Observações astronômicas (16/6/2026)

 

No domingo (14) e na segunda-feira (15), as condições climáticas estiveram desfavoráveis para acompanhar o céu, mas hoje o Sol saiu e tive a alegria de registrar momentos do céu que mais pareciam uma pintura em movimento.

Precisava compartilhar 💕

Manifesto de uma nefelibata #2

Nem todas as boas histórias começam com "era uma vez", suspeito que as primeiras páginas contem sobre paredes rabiscadas e bichos de pelúcia brilhando sob os holofotes imaginários de novelas improvisadas pela imaginação quase infinita de uma criança solitária e incompreendida.
Ideias pedem morada e vão florescendo até que as pétalas preencham dezenas de folhas de papel, tudo muito poético e até certo ponto romântico... ninguém descreve a angústia de segurar a caneta e a página em branco encarar de volta, um pouco impaciente, adepta da praticidade acima de tudo. O perfeccionismo ajeita o capuz na cabeça e murmura trêmulo atrás das cortinas que seria melhor nem começar. Por outro lado, as primeiras palavras vão ganhando corpo e assumindo o compromisso de reproduzir esse desabrochar de sonhos grandes demais para serem guardados junto com os brinquedos, os velhos e fiéis companheiros de aventuras. 
Os grandes um dia foram pequenos, não há nada de vergonhoso em partir de algum lugar, com o que se tem e o que se sabe. As bruxas são inofensivas diante da punhalada vinda de quem diz amar, pelas costas, para não deixar dúvidas, para não haver chance de defesa. Os mentirosos bem-intencionados inventam uma narrativa convincente e as folhas desaparecem, sentimentos não passam de arremedos e uma criança amedrontada chora até adormecer, no peso da injúria e da desmedida reação de quem sequer ouve outra versão. 
Mesmo assim, ela insiste. Ainda não sabe bem no que vai dar, o quebra-cabeça ficou todo irregular, mas existe um lugarzinho onde o ódio e a maldade não podem invadir, pelo menos não enquanto a esperança for sua sentinela. A rotina é pequena, sufocante e limitadora, porém, as palavras constroem pontes e refúgios seguros, as primeiras estruturas de histórias que ainda haverão de ser escritas. 
Cada divisória colorida desse caderno argolado do Mickey Mouse conta uma perspectiva da mesma noite — e tantas outras —, sempre em busca do aprimoramento, da versão definitiva, por mais penoso que seja reconstruir uma edificação lembrada pelas ausências. É tudo que tem. Cabe dentro da mochila, viaja por toda parte, considerando que a privacidade tem o mesmo peso de uma moeda sem valor. 
O desejo de transcrever o florescer com a mesma riqueza de detalhes da imaginação segue nesse embate passional com todos os entraves. A inocência fenece, de estilhaços sobrevive a confiança. São muitos dizendo o que fazer, poucos para entender. Todos pensam saber o que é melhor para ela, são boas as intenções descritas num tom paternal ou maternal de quem no fundo fala consigo mesmo. 
O bater das teclas tenta acompanhar o ritmo voraz dos pensamentos, aquela sintonia meio fora da caixa que parece dar muito certo. Não adianta seguir uma "receita de bolo" se o seu paladar se afina mais com uma boa macarronada ou uma pizza com camadas de queijo derretido e tomates. Muito além da boa gastronomia, é questão de lealdade aos próprios valores, vender mentiras cobra juros impagáveis.
Quem cobra perfeição não é exemplo de nada. Quem julga com rigor religioso tem um teto de vidro disfarçado. Quem despreza só escancara o despeito escorrendo pelo canto da boca. Quem escolhe o caminho do ódio não pode reclamar das tempestades no trajeto de volta, as coisas são como são. 
Ela é bombardeada diariamente com milhares de cobranças em todas as áreas da vida. Faça isso, não aquilo. Pense assim e não assado. A arte precisa de culhão. Quem não viraliza não existe.
Será que não existe uma incoerência em todos esses lugares-comuns?
A menina que rabiscava parede não pensava em ranking nenhum, só gostava da sensação de segurar uma caneta e brincar com palavras soltas. Os bichinhos de pelúcia eram as grandes estrelas das novelas faladas, não tinham fãs nem milhares de visualizações, não colecionavam medalhas, nem tampouco tinham a necessidade de validação externa ou de agradar uma cartilha de costumes cujos critérios são muito ambíguos.
Foi essa menina de coração quebrado que saiu de cena e aprendeu a gostar de passar despercebida, de não ter que dar opinião sobre tudo, nem se cobrar a perseguir um ideal que mais contribuiu para aprisionar a criatividade e roubar o prazer de escrever por escrever.
Se ela não viraliza não existe para o senso comum iludido por mentiras bem editadas e ilusões filtradas. Ademais, enquanto o amor pela arte se sobrepõe aos interesses mundanos, as palavras se amontoam, ávidas por redigir não um final feliz repleto de efeitos especiais, mas o grande momento em que o perfeccionismo é deixado de lado e arriscar é o verbo de ação que liga dedicação, intenção e satisfação. 

