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📚 Os Cadernos de Marisol
💙 O voluntariado não é só um gesto de ajuda. É uma forma de transformar vidas, inclusive a própria.
Indicar livros é tudo de bom. Ler é uma atividade capaz de transformar vidas, acolher em momentos difíceis, questionar certezas, nos inspirar a ser melhores e, sim, fazer a gente chorar igual criança. Sou suspeita para falar sobre o tema porque tenho um fraco por histórias de cachorros. Eles estão entre os maiores companheiros da humanidade, e seus olhinhos fiéis costumam nos ensinar mais sobre amor do que muitos humanos por aí.
Ainda em comemoração ao Dia Mundial do Cachorro, preparei uma lista com 10 leituras que envolvem cães de formas comoventes, poéticas, espirituosas e, muitas vezes, devastadoras (no bom sentido literário). Se você ama livros que tratam nossos amigos de quatro patas como protagonistas de grandes jornadas, se aconchegue por aqui.🐾
“Nem tudo que está no escuro está perdido. Às vezes, só está germinando.”
Enquanto a Lua Nova do dia 23 de agosto foi registrada nos calendários como Lua Negra, o céu permaneceu escuro, sem espetáculo visível — mas cheio de significados.
A Lua Negra não aparece. Ela não brilha. Não é fotografada nem celebrada com euforia.
E, talvez por isso mesmo, seja uma das fases mais simbólicas para quem acredita em ciclos, recomeços e silêncios férteis.
A Lua Negra é como um ponto zero emocional. Um espaço de transição, introspecção e cura.
Enquanto a Lua Cheia representa o ápice, a abundância e a clareza, a Lua Negra convida ao encerramento, ao esvaziamento e ao reinício profundo — como uma limpeza da alma.
É o momento ideal para:
Encerrar padrões que já não servem mais;
Silenciar estímulos e reconectar com o próprio centro;
Escrever, meditar, dormir mais, ouvir menos barulho externo;
Permitir-se pausar sem culpa.
A Lua Negra é invisível — mas real.
Assim como o luto silencioso. A ansiedade abafada. As batalhas internas que ninguém vê.
A Lua Negra simboliza tudo aquilo que está acontecendo dentro da gente, mesmo quando o mundo não percebe.
Ela nos lembra que não é preciso estar em evidência o tempo todo. Que é legítimo recolher-se. E que há beleza, sim, nos momentos escuros — porque é neles que a semente cria raiz.
“Quando a Lua se apaga, não é o fim. É só o momento em que ela volta pra si. E nós também precisamos disso — de recolhimento, de silêncio e de tempo pra florescer longe dos holofotes.”
(Só se fizer sentido pra você)
Escreva tudo o que deseja deixar para trás.
Queime ou rasgue o papel com cuidado e intenção.
Em outro papel, escreva uma única palavra que represente o que você quer atrair quando o ciclo recomeçar.
Guarde esse papel em um local seguro ou de valor afetivo.
📚 Os Cadernos de Marisol
🌿 Saci, Iara, Boitatá. Cavalo voador de papel crepom. Feira de ciências com vatapá e cartolina. E um Brasil inteiro tentando caber em uma sala de aula.
📚 Os Cadernos de Marisol
🌪️ O legado do Furacão Katrina: 20 anos depois
Há 20 anos, o Furacão Katrina devastou partes de Nova Orleans e outras áreas dos Estados Unidos, deixando um rastro de destruição e tristeza. Foi um dos furacões mais mortais e destrutivos da história recente, matando mais de 1.800 pessoas e causando danos que somam bilhões de dólares. O evento chocou o mundo, mas também expôs as deficiências no planejamento de emergência e a vulnerabilidade das comunidades litorâneas frente a fenômenos naturais.
O Katrina foi mais do que uma tragédia natural; foi um marco que trouxe lições importantes sobre a preparação e resposta a desastres:
Impacto das Mudanças Climáticas: O Katrina foi, e continua sendo, um lembrete de como fenômenos climáticos extremos podem ser exacerbados pelas mudanças climáticas. O aumento da temperatura dos oceanos contribuiu para o fortalecimento do furacão, tornando-o mais intenso.
Vulnerabilidade das Comunidades Pobres: O furacão atingiu com mais força as comunidades de baixa renda e minorias, evidenciando desigualdades socioeconômicas que se tornam ainda mais visíveis em momentos de crise.
Desafios na Recuperação: A recuperação de Nova Orleans e outras áreas afetadas pelo Katrina foi demorada e difícil, e muitas comunidades nunca se recuperaram completamente. O evento expôs a falta de infraestrutura e a inadequação dos planos de emergência.
Mudança no Planejamento de Desastres: O Katrina reformulou a forma como os EUA lidam com desastres naturais. Planos de evacuação, refúgios temporários e prevenção se tornaram prioridades, embora ainda haja muitas lições a serem aprendidas.
Furacões e Mudanças Climáticas: Após o Katrina, houve um aumento nas pesquisas sobre a relação entre furacões e mudanças climáticas. A ciência do clima tem mostrado que os fenômenos climáticos extremos serão mais frequentes e intensos à medida que as temperaturas globais aumentam.
Com o aquecimento global, o Brasil, especialmente sua região Nordeste e Costa Norte, pode começar a experimentar fenômenos semelhantes aos que ocorreram com o Katrina, como ciclones e tempestades mais intensas.
Enquanto celebramos as lições que o Furacão Katrina nos deixou, devemos também nos preparar para o futuro. Mudanças climáticas podem criar novos desafios para países e regiões que hoje não enfrentam furacões com a mesma intensidade que o Hemisfério Norte. Conscientização, prevenção e adaptação se tornam palavras-chave.
📌 Com sabedoria e reflexão, dos Cadernos de Marisol.
⚠️ AVISO IMPORTANTE Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das ob...