Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 6: Quem cozinha não lava (2013)

 

Parte 6: Quem cozinha não lava

 



Mais nenhum convidado deu o ar da graça. Noviça, negando até o fim a vontade de cear, olhou as horas e solicitou a atenção de todos:

— Espero que tenham guardado lugar no estômago porque a ceia foi preparada para contemplar todos os gostos.

Todos comemoraram.

— Se houver mais alguém aqui que por costume não consuma carne animal, preparei alternativas vegetarianas… — anunciou a diva.
— Filipo agradece a consideração — manifestou-se Jaqueline.
— De novo esse troço de Filipo? — ralhou Noviça.
Quem é Filipo? É namoradinho? — perguntou Edu Meirelles.
— É um porco! — explicou Jaqueline.
— Mais que o Luís Carlos? — provocou Edu. — Porque para superar o Vacão tem que ser porco ao nível executivo.

22 de dezembro | Dia Nacional do Sorvete 🍨

 


Enquanto eles sonham com neve, a gente derrete com sabor de flocos

Em pleno dezembro, enquanto os filmes gringos mostram neve, chocolate quente e cachecol, o Brasil está como? Suando dentro da roupa de festa, com ventilador no 3 e sonhando com uma casquinha de sorvete ou um gelinho no saquinho. Por isso, o Dia Nacional do Sorvete, comemorado em 22 de dezembro, é praticamente um alívio coletivo. E um lembrete doce de que afeto também pode vir gelado.


🍧 Sorvetes que marcaram a infância

  • Chambinho de pote – Não era bem sorvete, mas congelava e ficava perfeito.

  • Gelinho no saquinho (sacolé, dindin, chup-chup) – Econômico, democrático e às vezes com gosto de Tang vencido.

  • Chicabon – A sensação de estar com um picolé de adulto.

  • Frutilly – Morango artificial + nostalgia real.

  • Sorvete de flocos de pote retangular – A sobremesa de domingo com cara de “quem lavar a louça primeiro, pega mais”.

  • Cascão da padaria – Aquele de massa meio molenga e sabor duvidoso, mas com calda de chocolate escorrendo e preço acessível.

  • Tutti-frutti e Napolitano – Polêmicos, mas presentes em toda festa com isopor.


🧊 Sorvete também é memória

O som da colher batendo no pote duro.
A corrida pro freezer antes que derreta.
A briga porque alguém raspou toda a cobertura e deixou só baunilha.
E o clássico: “só vou pegar uma colherinha, tá?”


🥵 Um respiro no meio do calor

Enquanto o mundo assiste à neve cair, a gente assiste ao sorvete escorrer.
E tá tudo bem.
Porque nosso Natal é feito de ventilador de chão, ceia com farofa e sobremesa com flocos — às vezes derretidos, mas sempre com gosto de casa.


Com carinho, dos Cadernos de Marisol.
📌 E você? Qual era o sorvete que te fazia esquecer o calor por uns minutinhos mágicos?

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 5: É pavê ou é pacumê? (2013)

 


Parte 5: É pavê ou é pacumê? 


Narrador da Malacubaca: Voltamos com esse Especial de Natal… Se é que do outro lado existe alguma pessoa nos vendo. Marcianos, alô. Se estiverem nos assistindo, deem um sinal, qualquer que seja ele… Ok, OK. Falando sozinho ou não, o Natal continua… E os convidados aos poucos estão chegando. Vocês sabem, festa em família tem as figuras lendárias: você, ao centro, aquela pessoa que se descabelou, pechinchou, suou em frente ao forno e mal tem tempo de se arrumar porque já tem que recepcionar a todos. No mais, torça para ser divertido, no fim das contas…

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Edu Meirelles, em pessoa, desceu do carro.

— E não é que ele veio? — espantou-se Jaqueline.

Música: Oh Yeah — Yello.

— Mais cuidado com os meus presentes, se não for pedir muito! — pediu Edu a William.
— Nem pense em vir com aquelas piadinhas do tempo que se amarrava cachorro com linguiça — recomendou Gladys.

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? (2013)

Parte 4: Recepção/Isso aqui é um especial de Natal? 

Música: uma trilha instrumental natalina, desde que não seja depressiva.


Alternando com a mensagem do narrador, imagens de belos natais em cidades do hemisfério norte e o funcionamento da Malacubaca, a movimentação da redação, dos funcionários…

Arquivo Malacubaca Especial de Natal | Parte 3: Habemus Grinch (2013)

 


Parte 3: Habemus Grinch



Para receber as visitas na casa, a diva teve muito trabalho para deixar tudo limpo e não esteve sozinha. Gravou de antemão as edições referentes ao Natal e ao ano-novo do programa e desde manhã cedo ocupava-se em faxinar, contando com a ajuda de Lilly, Luís Carlos e Jaqueline, embora nosso querido “energúmeno” não gostasse muito de varrer debaixo das camas, contornos, quinas e fosse estabanado por natureza.

— Nem. Pense. — advertiu Noviça, entredentes. Não por menos, Luís Carlos quase varreu os pés dela. — Ouse fazer isso e será expulso para sempre de qualquer celebração da Malacubaca.
— Foi mal.
— Foi mal — arremedou Noviça.

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Nada animado para ir, Eduardo Meirelles precisou apelar para o Google a fim de descobrir alguma desculpa esfarrapada o bastante para Noviça acreditar. Listou algumas “simpatias infalíveis” para praticar, mas não sem antes recorrer à Renata, ainda se recuperando de uma complexa cirurgia nas costas.

— Vou tentar colocar azeite no umbigo. Dizem que isso afasta compromissos indesejados.
— Onde você leu isso?
— No site dos videntes L&L.

Malacubaca | Edu Meirelles foi ou não foi trolado pelos gatos videntes?


Por Edu Meirelles

Agora aguenta ser a chacota da redação, Eduardo Meirelles. 😶

Não dá para vencer todas, mas flamenguista tem gana de vencer até no par ou ímpar. Errou quem acha que vou desativar as redes sociais, ainda mais quem pensa que vim fazer o jogo do contente… não é fácil suportar as zoações dos anti sem surtar, no entanto, é sempre bom recordar que o Palmeiras não tem mundial!

Malacubaca | Edu Meirelles reagindo a PSG x Flamengo 😥😜

Nota da autora: essa publicação será atualizada ao decorrer da partida.

🎥 LIVE DO TINO: DIREITO DE RESPOSTA

⚠️ AVISO IMPORTANTE Este post, assim como o e-mail e a própria existência do personagem Tino Cavalli, faz parte do universo ficcional das ob...