Mary Recomenda | A Rosa da Meia Noite - Lucinda Riley


A última sexta-feira do mês chegou e com ela o Mary Recomenda também.

A indicação de hoje talvez não reflita exatamente quem sou hoje, mas decidi resgatar a leitura de uma obra que desejei por tanto tempo e não quis ler online, sabia ser uma história para guardar com alma.

Esta resenha especial, escrita com o mesmo carinho com que li este livro, presta um tributo a uma grande autora que infelizmente perdeu a luta contra o câncer, mas nos presenteou com um legado inesquecível… Lucinda Riley. 

O mundo perdeu uma autora rara, que conseguia dosar romantismo, história e criar personagens especiais, alguns adoráveis, outros nem tanto… e sempre que a saudade bater, os livros estarão à nossa espera, então, sim, Lucinda vive.

28 de agosto | Dia Nacional do Voluntariado

 


📚 Os Cadernos de Marisol

💙 O voluntariado não é só um gesto de ajuda. É uma forma de transformar vidas, inclusive a própria.

Mary Recomenda | 🐶 10 livros sobre cachorros para emocionar, acolher e transformar (Especial Dia Mundial do Cachorro)



Indicar livros é tudo de bom. Ler é uma atividade capaz de transformar vidas, acolher em momentos difíceis, questionar certezas, nos inspirar a ser melhores e, sim, fazer a gente chorar igual criança. Sou suspeita para falar sobre o tema porque tenho um fraco por histórias de cachorros. Eles estão entre os maiores companheiros da humanidade, e seus olhinhos fiéis costumam nos ensinar mais sobre amor do que muitos humanos por aí.

Ainda em comemoração ao Dia Mundial do Cachorro, preparei uma lista com 10 leituras que envolvem cães de formas comoventes, poéticas, espirituosas e, muitas vezes, devastadoras (no bom sentido literário). Se você ama livros que tratam nossos amigos de quatro patas como protagonistas de grandes jornadas, se aconchegue por aqui.🐾

🌘 Lua Negra – Reflexões sobre o invisível

 

🌘 Lua Negra – Reflexões sobre o invisível

O que acontece quando até a Lua se esconde?

“Nem tudo que está no escuro está perdido. Às vezes, só está germinando.”

Enquanto a Lua Nova do dia 23 de agosto foi registrada nos calendários como Lua Negra, o céu permaneceu escuro, sem espetáculo visível — mas cheio de significados.
A Lua Negra não aparece. Ela não brilha. Não é fotografada nem celebrada com euforia.
E, talvez por isso mesmo, seja uma das fases mais simbólicas para quem acredita em ciclos, recomeços e silêncios férteis.


🌑 O que a Lua Negra representa espiritualmente?

A Lua Negra é como um ponto zero emocional. Um espaço de transição, introspecção e cura.
Enquanto a Lua Cheia representa o ápice, a abundância e a clareza, a Lua Negra convida ao encerramento, ao esvaziamento e ao reinício profundo — como uma limpeza da alma.

É o momento ideal para:

  • Encerrar padrões que já não servem mais;

  • Silenciar estímulos e reconectar com o próprio centro;

  • Escrever, meditar, dormir mais, ouvir menos barulho externo;

  • Permitir-se pausar sem culpa.


🖤 Invisível… como muita coisa na vida

A Lua Negra é invisível — mas real.
Assim como o luto silencioso. A ansiedade abafada. As batalhas internas que ninguém vê.
A Lua Negra simboliza tudo aquilo que está acontecendo dentro da gente, mesmo quando o mundo não percebe.

Ela nos lembra que não é preciso estar em evidência o tempo todo. Que é legítimo recolher-se. E que há beleza, sim, nos momentos escuros — porque é neles que a semente cria raiz.


✍️ Dos Cadernos de Marisol:

“Quando a Lua se apaga, não é o fim. É só o momento em que ela volta pra si. E nós também precisamos disso — de recolhimento, de silêncio e de tempo pra florescer longe dos holofotes.”


Sugestão de ritual simples para a Lua Negra 🌑

(Só se fizer sentido pra você)

  • Escreva tudo o que deseja deixar para trás.

  • Queime ou rasgue o papel com cuidado e intenção.

  • Em outro papel, escreva uma única palavra que represente o que você quer atrair quando o ciclo recomeçar.

  • Guarde esse papel em um local seguro ou de valor afetivo.

Mary Recomenda | Mary Ventura e o Nono Reino — Sylvia Plath



O trem, o destino e a recusa: por que Mary Ventura e o Nono Reino me lembrou de mim mesma
📌 Por Mary Luz | Os Cadernos de Marisol


📚 Ficha técnica

Título: Mary Ventura e o Nono Reino
Autora: Sylvia Plath
Ano de escrita: 1952 (publicado postumamente em 2019)
Editora (em português): Biblioteca Azul / Globo Livros
Páginas: 64
Gênero: Conto literário, simbolismo, crítica social

🚂 Sinopse (sem spoilers)

Escrito por Sylvia Plath aos 20 anos e rejeitado na época, Mary Ventura e o Nono Reino é um conto breve e carregado de simbolismo. A jovem Mary embarca sozinha em um trem para um destino que não compreende — mas que todos ao redor aceitam com naturalidade.

