Último dia de junho

 Hoje é um dia muito importante, pois o primeiro semestre está se despedindo. À meia-noite começa a segunda metade do ano, com seus encantos, deleites e desafios.

friooooooooooo

 





BLUE SKY 💙 

Ontem nevou em algumas cidades, teve chuva congelada em outras, mas aqui, apesar da chuva ter caído, nada de neve ou chuva congelada... hoje o dia amanheceu mais claro e por mais que tenha saído o sol, vem aí o balde de água fria: vai esfriar mais nesta noite. 
A boa notícia para quem não curte o frio é que depois de sexta-feira a temperatura sobe e pelo menos na projeção para os próximos 15 dias não se tem nenhuma massa de ar polar a caminho, mas tudo pode mudar. 
Hoje não teremos foto mais tarde porque já está difícil para digitar, os dedos estão gelados, não é por má vontade, o frio está muito grande, mesmo que seja suportável... por favor, aqueçam-se bem e continuem se cuidando.

Captura congelada

Enquanto escrevo faz 7º lá fora, com sensação térmica de 5 °C, os termômetros irão despencar ainda mais e até quarta-feira o jeito é se proteger do frio dormindo com muitos cobertores, usando roupas quentes, tomando banho quentinho também e, claro, se alimentando bem… mas penso nos moradores de rua, nos animais abandonados, que Deus olhe por eles e sempre esteja a enviar anjos para proteger aqueles que são “invisíveis” para a sociedade.

Sábado ameno

Hoje foi um dia agradável, ameno, mesmo com a bateria do celular descarregando (tirei e dei uma pequena editada nas fotos com menos de 15% de carga), fiz questão de fotografar o pôr do sol… em setembro vai completar um ano que comecei a registrar tudo aquilo que sempre me encantou, mas nunca pensei ser possível registrar. 

mais um pôr do sol






 Mais um dia, mais um pôr do sol, chegamos então à última sexta-feira de junho e já devemos estar preparados para a onda de frio que vai fazer os termômetros despencarem no fim de semana. Julho se aproxima, com ele o segundo semestre, metade do ano de 2021 já se foi... embora ele não esteja sendo mais fácil que 2020, vislumbra-se uma fagulha de esperança em meio ao caos... se as coisas se tornam mais simples quando entendemos a impermanência da vida, não sei, mas a reflexão de que tudo passa nos ajuda a lembrar que as fases ruins acabam e que durante as boas devemos semear o bem para que quando fizemos o percurso de volta, nos concentremos na beleza das flores pelo caminho e não nos machuquemos com os espinhos. Se ter (ou não) milhares de seguidores e bajuladores não me define, tampouco meus erros, traumas e dores. Não ostento perfeição, mas busco a cada dia lutar para ser quem eu sei que lá no fundo eu sou. Sigo em frente por mim e pelos que me amam, os que me odeiam não me atingem porque ressentem-se de serem quem são, dignos de piedade, porque cada um só oferece aquilo que predomina em seu ser, logo, quem não tem maturidade nem bons argumentos, apela para a baixaria. Em quem predomina o amor, de amor transborda o ser. Porque eu já entendi que não importa o quanto eu me esforce para provar a verdade e a honradez do meu caráter, os olhos odiosos e acusatórios já formularam o julgamento a meu respeito, são esses que me perseguem e ainda me atormentam como num pesadelo. Tenho me sentido esquecida, só e desprotegida, mesmo sabendo que Deus olha por mim, que as pessoas mais importantes do mundo me amam pelo que sou e não pelo que tenho e que meus sonhos estão amadurecendo, já são minha realidade dentro da minha mente, aquela realidade que eu crio e depois se materializa, porque todas grandes realizações provêm de uma semente, de uma linha manuscrita, de um pensamento insistente, e ao serem germinadas iniciam o processo (às vezes longo) de maturação e num ritmo particular desabrocham. Os advérbios temporais são apenas complementos da oração, nunca é tarde para realizar um sonho, para sonhar sonhos novos, para despertar e se reconhecer merecedora de fazer parte da criação. Apesar de a tristeza ainda deixar o olhar distante, sei que em meu interior existe alegria, a alegria que talvez agora eu não enxergue ou não sinta, não mais.

Cinco anos sem você, vó

Não parecia um autêntico sábado de verão. Mal começou e ficou suspenso num tempo indefinido entre tudo que acabou e tudo que jamais voltará ...