Observações astronômicas (12/6/2026)

Na quarta-feira (10) e na quinta-feira (11), a chuva roubou a cena, mas nesta sexta-feira (12), contrariando as expectativas, o solzinho apareceu. Tudo bem, de manhã o céu estava carrancudo e meio choroso, ah, e as rajadas de vento cortaram o barato de quem está sentindo saudades do verão.

Júpiter e Vênus continuam visíveis no céu ao anoitecer, como mostra essa captura de tela do Stellarium, exatamente no momento em que fiz os primeiros registros da noite. 

Pode não parecer hoje, mas tudo vai ficar bem

 


Não gosto muito dessas frases genéricas de autoajuda, mas hoje decidi fazer um contraponto respeitoso sobre a ideia de que o amor romântico é o único válido e existente, só isso. Viver algo bonito e correspondido, quem não quer?

Amor romântico não é o único tipo de amor do mundo



Essa história de "o amor vem para os distraídos" me faz revirar os olhos. Mais distraída do que eu — e por natureza, a ponto de colecionar manchas roxas na perna e não saber por que — duvido que haja alguém.
A bem da verdade, hoje é uma sexta-feira comum, a exemplo de tantas outras sextas-feiras do ano. Passar o Dia dos Namorados sozinha é perfeitamente possível, bem como me divertir mesmo sem um namorado também é. 

Dia da Chatice aka Dia dos Namorados


Eis que chegou o Dia da Chatice, aka Dia dos Namorados. Sou do time que odeia a data e cutuco a ferida da hipocrisia comercial. Temos outros 364 dias no ano para demonstrar amor, não somente em 12 de junho e fomentado pelo exibicionismo barato em troca de algumas curtidas.

Alguns amores nos machucam

Alguns amores nos machucam.
E não é sempre por maldade — às vezes é por imaturidade, desatenção ou medo.
Mas machucam.

Mary Recomenda | Fechado por motivos de futebol — Eduardo Galeano


Para quem ama futebol e fortes emoções, a temporada promete. Hoje começa a Copa do Mundo na América do Norte, com 48 seleções, uma partida a mais e a expectativa para conhecer a próxima campeã. Se o hexa virá ou não, o desfecho dessa história será conhecido nos gramados. 
Teremos animais videntes? Um hit que supere o impacto emocional e cultural do Waka Waka (difícil)? Um favorito caindo cedo e um azarão surpreendendo por chegar a uma semifinal?
Estamos diante do prólogo de mais um mundial e nós poderemos testemunhar cada parágrafo em tempo real, por isso o Mary Recomenda Edição Extraordinária tinha de estar à altura.
Se você gosta de Eduardo Galeano, a indicação de hoje não será nenhuma surpresa, porém, para quem ainda não conhece o legado deste grande escritor uruguaio, Fechado por motivo de futebol pode te deixar ainda mais no clima da Copa. 

