Haumea: o elipsoide frenético além de Plutão

Captura de tela do planeta-anão Haumea (Reprodução/Stellarium)


No vasto e gelado Cinturão de Kuiper, muito além da órbita de Netuno, reside um dos objetos mais exóticos do nosso sistema: o planeta-anão Haumea. Se a maioria dos corpos celestes se assemelha a esferas perfeitas, Haumea desafia essa estética, apresentando-se como um elipsoide alongado — um formato que lembra mais um charuto ou uma massa de pizza esticada do que um planeta tradicional.

🌀 A Física da velocidade extrema

O formato bizarro não é um acidente geológico, mas uma consequência direta de sua dinâmica orbital. Haumea possui uma das rotações mais rápidas do Sistema Solar: um dia completo ali dura apenas quatro horas.

Essa velocidade é tão extrema que a força centrífuga impede que a gravidade molde o corpo em uma esfera. Haumea é, literalmente, uma lição de física sobre a resistência dos materiais; ele gira tão rápido que se alongou para aliviar a tensão de sua própria rotação. É o contraste perfeito entre a agitação frenética e o silêncio gélido das profundezas do espaço.

🔴 A mancha e o passado violento

Observações detalhadas revelaram uma característica intrigante na superfície cristalina de Haumea: uma mancha escura e avermelhada. Cientistas sugerem que essa marca pode ser o registro de uma colisão catastrófica ocorrida há bilhões de anos — o mesmo evento que provavelmente acelerou sua rotação e deu origem às suas duas luas, Hi'iaka e Namaka. O que vemos hoje é a cicatriz de um "esbarrão" intergaláctico que alterou permanentemente o destino deste mundo.

🔭 Perspectiva no Stellarium

Para localizar Haumea no simulador, é necessário um "zoom" agressivo e persistente. Localizado em uma região de luz escassa, ele aparece como uma "batata esticada" que gira em alta velocidade. No Stellarium, essa visualização ajuda a compreender como a distância e a escala transformam um planeta anão em um pequeno prodígio da mecânica celeste.

Malacubaca na Copa 2026 | O retorno dos que nunca foram

 

Uma partida foi suspensa devido às fortes chuvas na Filadélfia. Com isso, a Malacubaca trabalha dobrado para responder às indagações dos espectadores sobre a carreira de Vivaldo, o tetracampeão. 

Figurinha carimbada nos jogos da Seleção, imortalizou o bordão "Pra ganhar tem que fazer gol. Sem gol não tem vitória. Sem vitória não tem taça. Sem taça não tem festa." Ninguém sabe muito bem como ele foi parar na Malacubaca, mas esse agregado — diga-se de passagem — foi ficando, ficando... Parece que sempre esteve ali.

Malacubaca na Copa 2026 | Os segredos de um quase craque


Eduardo Meirelles pode até não ser o mascote da Copa, mas está sempre na boca do povo. Que ele é o artilheiro do time dos jornalistas da emissora, ninguém contesta. O ego, no entanto, ultrapassa o tamanho do Maracanã. Se duvidar, não está conformado até agora de não ter sido convocado para defender a Seleção.

Malacubaca na Copa 2026 | Teorias da conspiração na calada da noite


A televisão falava sozinha na sala escura. Na poltrona, Luís Carlos roncava, alheio aos comentários de Rubão na mesa-redonda pós-jogo. Lilly cochilava refestelada no sofá... até o celular vibrar ruidosamente.
Apavorados, os irmãos videntes charlatões tropeçaram na escuridão tentando identificar de onde vinha o som, se não estavam delirando ou dentro de um sonho daqueles bem esquisitos.
— Você ativou o despertador pra assistir ao jogo do Paraguai? — ralhou Lilly. — Quase me matou do coração, hein?

Malacubaca na Copa 2026 | Enquanto você lia essas desventuras, eles erraram mais uma previsão


Quando ela chega, não tem jeito. A gente se envolve. Uns mais, outros menos. Quem não gosta não entende que o significado vai além de 22 homens atrás de uma bola... 
É o frio na barriga, a tradição em campo, a televisão sintonizada na Malacubaca, o bolão da família, o animal vidente, as promessas, o ressoar das vuvuzelas, o cheirinho de pipoca com manteiga, do churrasco na brasa, o grito de gol que vem lá do fundo da garganta, do fundo da alma, que grita tudo que está engasgado, que até esquece um pouco dos problemas e das mágoas. 
Num abraço apertado, pula-se e festeja-se como se a torcida estivesse ali pertinho, vibrando a vitória, o entusiasmo e a bem-vinda injeção de ânimo que não vem em melhor hora.
Mas a festa não se faz sozinha...

Que alerta foi esse?



Tomei um susto daqueles agora há pouco. Receber alerta da Defesa Civil é assustador, mas a mensagem foi meio estranha, como indica a captura de tela. Minha irmã recebeu esse alerta e agora estamos querendo saber se mais gente recebeu e quem pode nos explicar o que aconteceu.

Mary Recomenda | Se deus me chamar eu não vou — Mariana Salomão Carrara


Esse título aparecia bastante nas recomendações de leitura, mas outros passavam na frente dele. Decidi saciar a curiosidade e foi assim que fiquei cara a cara com Se deus me chamar eu não vou, de Mariana Salomão Carrara, a indicada do Mary Recomenda de hoje. 

Malacubaca na Copa 2026 | Uma quase análise com quase craques (é o que nosso orçamento permite)

Com o adiamento de México e Inglaterra por uma hora devido às tempestades na Cidade do México, o pós-jogo da Malacubaca continuou repercutin...