🌕 Lua do Caçador: quando a luz da lua guia os instintos

🌕 Lua do Caçador: quando a luz da lua guia os instintos


🗓️ 6 de outubro de 2025
✍️ Por Mary Luz | Os Cadernos de Marisol

Com o céu cada vez mais limpo e as noites ganhando um ar de mistério, outubro traz consigo a Hunter’s Moon, também chamada de Lua do Caçador.

Essa lua tem um magnetismo particular, algo entre o selvagem e o sagrado. Ela é uma das mais brilhantes do ano e historicamente servia como guia para caçadores em tempos antigos. No entanto, seu simbolismo vai muito além das trilhas na floresta.

5 de Outubro | Dia Mundial dos Professores

 


📚 Os Cadernos de Marisol

🍎 Ensinar não é uma profissão. É um ato de coragem.

A história da educação começa muito antes das salas de aula que conhecemos hoje. Nas sociedades primitivas, a educação era informal e integrava as crianças ao ciclo de trabalho e convivência desde cedo. 

5 de outubro | Dia das Aves 🐦

Sabiá-laranjeira


Celebrar quem canta, voa, semeia e colore nossos dias

No Brasil, o Dia das Aves é celebrado em 5 de outubro — uma data para lembrar que, além das aves migratórias que cruzam o mundo, há também as que vivem entre nós o ano inteiro: no quintal, no parque, na praça, no galho da goiabeira ou no fio da rua.

4 de outubro | Dia de São Francisco de Assis


No dia 4 de outubro, celebra-se o Dia de São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais, da ecologia e da simplicidade. Reconhecido por seu amor incondicional à criação e por sua vida dedicada à humildade, São Francisco inspira milhões de pessoas ao redor do mundo a cultivar um respeito profundo pela natureza e pelo próximo.

Mary Recomenda | O Ditador Honesto - Mateus Peleteiro


 

Li O Ditador Honesto entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2022, mas consciente de que a obra havia sido escrita quatro anos antes. Ainda assim, permanece atual — talvez mais do que gostaríamos.

Mary Recomenda | O Último Choro das Begônias - Theos Neves

 

“Por que ela se sente derrotada?”

“Pois ela soltou a corda.”
“E quem disse que soltar a corda é realmente uma derrota?”
“As regras do jogo.”
“Pois eu discordo. Vencer o jogo significa machucar as mãos? Significa lutar contra uma causa fadada ao fracasso? Às vezes, numa luta, o lado vencedor não é aquele que tem mais força e consegue puxar a corda mais forte. O lado vencedor pode ser aquele que percebe a ausência de um motivo na luta… e simplesmente solta a corda.”

26 de Setembro | Dia Nacional do Surdo

 


📚 Os Cadernos de Marisol

🤟🏼 Ser surdo não é estar em silêncio. É viver em outra língua — e numa sociedade que nem sempre está disposta a ouvir.


📜 Por que 26 de setembro?
A data marca a fundação do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), em 1857, no Rio de Janeiro — um marco na luta pela educação e inclusão das pessoas surdas no Brasil.

Mas por mais que tenhamos avançado, ainda vivemos num país onde muita gente acha que inclusão é favor. E não é. É direito.
A surdez não é deficiência de inteligência.
É uma diferença linguística e sensorial.
E a Libras não é mímica. É língua. Completa, viva, legítima.


🧏🏽‍♀️ O surdo que usa Libras não é alguém a ser “curado”. É alguém a ser compreendido.
Mas para isso, a sociedade precisa fazer a sua parte:

  • As escolas precisam de professores fluentes em Libras e material adaptado.

  • Os noticiários, canais de TV e plataformas digitais precisam garantir acessibilidade real (e não só janela decorativa).

  • Os espaços públicos precisam ter informação visual clara e profissionais capacitados.

🎙️ Incluir não é só aceitar. É mudar o sistema para que todos possam estar nele de verdade.


💬 E onde começa a exclusão?
Muitas vezes, começa na infância.
Na escola que não tem intérprete.
No professor que desiste da criança surda.
No amiguinho que não aprende a se comunicar e se afasta.
No olhar de pena. Na tentativa forçada de oralização.
No “ah, não entendi, deixa pra lá.”

😔 O problema não é a surdez.
É o mundo que se recusa a ouvir com o coração.


📚 Sobre a Libras:

  • Em 2002, a Língua Brasileira de Sinais foi reconhecida como língua oficial da comunidade surda no Brasil (Lei 10.436/02).

  • Ela tem estrutura própria, com gramática, regionalismos e expressividade — como qualquer outro idioma.

  • É uma forma de resistência e de identidade cultural.


Qual é correto dizer: surdo ou deficiente auditivo?

A pergunta é fundamental, pois os termos utilizados podem fazer uma grande diferença na forma como a comunidade surda é vista e respeitada.

  • “Surdo” é o termo preferido pela própria comunidade, pois não carrega a ideia de “falta”. Ser surdo é ser parte de uma identidade cultural e linguística com uma língua própria (Libras), uma história coletiva e uma forma única de perceber o mundo.

  • “Deficiente auditivo” pode ser visto como um termo médico, utilizado em contextos legais ou educacionais, mas é considerado capacitista por muitos, por sugerir que a surdez é algo a ser “curado” ou “corrigido”, quando, na verdade, é apenas uma diferença sensorial.

🔑 A chave está no respeito: a comunidade surda se reconhece como tal e deseja ser chamada assim.
Portanto, sempre prefira o termo “surdo” e, quando for falar de uma pessoa ou comunidade, lembre-se: a surdez não é uma deficiência, é uma maneira legítima e rica de existir no mundo.

📌 Se você conhece alguém surdo, aprenda ao menos um gesto. Um “oi”, um “obrigado”, um “estou aqui”. Pode ser a ponte que faltava pra transformar a presença em afeto verdadeiro.

📌 Com respeito e escuta — mesmo quando não é com os ouvidos — dos Cadernos de Marisol.

🎥 LIVE DO TINO: DIREITO DE RESPOSTA

⚠️ AVISO IMPORTANTE Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das ob...