Se a inteligência fosse uma virtude reverenciada, seríamos enfim julgadas pelas nossas habilidades e competências? Poderíamos utilizar nossos talentos e esforços em prol do coletivo? Seríamos amadas pelo que há de mais bonito em nossa essência e não pela casca segundo os padrões impostos? Aprenderíamos formas mais civilizadas de defender nosso direito de discordar? Estaríamos mais perto de construir uma sociedade mais justa e igualitária ou o machismo inventaria outra forma de nos invalidar? Ou estas simplórias reflexões não passam de devaneios de uma escrevinhadora sem lenço nem documento?
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Manifesto de uma nefelibata #2
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