Feliz aniversário, irmã!



Seu aniversário coincide com a cerimônia de abertura da Copa do Mundo deste ano, igualzinho a 2010 e também 1998. Além disso, nós duas nascemos em quintas-feiras de anos bissextos, com a Lua na fase crescente, em dias ímpares. Só não falei sobre o frio que faz (quase) todo ano porque ainda não cheguei a essa parte. É questão de tempo.

Observações astronômicas (9/6/2026)

Retrato do céu de hoje à noite 

Ontem não foi possível compartilhar nenhuma observação astronômica porque o céu estava nublado no início da noite. No entanto, comparando os registros recentes com alguns mais antigos e apurações em fontes confiáveis, suspeito ter registrado Procyon e Sirius. Comecei a escrever sobre o Triângulo de Inverno e deixei no rascunho, caso me encoraje de publicar em breve.

Observações astronômicas (7/6/2026)

Faltam 4 dias para começar a Copa do Mundo e 14, se não me engano, para o início do inverno astronômico (e o ingresso do Sol no signo de Câncer/Caranguejo). Júpiter parece ser só um pontinho minúsculo do céu que até nos esquecemos de que caberiam umas 1300 Terras nele.

Júpiter e Vênus em conjunção (Reprodução/Arquivo pessoal da Mary)

Vênus e Júpiter em conjunção

Hoje é dia de registrar Vênus e Júpiter a olho nu. Se o céu estiver limpo na região onde você mora, vale a pena dar uma olhadinha.

5 de junho | Dia Mundial do Meio Ambiente

  

🌱 Uma viagem pelas raízes da consciência ambiental

Hoje, o blog Os Cadernos de Marisol convida você a fazer uma pausa — dessas que a alma precisa — para olhar com mais carinho o mundo ao redor. 🌍 Em 5 de junho, celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data que vai além de slogans: é um chamado à responsabilidade, à memória e ao futuro.

Fobos e Deimos: o futuro anel do planeta vermelho



Na mitologia, Fobos (Medo) e Deimos (Terror) acompanhavam Marte, o deus da guerra, em suas batalhas. Na astronomia, essa relação é igualmente intensa e peculiar. Diferentemente da nossa Lua, que é um corpo esférico e solitário, as luas marcianas assemelham-se a asteroides capturados pela gravidade do planeta vermelho, mantendo formas irregulares e órbitas fascinantes.

Bem-vindo, junho


Junho é um dos meses mais legais do ano. 🩷
Tem uma pessoa muito especial na minha vida que faz aniversário em junho, logo vocês saberão quem é porque vai ter um espacinho pra ela aqui. Ah, e a Copa está quase aí também... 😎
Por ora, recebam meu abraço apertado e meus votos para que junho seja um mês muito abençoado para todos. 

Arquivo Malacubaca | Trolada pelos nutricionistas (2013)

 



Essa diva é boa de garfo, mas, quando quer entrar em forma, não mede esforços para fazer bonito. Vocês devem saber como é. Agenda lotada, muitos compromissos, a pressão para estar sempre enxuta. Uma diva acumula muitas responsabilidades; comigo não poderia ser diferente.

Eu tinha um casamento para ir e queria chamar mais atenção do que a noiva, se bem que eu já causo naturalmente graças aos meus atributos — valeu aí, mãe natureza! — que deixam as outras mordidas de inveja. No entanto, entre um sonho de goiaba e outro, perdi o controle e a balança reclamou. Não sendo lá muito fã de puxar peso, fazer caretas e nada que me faça suar, estava quebrando a cuca para fazer as pazes com o espelho (apesar de sermos best friends) sem sofrer muito.

Uma coisa bacana de ter uma amiga como a Lilly é que ela sempre conhece alguém que pode oferecer ótimos serviços cobrando uma pechincha.

— Se você precisa enxugar alguns quilinhos para fazer bonito com o vestido pink, recomendo que conheça os irmãos nutricionistas que só atendem divas — recomendou a Lilly, me ajudando a pintar as unhas.