À medida que a viagem avança, o clima vai se tornando mais sombrio, as pistas mais desconfortáveis, e a protagonista mais inquieta.

Não é um conto com reviravoltas — é um conto com pressentimentos.
E isso é muito mais poderoso.


🪞 Por que me tocou tanto?

Porque Mary Ventura não é só uma menina em um trem: ela é cada mulher que percebe, no meio do caminho, que o mundo quer empurrá-la para um destino pré-moldado.

Ela representa quem sente o desconforto da obediência, quem desconfia da suavidade das normas, quem percebe que a rota da maioria pode não ser a sua — mesmo que pareça segura.

Eu li esse conto e me vi.

Na ansiedade muda da personagem.
Na cortesia sufocante das pessoas ao redor.
No instante em que ela sabe que algo está errado, mas não consegue nomear o que.

✍️ Uma escrita delicadamente sombria

Sylvia Plath escreveu esse conto quando ainda era muito jovem, mas sua voz já era afiada. A linguagem é simples, mas cada detalhe carrega tensão.

Não espere explicações — espere sensações.
É o tipo de conto que deixa um ruído no ar, como se você também tivesse descido do trem e ainda estivesse sentindo o chão balançar.

💬 Trecho marcante (sem spoiler direto):

“Você vai se acostumar. Todos se acostumam.”

(Mas Mary não queria se acostumar.)

🌌 Por que você deveria ler

Porque é uma história curta, mas que fica com você.
Porque fala sobre escolhas, pressões e silêncios femininos.
Porque mostra que é possível dizer “não” — mesmo quando tudo ao redor diz “sim”.


22 de agosto | Dia do Folclore 🗣️

 


📚 Os Cadernos de Marisol

🌿 Saci, Iara, Boitatá. Cavalo voador de papel crepom. Feira de ciências com vatapá e cartolina. E um Brasil inteiro tentando caber em uma sala de aula.

20 anos do Furacão Katrina: lições do passado e o futuro dos furacões 🌪️

 

📚 Os Cadernos de Marisol

🌪️ O legado do Furacão Katrina: 20 anos depois

20 anos, o Furacão Katrina devastou partes de Nova Orleans e outras áreas dos Estados Unidos, deixando um rastro de destruição e tristeza. Foi um dos furacões mais mortais e destrutivos da história recente, matando mais de 1.800 pessoas e causando danos que somam bilhões de dólares. O evento chocou o mundo, mas também expôs as deficiências no planejamento de emergência e a vulnerabilidade das comunidades litorâneas frente a fenômenos naturais.


Como o Furacão Katrina Mudou a História:

O Katrina foi mais do que uma tragédia natural; foi um marco que trouxe lições importantes sobre a preparação e resposta a desastres:

  1. Impacto das Mudanças Climáticas: O Katrina foi, e continua sendo, um lembrete de como fenômenos climáticos extremos podem ser exacerbados pelas mudanças climáticas. O aumento da temperatura dos oceanos contribuiu para o fortalecimento do furacão, tornando-o mais intenso.

  2. Vulnerabilidade das Comunidades Pobres: O furacão atingiu com mais força as comunidades de baixa renda e minorias, evidenciando desigualdades socioeconômicas que se tornam ainda mais visíveis em momentos de crise.

  3. Desafios na Recuperação: A recuperação de Nova Orleans e outras áreas afetadas pelo Katrina foi demorada e difícil, e muitas comunidades nunca se recuperaram completamente. O evento expôs a falta de infraestrutura e a inadequação dos planos de emergência.


O Legado do Furacão Katrina:

  • Mudança no Planejamento de Desastres: O Katrina reformulou a forma como os EUA lidam com desastres naturais. Planos de evacuação, refúgios temporários e prevenção se tornaram prioridades, embora ainda haja muitas lições a serem aprendidas.

  • Furacões e Mudanças Climáticas: Após o Katrina, houve um aumento nas pesquisas sobre a relação entre furacões e mudanças climáticas. A ciência do clima tem mostrado que os fenômenos climáticos extremos serão mais frequentes e intensos à medida que as temperaturas globais aumentam.


🌍 O Futuro das Tempestades e Furacões
A experiência do Katrina ainda ressoa fortemente, especialmente à medida que o mundo lida com as consequências das mudanças climáticas. Para nós, no Brasil, o aumento do calor nas águas do Atlântico Sul pode eventualmente trazer consequências similares no futuro.

Com o aquecimento global, o Brasil, especialmente sua região Nordeste e Costa Norte, pode começar a experimentar fenômenos semelhantes aos que ocorreram com o Katrina, como ciclones e tempestades mais intensas.


Reflexão sobre o Futuro:

Enquanto celebramos as lições que o Furacão Katrina nos deixou, devemos também nos preparar para o futuro. Mudanças climáticas podem criar novos desafios para países e regiões que hoje não enfrentam furacões com a mesma intensidade que o Hemisfério Norte. Conscientização, prevenção e adaptação se tornam palavras-chave.


📌 Com sabedoria e reflexão, dos Cadernos de Marisol.


🎥 LIVE DO TINO: DIREITO DE RESPOSTA

⚠️ AVISO IMPORTANTE Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das ob...