilhável.
Mas o fondue não foi sempre “coisa de gente simples”. Historiadores apontam que, durante o século XVIII, os queijos usados (como o Gruyère) eram caros e inacessíveis aos mais pobres. Com isso, o prato também foi apreciado por famílias abastadas, sobretudo nas regiões de Jura e Savoie, na fronteira entre Suíça e França.
A primeira menção escrita ao fondue aparece em um livro publicado em 1699, na cidade de Zurique.
🌍 Do frio suíço para o mundo
A internacionalização do fondue aconteceu na década de 1950, quando o chef suíço Conrad Egli apresentou o prato em seu restaurante Chalet Suisse, em Nova York. Ele também foi responsável por criar a versão doce com chocolate derretido, que virou sinônimo de romance e finais de jantar com gosto de “quero mais”.
🗓 Por que 11 de abril?
O Dia do Fondue de Queijo é celebrado em 11 de abril como um marco simbólico do início da temporada de fondue em muitos países com clima frio. Uma homenagem à cultura suíça — mas, mais que isso, uma celebração do aconchego que só um prato coletivo é capaz de proporcionar.
💡 Curiosidades que aquecem o papo
-
🧾 O fondue aparece pela primeira vez por escrito em Zurique, em 1699.
-
🎶 Na Suíça, quem deixar cair o pão na panela deve pagar prenda: cantar, contar piada ou até dançar.
-
👨🍳 Por lá, é tradição o homem da casa preparar o fondue, como um gesto de hospitalidade e cuidado.
-
🏠 A cidade de La Chaux-de-Fonds, famosa pela relojoaria, também disputa o título de berço da receita.
🍷 Harmonizações e variações deliciosas
💡 Dica dos Cadernos de Marisol: mantenha a chama da panelinha baixa e mexa sempre com colher de pau para evitar que o queijo queime no fundo.
🤍 Mais que comida: convivência
O fondue é mais do que uma refeição: é um ritual coletivo. Não se come fondue com pressa. Ele exige tempo, cuidado e partilha. Cada pessoa espera sua vez, mergulha o pão no queijo, ri, derruba, paga prenda… e no fim, tudo vira memória.
Na correria do dia a dia, talvez a gente precise mesmo de mais fondue — no prato e na vida. Que tal resgatar essa tradição? Nem que seja com pão francês, queijo derretido no fogão e muito carinho à mesa.
cada um por si e o tempo contra todos nós
Mary Recomenda | A face mais doce do azar - Vera Saad
![]() |
| Capa de A face mais doce do azar, publicado pela Editora Palimpsesto. |
Tem livros que não chegam até nós com barulho, mas que, uma vez lidos, não nos deixam mais. A Face Mais Doce do Azar, de Vera Saad, foi uma dessas descobertas silenciosas e arrebatadoras.
refluxo urbano
A ressaca da maturidade
Tenho pensado nesse assunto com uma frequência assustadora. Aprendi a fingir sem nenhum tutorial; nunca pareci estar tão bem. Eles elogiam a postura serena e resignada porque eu já não brigo mais com os fatos. Vivo cada dia na esperança de ser o último.
anatomia de um coração quebrado
4 de abril | Dia Mundial do Rato 🐁
Terças com Tita | Simplesmente Tita, simplesmente emo
Quis ser muitas coisas nesta vida. Entre elas, ser cantora e líder de uma banda de rock. Como desafino cantando até "Parabéns a você", tentei escrever boas letras, as quais admito serem melhores do que muita coisa que toca nos top 50 dos aplicativos de streaming musical, mas isso é conversa para outro dia.
Nunca consegui reunir pessoas suficientes para formar um grupo musical, como também nunca fundei um clubinho lá na tenra infância; porém, a inteligência artificial me permitiu realizar esse desejo de ver minhas letras transformadas em canções.
Domingo de Ramos 🌿
![]() |
| Representação de Jesus Cristo entrando em Jerusalém (imagem produzida por Inteligência Artificial) |
Neste domingo (29), é Domingo de Ramos. Esta data muito emblemática no calendário cristão porque marca a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, onde foi recebido com ramos de palmeiras e aclamações de “Hosana ao Filho de Davi”. Esse evento é narrado nos quatro evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João, do Novo Testamento.