— Eles só atendem divas?

— E com hora marcada — lembrou Lilly. — É bom se apressar porque a agenda deles é muito cheia.

— Eles são bons mesmo?

— Os melhores. Só trabalham com divas e ainda por cima fazem um preço camarada.

— Diva que é diva adora uma pechincha.

No final daquele mesmo dia, recebi um e-mail com um folder promocional dos NUTRICIONISTAS DAS DIVAS e entrei em contato imediatamente com a secretaria deles. Uma voz melíflua me atendeu, marcando uma consulta para dali a dois dias. Fiquei radiante! Pensei que seria o máximo e que logo estaria desfilando com o meu vestido pink, esbanjando elegância e deixando as falsianes da redação roxas de recalque.

Os profissionais atendiam num prédio comercial requintado no coração do Batel. Logo na recepção, percebi que o negócio era de alto nível. Poltronas de veludo, espelhos dourados e um perfume suave no ar que lembrava jasmim. Fui encaminhada para o consultório principal, onde dois homens elegantíssimos me esperavam, vestindo jalecos impecáveis com as iniciais gravadas em fio de ouro. Um deles tinha sotaque francês e o outro ostentava uma postura dinamarquesa irretocável. Senti que estava na elite da saúde!

Bonjour, Carmen Angélica. Vimos que o seu brio necessita de um realinhamento metabólico celular — disse o irmão francês, analisando-me com um carão clínico de milhões.

Eles prescreveram um "elixir da perfeição das divas", uma fórmula secreta importada diretamente de Copenhagen que, segundo eles, faria a gordura derreter na velocidade máxima de um contra-ataque. O único problema era o cheiro do bendito xarope: um aroma tridimensional que lembrava bueiro entupido em tarde de chuva no Rebouças. Mas diva que é diva sustenta o laquê e engole o que for preciso pelo manequim 36!

Para complementar, eles me encaminharam para uma aula experimental de aeróbica com um personal trainer da academia VIP do prédio. E adivinhem quem era o instrutor? O legítimo SÓSIA do Edu Meirelles! A mesma gola polo, o mesmo topete indestrutível e o mesmíssimo cinismo de catálogo! Eu odeio suar, odeio fazer careta levantando peso, mas ver o clone do Meirelles gritando comandos de posicionamento geométrico na pista me deu um brio tão monumental que pulei corda até o laquê derreter por completo!

No dia seguinte, na redação da Malacubaca, eu já estava pleníssima espalhando a fofoca. Joguei na cara da Bilu Valdez e do Edu que tinha perdido 8 kg em apenas três dias com o tratamento escandinavo. O Edu ficou possesso, achando que era bruxaria corporativa, e a Bilu quase caiu dura de tanto invejar o meu foco tático! Como sou uma colega prestativa, levei o frasco do elixir e servi o chá fedorento em copinhos de plástico para as meninas da redação, jurando que era a salvação da paróquia. O resultado? Meia hora depois, havia uma fila extraordinária de repórteres e produtoras interditando o banheiro da emissora com uma pane gastrointestinal histórica! Tarja preta total!

O meu verdadeiro calvário, contudo, foi o drama do sonho de goiaba. Os nutricionistas cortaram impiedosamente as minhas cotas da iguaria do Seu Getúlio. Passar de um estoque livre para apenas UM mísero sonho de goiaba por dia foi de uma crueldade digna de vilão de novela das nove. Eu ficava ali na calçada, namorando a barraca à distância, chorando no closet com o estômago roncando e olhando para aquelas fatias de bolo com o âmago arranhado. Quase uma mártir!

Na manhã seguinte, quando fui me pesar no banheiro para celebrar mais um quilo perdido, a balança estava de brincadeira comigo: GANHEI 5 KG POR COMER UM PEDAÇO DE BOLO.

Jaqueline parou em frente à porta entreaberta do banheiro:

— Qual é o drama agora?

