Retomar o controle da própria narrativa é preciso
10 de janeiro | Dia do Astronauta
O Dia do Astronauta, celebrado em 10 de janeiro, homenageia homens e mulheres que dedicaram suas vidas a explorar o espaço, um território que sempre despertou curiosidade, fascínio e perguntas sobre quem somos e até onde podemos ir.
Mais do que heróis de ficção científica, astronautas são cientistas, engenheiros, pesquisadores e exploradores, preparados para enfrentar riscos extremos em nome do conhecimento.
Mary Recomenda | Dentro da noite veloz - Ferreira Gullar
O Mary Recomenda de hoje vem com o pé na porta, mas por uma boa razão: a indicação de hoje, definitivamente, não é para os fracos.
SiMpLeSmEnTe TiTa 15 anos | A fuga
26 de abril de 2002.
SiMpLeSmEnTe TiTa 15 anos | Com ela não tem conversa, só cotovelada no olho
25 de abril de 2002.
Tudo que poderia dar errado na apresentação, deu. Andréa foi repreendida várias vezes por falar baixo, eu gaguejei olhando para o sargentão de saias, Rodrigo usou gírias para explicar o conteúdo e emitiu juízos de valor, descendo a lenha na Igreja Católica — ainda bem que a D. Arlete não estava lá para ouvir, Júlia se empolgou com o assunto e Priscila não segurou a crise de riso. Resultado: fomos esculachados pela velha coroca e ficamos de castigo até às 13h, que nem naquelas detenções de filmes norte-americanos.
Terças com Tita | A história que sempre se repete (Qual será o próximo alvo?)
Perto dos quarenta, longe da tomada
Envelheci 20 anos nas duas últimas semanas ou, sem os óculos de sol que as ondas arrastaram, a realidade ganhou contornos de uma nitidez inquestionável? Olha eu tentando falar bonito e me pagar de cronista extraordinária, quando não passo de uma reles escrevinhadora, a apelar sem muita firmeza para a falsa modéstia, quando o que não tenho mais é tempo para depreciações.
Toda essa comoção sobre “2006 já fazer 20 anos” não é só papo de rede social. A Copa na Alemanha, de tão decepcionante desfecho, completa duas décadas. Era o primeiro passo de uma longa e insegura travessia, ninguém de nós sairia ileso dessas porradas que a vida dá, às vezes na surdina, sem motivo, só porque estar na chuva significa se molhar e arriscar perder tudo, até mesmo aquilo que nem se tem.
Manifesto de uma nefelibata #2
Nem todas as boas histórias começam com "era uma vez", suspeito que as primeiras páginas contem sobre paredes rabiscad...
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Os ventos que atuam no Brasil variam conforme a região, a estação do ano e a circulação geral da atmosfera. Alguns são constantes, outros ...
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Meu vô paterno estava internado na Santa Casa, a saúde já bastante frágil. Meu pai, religiosamente, ia ao hospital visitá-lo todos os dias. ...