Mary Recomenda | A Metamorfose - Frank Kafka
![]() |
| Capa da edição distribuída pela Ephemera Livros |
1000 cartas de amor | Dona do meu coração (março de 2017)
22 de março | Dia Mundial da Água 🌧️💧
Você já reparou que o cheiro de terra molhada parece despertar algo muito antigo dentro de nós? Não é por acaso. Antes de ser um gráfico na previsão do tempo, a chuva é o cronômetro da vida. Ela dita quem planta, quem colhe e quem precisa partir. Hoje, o OCDM te convida a olhar para as nuvens de um jeito diferente: entre a ciência das massas de ar e a poesia de quem espera pelo primeiro pingo no sertão.
Oficialmente, não existe um “Dia Mundial da Chuva” no calendário da ONU ou da UNESCO. No entanto, 22 de março, também Dia Mundial da Água, foi estabelecido para conscientizar sobre a importância da água doce, incluindo a chuva, para a sustentabilidade do planeta.
Ausente por motivo de virose
Qual a diferença entre equinócio e solstício?
Se você sempre trava na hora de explicar por que as estações mudam, não se sinta mal. Os nomes são parecidos, mas os fenômenos são opostos! Como hoje é 20 de março, data de uma dessas mudanças, vamos aprender a diferença de um jeito que você nunca mais vai esquecer.
Terças com Tita | Quem roubou pão na casa do João?
"O Miguel roubou pão na casa do João (2x)Se não foi você, então quem foi?O Bernardo roubou pão na casa do João (2x)Se não foi você, então quem foi?(e os versos são repetidos por 44 vezes — ou até o fim da excursão ou, em último caso, até o motorista abandonar o posto)"
Não sabe, não sabe,vai ter que aprender.Orelha de burro,cabeça de ET…
13 de março | Descoberta do planeta Urano
13 de março é uma data histórica e de extrema importância para a astronomia. Há 245 anos, o horizonte da humanidade dobrou de tamanho. Até então, acreditava-se que o Sistema Solar terminava em Saturno. No entanto, o músico e astrônomo William Herschel, munido de um telescópio que ele mesmo poliu com precisão obsessiva, encontrou algo que mudaria a ciência para sempre.
Urano foi o primeiro planeta descoberto por meio de um telescópio e também aquele que nos ensinou que o universo é muito mais extenso, complexo, estranho e maravilhoso do que supõe a nossa vã filosofia.
12 de março | Dia do Bibliotecário 📚✨💼
![]() |
| Nada como homenagear nossa lendária Biblioteca Pública do Paraná (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary) |
Muitas vezes, as melhores histórias não são aquelas que criamos do zero, mas as que descobrimos ao navegar pelo caos organizado da informação. Confesso que, nas minhas próprias jornadas — seja tentando decifrar o mistério do universo ou buscando a precisão histórica para as crônicas da Malacubaca —, foram os bibliotecários que seguraram a minha lanterna. Eles são os GPSs humanos de um mundo que insiste em se perder no excesso de dados.
Por isso, neste 12 de março, deixo aqui uma reflexão sobre a importância desses profissionais e um pouco da história que envolve esta data no Brasil. Afinal, se o escritor é quem semeia as histórias, o bibliotecário é quem garante que o solo esteja sempre fértil para quem deseja colher conhecimento.
Manifesto de uma nefelibata #2
Nem todas as boas histórias começam com "era uma vez", suspeito que as primeiras páginas contem sobre paredes rabiscad...
-
Os ventos que atuam no Brasil variam conforme a região, a estação do ano e a circulação geral da atmosfera. Alguns são constantes, outros ...
-
Meu vô paterno estava internado na Santa Casa, a saúde já bastante frágil. Meu pai, religiosamente, ia ao hospital visitá-lo todos os dias. ...









.png)