— Drama? — choraminguei. — DRAMA?

— Deve ser consciência pesada, não é não? — Ela não iria perdoar o pedaço de bolo surrupiado da geladeira na noite anterior, sem deixar nem uma migalha para os cachorros dragas.

— Ninguém engorda 5 kg comendo um mísero pedaço de bolo — justifiquei-me, estarrecida, magoada, com o âmago arranhado. — Puxa vida! Eu estou me dedicando tanto, me sacrificando absurdamente...

— Quase uma mártir dos sonhos de goiaba...

— Nem me fale em sonhos de goiaba — cobri as mãos no rosto para romper em lágrimas.

Ficar sem sonhos de goiaba estava acabando comigo tanto quanto da vez em que eu passei uma semana numa cidade que não vendia sonho nem de nata. Não sei como sobrevivi a tamanha negligência. — Não me torture!

— A consciência pesada faz o resto do trabalho — argumentou a pestinha, saindo correndo para a cozinha.

— Consciência pesada, é?

Foi aí que os meus disquetes processaram a informação e eu descobri a falcatrua: a Jaqueline tinha adulterado as engrenagens da balança só para me sacanear! Eu não tinha emagrecido nem engordado um único miligrama. Os nutricionistas das divas eram uma fraude e a minha filha era uma sabotadora de dietas!

De qualquer maneira, cansei-me desse negócio de dieta. Eu estava ficando deprimida de namorar os sonhos de goiaba à distância, não sirvo para puxar ferro em academia e muito menos para fazer esses regimes malucos que deixam o sistema em frangalhos. Nada como uma bela cesta de sonhos de goiaba do Seu Getúlio para comemorar o fim do carma e o retorno triunfal da diva ao topo da passarela!

Luz cinérea 🌙



A luz cinérea (ou Earthshine) é um fenômeno óptico que ocorre quando a porção obscurecida da Lua torna-se visível a olho nu, exibindo um brilho acinzentado e sutil. É o momento em que o disco lunar deixa de ser um recorte bidimensional no céu e revela sua volumetria completa, envolto em uma penumbra fantasmagórica.

Ou seja:

☀️ Sol → 🌍 Terra → 🌙 Lua → 👁️ nós

Terças com Tita | A epopeia da garota incompreendida (escrito em 2013)

 

Ela era a adolescente desengonçada que lhes falava. Ninguém a ouvia por não querer. Vaiada ao apresentar os trabalhos em classe. A última do time. A fileira isolada. O ruidoso silêncio.

Aquela que chorou a perda da única amiga. Ninguém nunca soube decifrar o quanto ela poderia ser uma boa companheira.

Era mais fácil atirar pedras no cachorro sarnento do que oferecer-lhe alguns miolos de pão e um pouquinho de água.

As palavras já estiveram em lugares onde jamais sonhei em estar


Há fases em que a ausência é necessidade de primeira ordem. A pausa vem da paralisia moral entranhada nas noites em claro, acompanhada pela insegurança e um medo quase infantil de não dizer nada que agregue.

Donkey Kong Country 3: Dixie's Double Trouble


Meu vô paterno estava internado na Santa Casa, a saúde já bastante frágil. Meu pai, religiosamente, ia ao hospital visitá-lo todos os dias. Por ter apenas 9 anos, eu não podia entrar na UTI, então aguardava quieta em um corredor, sem muita noção da gravidade do que ocorria.

O que isso tem a ver com Donkey Kong?

Bem, perto da Santa Casa tinha uma loja dessas que vendiam de tudo, inclusive fitas de videogame. Meu pai me levou até lá e perguntou o que eu queria. Minha meta era o Donkey Kong Country 2 — que eu estava louca para jogar desde que vi alguém jogando na locadora —, mas não tinha. A vendedora, então, disse que havia um "novo".

Observações astronômicas (16/6/2026)

  No domingo (14) e na segunda-feira (15), as condições climáticas estiveram desfavoráveis para acompanhar o céu, mas hoje o Sol saiu e tive...