22 de agosto | Dia do Folclore 🗣️

 


📚 Os Cadernos de Marisol

🌿 Saci, Iara, Boitatá. Cavalo voador de papel crepom. Feira de ciências com vatapá e cartolina. E um Brasil inteiro tentando caber em uma sala de aula.

20 anos do Furacão Katrina: lições do passado e o futuro dos furacões 🌪️

 

📚 Os Cadernos de Marisol

🌪️ O legado do Furacão Katrina: 20 anos depois

20 anos, o Furacão Katrina devastou partes de Nova Orleans e outras áreas dos Estados Unidos, deixando um rastro de destruição e tristeza. Foi um dos furacões mais mortais e destrutivos da história recente, matando mais de 1.800 pessoas e causando danos que somam bilhões de dólares. O evento chocou o mundo, mas também expôs as deficiências no planejamento de emergência e a vulnerabilidade das comunidades litorâneas frente a fenômenos naturais.


Como o Furacão Katrina Mudou a História:

O Katrina foi mais do que uma tragédia natural; foi um marco que trouxe lições importantes sobre a preparação e resposta a desastres:

  1. Impacto das Mudanças Climáticas: O Katrina foi, e continua sendo, um lembrete de como fenômenos climáticos extremos podem ser exacerbados pelas mudanças climáticas. O aumento da temperatura dos oceanos contribuiu para o fortalecimento do furacão, tornando-o mais intenso.

  2. Vulnerabilidade das Comunidades Pobres: O furacão atingiu com mais força as comunidades de baixa renda e minorias, evidenciando desigualdades socioeconômicas que se tornam ainda mais visíveis em momentos de crise.

  3. Desafios na Recuperação: A recuperação de Nova Orleans e outras áreas afetadas pelo Katrina foi demorada e difícil, e muitas comunidades nunca se recuperaram completamente. O evento expôs a falta de infraestrutura e a inadequação dos planos de emergência.


O Legado do Furacão Katrina:

  • Mudança no Planejamento de Desastres: O Katrina reformulou a forma como os EUA lidam com desastres naturais. Planos de evacuação, refúgios temporários e prevenção se tornaram prioridades, embora ainda haja muitas lições a serem aprendidas.

  • Furacões e Mudanças Climáticas: Após o Katrina, houve um aumento nas pesquisas sobre a relação entre furacões e mudanças climáticas. A ciência do clima tem mostrado que os fenômenos climáticos extremos serão mais frequentes e intensos à medida que as temperaturas globais aumentam.


🌍 O Futuro das Tempestades e Furacões
A experiência do Katrina ainda ressoa fortemente, especialmente à medida que o mundo lida com as consequências das mudanças climáticas. Para nós, no Brasil, o aumento do calor nas águas do Atlântico Sul pode eventualmente trazer consequências similares no futuro.

Com o aquecimento global, o Brasil, especialmente sua região Nordeste e Costa Norte, pode começar a experimentar fenômenos semelhantes aos que ocorreram com o Katrina, como ciclones e tempestades mais intensas.


Reflexão sobre o Futuro:

Enquanto celebramos as lições que o Furacão Katrina nos deixou, devemos também nos preparar para o futuro. Mudanças climáticas podem criar novos desafios para países e regiões que hoje não enfrentam furacões com a mesma intensidade que o Hemisfério Norte. Conscientização, prevenção e adaptação se tornam palavras-chave.


📌 Com sabedoria e reflexão, dos Cadernos de Marisol.


19 de agosto | Dia Mundial da Fotografia

Uma invenção que congelou o tempo e guardou memórias

Muito antes de existir qualquer botão de “clicar”, a humanidade já sentia necessidade de eternizar o que via. Os registros mais antigos que conhecemos são as pinturas rupestres — cenas de caça, mãos humanas, animais imponentes desenhados com pigmentos naturais nas paredes das cavernas. Era uma forma de comunicação, sim. Mas também era uma forma de preservar. Guardar para alguém ver depois. Registrar para que a memória não se apagasse.

