Hoje, 11 de fevereiro, celebramos o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. À primeira vista, pode parecer um tema distante do universo literário onde costumo mergulhar, mas a verdade é que escrever e investigar são faces da mesma moeda: a curiosidade.
Se as cientistas usam o microscópio para entender a célula, nós, escritoras, usamos a palavra para dissecar a alma humana. Ambas precisamos de coragem para olhar onde ninguém olhou e de persistência para encontrar respostas em meio ao caos.
Nesta data, lembro-me de tantas mulheres que, no silêncio dos laboratórios ou nas margens da história, mudaram o mundo. Penso em como a ciência, tal como a boa literatura, exige que sejamos questionadoras.
Para as meninas que hoje olham para as estrelas ou para os livros de biologia e sentem o chamado da descoberta: o mundo precisa do nosso olhar. Que a ciência seja, para vocês, um território de liberdade, assim como a escrita é para mim.
Qual é a mulher na ciência (ou na vida) que mais os inspira a nunca parar de questionar?
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