1000 cartas de amor | Eu não tenho muito... mas te dou tudo

O amor, para mim, nunca foi sobre abundância. Nunca foi sobre sobrar.

Foi sobre dividir o que falta.
Sobre oferecer o que restou depois que o mundo arrancou os pedaços.
Sobre chegar com o peito aberto e dizer: “eu sei que não é muito, mas é real.”

Quando a caneta descansa

 


Chega a hora de crescer.
Ampliar o campo de visão.
Chega a hora de ser mulher, não me esconder mais da vida nem de ninguém.
Não tem motivo.
Estou aqui para fazer a diferença e não para observar.

17 de agosto | Dia do Pão de Queijo

O quitute mineiro que virou patrimônio afetivo do Brasil

Poucas delícias brasileiras carregam tanto afeto e identidade quanto o pão de queijo. Crocante por fora, macio por dentro e impossível de comer um só. No dia 17 de agosto, celebramos oficialmente o Dia do Pão de Queijo, um momento perfeito para revisitar a origem, os sabores e o carinho por trás dessa iguaria que ultrapassou fronteiras.

🧀 Como surgiu o pão de queijo?

O pão de queijo tem suas raízes no século XVIII, em Minas Gerais, quando as cozinheiras das fazendas adaptavam receitas portuguesas com os ingredientes que tinham à disposição. Como a farinha de trigo era rara, usava-se o polvilho extraído da mandioca — abundante na região. E como o queijo curado de leite cru era comum nas fazendas, ele virou o ingrediente central.

Inicialmente, a receita levava apenas polvilho, ovos, leite e gordura (geralmente banha de porco). O queijo era acrescentado aos poucos, ao gosto e fartura de cada família. Era um alimento simples, nutritivo e de fácil preparo — ideal para acompanhar o café fresco da manhã ou da tarde.

🧂 Patrimônio cultural e afetivo

Apesar de sua origem mineira, o pão de queijo conquistou o país inteiro. De quitanda artesanal a estrela de cafeterias modernas, ele atravessou gerações, mesas e cidades. Hoje, há variações com recheios doces, versões veganas, sem lactose e até pão de queijo gigante recheado com pernil ou goiabada.

Ele é um símbolo de aconchego, reunião, infância, interior, risada, colo de vó, casa com cheiro de forno ligado. Um pedacinho de memória afetiva que cabe na palma da mão.

🧾 Curiosidades

O pão de queijo não leva fermento químico — o crescimento se dá graças ao amido presente no polvilho.

Existem dois tipos principais de polvilho: doce e azedo. A escolha muda a textura final: o polvilho azedo dá mais crocância e aquele "estalinho" por fora.

Em algumas regiões, como no Centro-Oeste, ele também é chamado de “chipá”, especialmente nas fronteiras com o Paraguai e a Argentina.

O pão de queijo é exportado para mais de 30 países, sendo muito apreciado em países como Japão, Estados Unidos e Portugal.


🖤 E pra você, o que o pão de queijo representa?

Comenta aqui: sua primeira lembrança com pão de queijo foi onde? No colo da mãe? Na lancheira da escola? Num café coado com conversa boa?

Mary Recomenda | Só Garotos - Patti Smith

 

Hoje é dia de mais uma edição do quadro “Mary Recomenda”, aquele cantinho do blog onde compartilho uma leitura que me pegou pela mão — ou pelo estômago. E não precisa ser perfeita, nem fechada, nem “melhor livro da vida”. Basta ter me tocado de algum jeito.
O escolhido da vez é Só Garotos, de Patti Smith.

Cinco anos sem você, vó

Não parecia um autêntico sábado de verão. Mal começou e ficou suspenso num tempo indefinido entre tudo que acabou e tudo que jamais voltará ...